Ensinando Elétrica  | Dicas e Ensinamentos

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O que é a Industria 4.0?

O Que é Indústria 4.0 e como ela vai impactar o mundo, você já ouviu falar? Fique conosco nesse artigo e compreenda melhor sobre o que é a indústria 4.0.



O que é a indústria 4.0? 

É um conceito de indústria, proposto recentemente e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. A partir de Sistemas Cyber-Físicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

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Isso significa um novo período no contexto das grandes revoluções industriais. Com as fábricas inteligentes, diversas mudanças ocorrerão na forma que os produtos serão manufaturados, causando impactos em diversos setores do mercado.

Histórico das revoluções industriais seguida pela quarta revolução, ou Indústria 4.0.



Resumo das três revoluções industriais seguida pela quarta revolução, ou industria 4.0.

O termo indústria 4.0 se originou a partir de um projeto de estratégias do governo alemão voltadas à tecnologia. O termo foi usado pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011. Em Outubro de 2012 o grupo responsável pelo projeto, ministrado por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH)  e Kagermann (acatech) apresentou um relatório de recomendações para o Governo Federal Alemão, a fim de planejar sua implantação. Então, em Abril de 2013 foi publicado na mesma feira um trabalho final sobre o desenvolvimento da indústria 4.0. Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma. Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção.

1 – Princípios da Indústria 4.0

Existem seis princípios para o desenvolvimento e implantação da indústria 4.0, que definem os sistemas de produção inteligentes que tendem a surgir nos próximos anos. São eles:

Capacidade de operação em tempo real: 

Consiste na aquisição e tratamento de dados de forma praticamente instantânea, permitindo a tomada de decisões em tempo real.

Virtualização: Simulações já são utilizadas atualmente, assim como sistemas supervisórios. No entanto, a indústria 4.0 propõe a existência de uma cópia virtual das fabricas inteligentes. Permitindo a rastreabilidade e monitoramento remoto de todos os processos por meio dos inúmeros sensores espalhados ao longo da planta.

Descentralização: A tomada de decisões poderá ser feita pelo sistema cyber-físico de acordo com as necessidades da produção em tempo real. Além disso, as máquinas não apenas receberão comandos, mas poderão fornecer informações sobre seu ciclo de trabalho. Logo, os módulos da fabrica
inteligente trabalharão de forma descentralizada a fim de aprimorar os processos de produção.

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Orientação a serviços:

Utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliado ao conceito de Internet of Services.

Modularidade:

Produção de acordo com a demanda, acoplamento e desacoplamento de módulos na produção. O que oferece flexibilidade para alterar as tarefas das máquinas facilmente.

Veja abaixo um vídeo explicando um pouco o que é a industria 4.0:


2 – Pilares da indústria 4.0:

Com base nos princípios acima, a indústria 4.0 é uma realidade que se torna possível devido aos avanços tecnológicos da última década, aliados às tecnologias em desenvolvimento nos campos de tecnologia da informação e engenharia. As mais relevantes são:

Internet das coisas (Internet of Things – IoT): Consiste na conexão em rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados que permitem a coleta e troca de dados. Sistemas que funcionam a base da Internet das Coisas e são dotados de sensores e atuadores são denominados de sistemas Cyber-físicos, e são a base da indústria 4.0.
Big Data Analytics: São estruturas de dados muito extensas e complexas que utilizam novas abordagens para a captura, análise e gerenciamento de informações. Aplicada à indústria 4.0, a tecnologia de Big Data consiste em 6Cs para lidar com informações relevantes: Conexão (à rede industrial, sensores e CLPs), Cloud (nuvem/dados por demanda), Cyber (modelo e memória), Conteúdo, Comunidade (compartilhamento das informações) e Customização (personalização e valores).

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Segurança: Um dos principais desafios para o sucesso da quarta revolução industrial está na segurança e robustez dos sistemas de informação. Problemas como falhas de transmissão na comunicação máquina-máquina, ou até mesmo eventuais “engasgos” do sistema podem causar transtornos na produção. Com toda essa conectividade, também serão necessários sistemas que protejam o know-how da companhia, contido nos arquivos de controle dos processos.

Além destas tecnologias, outros dispositivos terão um papel importante na indústria 4.0. Como a tecnologia RFID, que vem ganhando espaço com os sistemas de rastreabilidade industrial, e os módulos IO-Link.  Esses módulos possuem endereço IP próprio, com conexões diretas de alto e baixo nível. Portanto, descentralizam e organizam a rede de sensores e demais componentes. Com o processo de modularidade da indústria 4.0, aliado à crescente quantidade de sensores que serão utilizados nas fábricas inteligentes, os módulos IO-Link desenvolvimento de sistemas Cyber-físicos para fábricas inteligentes.



Conexões de dispositivos industriais convencionais x Conexões via módulos distribuídos

Conforme o avanço das tecnologias aqui citadas, a tendência é que em um futuro próximo as fábricas se adequem ao conceito de indústria 4.0, tornando-se altamente autônomas e eficientes.

3 – Impactos da Indústria 4.0:

Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo. Consiste na criação de novos modelos de negócios. Em um mercado cada vez mais exigente, muitas empresas já procuram integrar ao produto necessidades e preferências específicas de cada cliente. A customização prévia do produto por parte dos consumidores tende a ser uma variável a mais no processo de manufatura, mas as fábricas inteligentes serão capazes de levar a personalização de cada cliente em consideração, se adaptando às preferências.

Outro ponto que será abalado pela quarta revolução industrial será a pesquisa e desenvolvimento nos campos de segurança em T.I., confiabilidade da produção e interação máquina-máquina. A tecnologia deverá se desenvolver continuamente para tornar viável a adaptação de empresas a este novo padrão de indústria que está surgindo.

Os profissionais também precisarão se adaptar, pois com fábricas ainda mais automatizadas novas demandas surgirão enquanto algumas deixarão de existir. Os trabalhos manuais e repetitivos já vem sendo substituídos por mão de obra automatizada, e com indústria 4.0 isso tende a continuar. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologia que compõe uma fábrica inteligente.


Co-autoria: Guilherme Cano Lopes

Estudante de Engenharia de Controle e Automação pela UNESP e técnico em mecatrônica pela ETEc Getúlio Vargas. Durante a faculdade foi bolsista de iniciação científica e membro da equipe de pesquisa em robótica móvel da UNESP, participando em competições como a Robocup.  Atualmente é estagiário na empresa Citisystems.

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O que são os curto - circuitos nas instalações?

Curto circuito na instalação elétrica: o que fazer

No ramo da eletricidade um dos problemas mais comuns são os curtos-circuitos. Eles podem acontecer em diferentes níveis da rede elétrica, desde uma tomada até a ligação no disjuntor.



Este tipo de problema costuma causar bastante prejuízo, podendo queimar um aparelho eletrônico ou danificar diversos fios. Em casos mais extremos o curto-circuito pode ser responsável por um incêndio maior e acabar destruindo um imóvel.

Na maioria das vezes, os curtos circuitos acontecem por falha humana, seja na instalação ou no uso dos equipamentos do dia a dia. Desde fios de diâmetro errado até sobrecarga da rede, o curto-circuito pode acontecer a qualquer momento com quem não toma cuidado.


O que é o curto-circuito?

O curto-circuito acontece quando há um aumento repentino da carga elétrica em um fio ou aparelho. De forma bem simples, equipamentos e fios são feitos para aguentar até uma cerca carga, quando ela é ultrapassada os componentes não resistem ao calor e derretem ou explodem.

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Isso acontece bastante com instalações onde a bitola do fio é de um diâmetro menor do que o exigido pelo equipamento. Isso faz com que o fio superaqueça e leva ao desarme do disjuntor para evitar problemas maiores.

Esta sobrecarga também pode acontecer ao ligar equipamentos 110v em tomas 220v. Outra situação comum para o favorecimento do curto-circuito é quando há muitos equipamentos ligados à uma mesma tomada, mesmo com o uso de réguas.

Os equipamentos aumentam a passagem de energia pelos fios da tomada, podem elevar a temperatura e causar um curto-circuito por derretimento.

Outra situação é quando o curto é fechado por algum motivo. Fios desencapados quando encostam um no outro podem gerar faíscas, queimar equipamentos ou começar um incêndio. Apesar de não ser algo normal, é possível de acontecer.

Como identificar um curto-circuito?
Os curtos circuitos são fáceis de serem notados, principalmente quando acontecem por fios desencapados. Porém, eles podem ser mais silenciosos e danificarem o imóvel ao longo do tempo, sem que você perceba indícios visuais.

Alguns dos principais sinais de curto-circuito são:

>Cheiro de queimado – Geralmente este é o primeiro indicativo de que há algo errado com alguma instalação ou equipamento eletrônico. O cheiro de queimado vem dos componentes de plástico que não suportam a carga térmica e derretem, assim como a capa dos fios. O cheiro é geralmente forte e tende a durar bastante tempo, o odor é o mesmo de plástico queimado.

>Tomadas manchadas – Também por causa da queima do plástico (que tem fumaça preta) algumas partes da instalação podem ficar manchadas de preto e com aspecto de queimadas.
Lâmpadas e equipamentos com tempo de vida útil reduzido – A sobrecarga elétrica pode fazer com que os equipamentos parem de funcionar pelo tempo determinado. Se você está notando que algumas lâmpadas queimam muito rápido, ou tem equipamentos eletrônicos que estragam com frequência, é provável que haja um curto.

>Quedas de energia constantes – Geralmente quando há um curto-circuito em um imóvel, existe uma queda de energia constante, muitas vezes causada pelo desarme do disjuntor. O disjuntor é responsável por garantir que o curto não inicie um incêndio e danifique o imóvel. Se o disjuntor continua desarmando sem motivo aparente, há um curto em algum lugar.

Curto-circuito – o que fazer?

Se o curto-circuito for imediato, como acontece em equipamentos em voltagem errada, desligue o aparelho da tomada e verifique os fusíveis (geralmente eles queimam e evitam que o resto dos componentes sejam danificados). Realize a troca do fusível e volte a ligar o equipamento na voltagem correta (equipamentos bivolt possuem chave de seleção de corrente).

Se o curto for em alguma parte da instalação elétrica e vem acontecendo a mais tempo, é importante procurar a causa do problema. Procure por pontos de sobrecarga, como muitos equipamentos em uma única tomada e tente resolver o problema.

Pode ser que o curto não tenha um motivo tão aparente, que é o caso de bitolas de tamanho incompatível. Nestes casos é preciso chamar ajuda profissional para diagnosticar e resolver o problema.

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Este é um reparo que deve ser realizado como emergência, já que um curto pode causar um incêndio. Até tudo ser solucionado é necessário usar o mínimo possível da rede elétrica para evitar novos curtos.

Como evitar um curto-circuito?

A principal dica para evitar um curto-circuito é nunca descuidar do uso da rede elétrica ou da sua montagem. O primeiro passo é garantir que a instalação e os reparos elétricos sejam feitos por pessoas capacitadas e devidamente preparadas.

O segundo passo importante é usar a rede elétrica com cuidado, nunca ligando vários equipamentos em uma única tomada, mesmo usando réguas e nem usar equipamentos com carga maior do que a rede elétrica necessita.

Recomendado:

Onde posso usar uma partida consecutiva de motores?

Olá galera, tudo bem com vocês? Hoje meu dia foi corrido hein.... Puff Puff, mas como sou muito dedicado as minhas coisas e meus seguidores, encontrei um tempinho para elaborar esse artigo para vocês. Hoje vamos falar sobre a partida consecutiva de motores, vamos dar um exemplo abaixo:



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observe a figura:

A figura cima apresenta uma esteira acionada por um botão vamos chama-lo de B1 e desligada pelo botão chamado B0. Acionando-se a esteira o primeiro motor M1 é ligado e, depois de 10 segundos, é acionado o segundo motor M2. Depois de 10 segundos do Motor M2 ligado, é acionado o terceiro motor M3. Após 10 segundos do motor M3 ligado, é acionado o quarto motor M4.
Observe logo abaixo no diagrama, se ocorrer uma falha no motor M1, todos os outros motores devem ser desligados pela proteção. Se ocorrer uma falha no motor M2, os motores M2, M3, M4, devem ser desligados e o motor M1 continua ligado. Se ocorrer uma falha no M3, os motores M3 e M4 devem ser desligados e os motores M2 e M1 continuam ligados. Se ocorrer uma falha no motor M4, o motor M4 deve ser desligado e os motores M3, M2 e M1 continuam ligados.
Isso é para um exemplo de sistema de esteira onde a função é levar os objetos neles que sirva como exercício de fixação para treinar a mente de vocês em comandos elétricos. Vamos ver abaixo seu diagrama de funcionamento.

Desenvolva esse exercício no seu CADE SIMu e veja como o funcionamento ocorre.

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É isso galera até o próximo artigo.

Recomendamos :

Como reciclar as lâmpadas fluorescente?

- A lâmpada fluorescente, criada por Nikola Tesla, foi introduzida no mercado em 1938 com a principal característica de consumir menos energia que as lâmpadas incandescentes. Diferente das lâmpadas de filamento, as lâmpadas fluorescentes possuem grande eficiência por emitir mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor.


As lâmpadas fluorescentes são compostas por basicamente dois eletrodos em cada um dos extremos de um tubo de vidro, que é coberto por um material à base de fósforo. Este material à base de fósforo é excitado pela radiação ultravioleta gerada pela ionização dos gases, produzindo luz visível.

Fonte :Wikipédia


As lâmpadas fluorescentes são até quatro vezes mais eficientes que as lâmpadas incandescentes e também geram uma economia de 80%. Mas depois da sua vida útil, o que fazemos com elas? JOGAMOS NO LIXO!

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Além de estarmos desperdiçando matéria prima, estamos também agredindo o meio ambiente com materiais não biodegradáveis que vão levar séculos para se decompor.

O que eu posso fazer com estas lâmpadas?

 -Simples! Por que não reciclar?

Uma lâmpada fluorescente queimada ou com defeito, não perdeu totalmente a sua utilidade. Geralmente o seu circuito está em um ótimo estado. Apenas a lâmpada queimou, ou vice-versa.

Vamos ao trabalho.


  • Você vai precisar de uma lâmpada fluorescente que esteja danificada
  • Com o auxílio de um pano grosso, segure a parte de vidro e tente torcer para quebrar


Nota:

Geralmente elas abrem com facilidade. Basta girar e puxar sem aplicar muita força.
Caso contrário, use a serra e corte onde elas se separam parar evitar cortes com o vidro da lâmpada.


  • Dentro da lâmpada você irá encontrar o circuito reator.
Lâmpada fluorescente por dentro
  • Você pode dessoldar os filamentos da lâmpada
  • Você também não irá precisar da carcaça, então dessolde os outros dois fios que estão presos à carcaça
  • Não jogue a carcaça fora!

Ok, agora você tem o reator de uma lâmpada fluorescente. Agora basta saber se o circuito está em bom estado.

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Testando o reator

Você irá precisar de um multímetro, e algumas ferramentas (ferro de solda, sugador, solda, etc...).
Com um multímetro, teste se o fusível está em bom estado.

Nota:

Ligue o multímetro no modo de "resistência", e ligue as duas extremidades do fusível, que está bem próximo de um dos fios de alimentação.Os fusíveis podem ser apresentados como um pequeno cilindro, no formato de um resistor ou até mesmo dentro do fio de alimentação. 

De qualquer forma a sua resistência deve ser igual a zero. Se não der zero, significa que está queimado. Compre um fusível (R$ 0,30) de 250mA e substitua pelo fusível queimado.


Como na imagem, solde um fio e uma "perna" de algum componente (Ex.: resistor, capacitor, etc...) nas extremidades do fusível. Solde no lugar no antigo fusível. 

Se preferir, também pode isolá-lo para evitar curto-circuito. Se preferir, faça uma ligação direta nos dois furos do fusível, e coloque o fusível soldado diretamente ao fio de alimentação. Desta forma facilita a troca do fusível.
  • Geralmente as "pernas" dos capacitores não estão isoladas. Verifique se elas não estão fechando um curto
  • Verifique também se os capacitores não estão estourados
  • Veja se não há nenhum componente com a solda solta
Bom, agora parece que o circuito está em ordem. Basta saber qual a potência do seu reator.

Vide a carcaça da lâmpada onde estará escrito em Watts (W), a potência do seu reator.

Ora, se o seu reator tiver uma potência de 25W, isso quer dizer que você pode usar uma lâmpada de até 25W.

ATENÇÃO: Não ultrapasse a potência máxima do seu reator! Você poderá danificar o circuito.

Então vamos lá....

Lâmpada fluorescente 8 watts
Uma lâmpada destas consome 8W. Se o reator tiver 25W, você poderá ligar até três lâmpadas em apenas um reator. Veja os esquemas:

  • Onde você havia dessoldado os fios de alimentação, solde outros dois que possam ser plugados na tomada
  • Agora note que há quatro pinos ou furos, onde estavam conectados os eletrodos da lâmpada
  • Solde as duplas em cada extremidade da lâmpada
  • As duplas deve ser necessariamente essas. Não importa a polaridade, você poderá ligá-las em qualquer polaridade, porém observe com atenção
Meu reator tem 16W, posso ligar outra?

Sim, basta seguir o esquema:


Da mesma forma que unimos duas pilhas, ligamos uma dupla em uma extremidade da lâmpada e a outra dupla em uma das extremidades da segunda lâmpada. Depois unimos as duas com um pequeno fio.

Se você possui um reator de 25W, basta dar seguimento ao esquema. Basta imaginar três pilhas enfileiradas, ligar em uma das extremidades de duas lâmpadas e unir todas por um pequeno fio.

Mas não se esqueça:

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Se o seu reator tiver 15W, não tente ligar duas lâmpadas de 8W de maneira alguma.

Tudo bem, eu gastei meu tempo fazendo isso, e agora?

Como eu já havia dito, se não houver a reutilização desse material, ele vai acabar indo para o lixo e levará anos para ser decomposto.Talvez você esteja se perguntando: "Não seria mais fácil comprar lâmpadas novas?".

Bem, seria sim. Mas a questão não é essa. Temos que nos preocupar cada vez mais com o meio ambiente, recursos naturais e com o lixo eletrônico que cresce a cada dia que passa.

Antes de comprar uma nova lâmpada, pense na matéria prima que foi gasta, o quanto de poluição foi emitida e para onde a sua lâmpada vai. Será que não seria mais conveniente reciclar uma lâmpada?
O consumo de energia vem crescendo de forma descontrolada, e o que muitos não sabem, é que para tudo que é fabricado há um consumo de energia significativo. A forma com que o homem transforma as forças naturais em energia elétrica, acaba agredindo todo o ecossistema.

Desde o começo da década, o planeta elevou a sua temperatura em 1° C. Pode parecer pouco mas foi o suficiente para derreter geleiras, mudar migrações de animais, extinguir animais e aumentar a proliferação de algumas pestes que estão destruindo florestas inteiras.

É previsto que em 2019, a temperatura no planeta aumente 3° C. Cientistas afirmam que quando a terra se encontrava nestas condições, não havia vida no planeta.

Reflita e tire as suas próprias conclusões. Seu descendentes não serão os culpados pelo estado em que o planeta se encontrará.

Forte abraço e até o próximo artigo.

Recomendamos:



O que é um Relé sequencial de fase e como instalar?

Olá amigos! No artigo de hoje vamos falar sobre o que é e como instalar um relé sequencial de fase. Abaixo você também poderá desfrutar de alguns exemplos de aplicações.


Bom, um relé sequência de fase ou relé sequencial de fase tem a função única de apenas monitorar as fases de um sistema trifásico, para que se caso acontecer uma inversão de fase que possa, por exemplo, ocorrer em uma queda de energia da distribuidora local, não permite acionamento de motores caso as fases tenham sido invertidas.

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Esses relés podem acionar alarmes, interromper circuitos, de modo a proteger máquinas e equipamentos de falhas ocorridas na rede principal na seguinte condição: apenas se houver uma inversão de fase, esse dispositivo ilustrado na imagem acima NÃO tem a função de falta de fase e nem queda de tensão.

Caso necessário instale um Relé sequencial falta de fase e supervisão de fase, esse sim terá a supervisão tanto em inversão de fases quanto a falta de fase na REDE ELÉTRICA

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Diagramas Elétricos de Ligação do Relé Sequência de Fase

↠ Diagrama básico


Exemplo de elaboração efetuada no CADe SIMU 3.0 onde é monitorado para um sistema partida direta.

O relé só da condição ao acionamento do comando se suas fases estiverem na ordem R,S,T (L1,L2,L3)

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No diagrama fizemos um inversão proposital e veja que o relé não arma seus contatos.


Observem onde circulamos, invertemos a Fase L1 entrando em L2 do relé, então na prática deve instalar de acordo, quando as fases estiverem ok um led vermelho acenderá no relé.

Bom galera, é isso a dica de hoje e até o próximo artigo. Forte abraço! Felipe Vieira.

Recomendamos:

Como ligar fotocélula em um contator

Olá pessoal, hoje domingão estou de folga e deu tempo de fazer um artigo para aprimorar o seu conhecimento, no assunto de hoje vamos ensinar e dar os passos para você aprender como:
Ligar um contator através da fotocélula
Bom, sabemos que para grandes cargas de iluminação devemos empregar um sistema onde quem acionara a carga de todas as lâmpadas será o contator e não a fotocélula diretamente. Você pode também consultar esse artigo ensinando a ligar a fotocélula em lâmpadas.


Sabemos também que as fotocélulas suporta uma carga máxima de 1000 watts para cada relé, então para que possamos alimentar cargas maiores de 1000 watts devemos utilizar esse método.


Como exemplo vamos utilizar uma fotocélula de três fios essa da figura abaixo:

As cores podem variar, você precisa identificar a fase e o retorno para uma ligação correta.

Vamos observar o primeiro exemplo abaixo:


Bom, no exemplo utilizamos 1 disjuntor bipolar (fase/fase) para proteção do circuito de trabalho (carga) certo, e outro disjuntor bipolar (fase/fase) para a proteção da fotocélula e contatora.


Então como vocês podem ver no exemplo a ligação, uma fase sai do disjuntor e vai a fotocélula certo, e retorna através do fio preto a bobina A1, e a outra fase é ligada entre o fio azul ou branco da fotocélula e ao mesmo tempo vai para o A2.

Somente ao escurecer a fotocélula dará condição a acionamento da bobina através do A1, assim acionando as lampadas.

Vamos observar o segundo exemplo abaixo:


O que mudamos nesse desenho, foi adicionar ao pequeno comando 2 sinaleiro indicativo, onde quando o sistema de iluminação estiver ligado o LED VERDE vai acionar, e ao desligar as lampâdas o LED VERMELHO permanecerá ligado e o verde desligado.




É interessante inserir os LED indicativo de estado nos painéis. assim você consegue distinguir  qual a situação do comando sem mesmo abrir o painel.

Vamos observar o terceiro exemplo abaixo:


Vamos supor que você tenha uma grande quantidade de circuito de iluminação externa, esse exemplo da figura acima é uma situação bem comum de ser encontrada em painéis de iluminação, onde ou você acionara todas as luminárias através de botoeiras liga/desliga ou através de fotocelular, ou até mesmo as duas opções manual/automático.

Há se te ajudar também fiz um rascunho rápido para um amigo você pode utilizar para ajudar na sua dúvida.



Lembre-se faça um serviço corretamente que não coloque a vida do próximo em perigo não seja negligente, e sempre realize os serviços com a rede elétrica desenergizada.




Até o próximo artigo, provavelmente domingo que vem, semana toda irei trabalhar, adoro e amo exercer a profissão, não apenas falar e ensinar sobre ela.

Seu amigo Felipe Vieira.

Como magnetizar facilmente suas chaves de Fenda e Philips?

Olá tudo bem? nesse artigo vou mostrar uma técnica simples que você pode fazer facilmente ai na sua casa, ou no seu trabalho. Todo mundo já deve ter passado pela situação daquele bendito parafusinho cair em locais de difíceis acesso, que só a pontinha das chaves de fenda alcança.

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E na hora a chave não " puxa " e gruda o parafusinho, bem isso é uma chave desmagnetizada pois somente as chaves magnetizadas que grudam parafusinhos e outros corpos metálicos. Então nesse artigo vou mostrar como magnetizar suas chaves de fenda e Philips.

Primeira coisa você vai precisar desse itens:
  • Disjuntor (para sua segurança).
  • Contator com suas bobinas boas.
  • Fio elétrico pode ser 1,5mm.
  • As chaves que deseja magnetizar.
  • Parafusinhos para teste.



Nesse exemplo vamos utilizar rede 220V entre fases, por que? por causa da tensão da bobina do contator só isso, se sua bobina for 127V faça o com fase e neutro, lembre se de usar um disjuntor para sua segurança.

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Bom, desmonte o contator e retire a sua bobina, pode guardar o resto do contator pois não iremos usar.


Exemplo da bobina de um contator WEG CWM 25, a bobina pode varias de acordo com o modelo do contator e fabricante. Mas não importa o importante é funcionar o seu enrolamento.

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Bom, as vezes já pegamos chaves que esteja magnetizada porem não tão eficiente quanto queríamos, então você deve primeiro desmagnetizar essa chave, e deixa-la livre, sem puxar e nem grudar nenhum parafusinho. Você fará conforme exemplo abaixo:


Primeiro você conecta os fios, no a1 e a2 coloque na saida do disjuntor e alimente o disjuntor, após, ligue o disjuntor e você vai perceber um zumbar da bobina, nesse momento você insira a chave no centro da bobina, e segure á por cerca de 7 segundos. Tire de lá e desligue o disjuntor para não estragar sua bobina. Faça o teste tentando puxar alguns parafusinhos, perceba que eles não serão atraídos.


Agora que você desmagnetizou essa chave, vamos magnetizar novamente veja a ilustração abaixo:


Preste atenção, para magnetizar a forma é diferente, com o disjuntor desligado você primeiro deixa a chave de fenda no centro da bobina e só assim ligue o disjuntor, aguarde 7 segundos e retire o após desligue o disjuntor. Pronto sua chave esta magnetizada novamente pode fazer o teste e grudar uns parafusinhos.


Percebeu são 3 passos simples, para você mesmo magnetizar e desmagnetizar de forma fácil as suas chaves de fenda e Philips.

Quer ver funcionando? veja essa vídeo aula:



Bom é isso galera até a próxima dica, se gostou desse artigo se inscreva para receber tudo que postarmos no seu e-mail assim, você não perde nadinha do Blog Ensinando Elétrica. Até a próxima..

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Sensores Capacitivo e Sensores Indutivos o que são?

Olá amigos no artigo de hoje quero compartilhar com você sobre 2 tipos de sensores muito utilizado nas industrias, são eles os sensores indutivos e sensores capacitivos vocês sabem para que serve cada um deles? Então vamos aprender juntos..

Imagem de alguns dos modelos de sensores indutivos

Sensor indutivo é dispositivo eletrônico que é capaz de reagir a proximidade de objetos metálicos, esses dispositivos exploram o princípio da impedância de uma bobina de indução, que ao conduzir uma corrente alternada tem esta alterada quando um objeto metálico ou corrente elétrica é posicionado dentro do fluxo do campo magnético radiante.

Isso ocorre pois o objeto absorve parte do campo magnético essa variação é detectada pelo circuito do sensor que produz um sinal de saída, podendo ser a atuação de um contato NA ou NF para corrente alternada ou contínua, um transistor ou ainda um sinal variável de tensão ou de corrente (saída analógica).

Um sensor indutivo é composto por quatro parte sendo:

Um oscilador verifica as mudanças de corrente contínua (DC) para corrente alternada (AC).
Um núcleo de ferro envolto em fios ou em uma bobina cria um campo magnético que será afetado pela presença de metal.

Os dispositivos de sensoriamento monitoram o circuito do campo magnético e as mudanças de campo causadas por metais passando nas proximidades.
Um processador de saída leva a informação ao circuito do sensor e envia um sinal para outros equipamentos.

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Aplicação de um Sensor Indutivo

Foram introduzidos no mercado na em meados de 1960, geralmente aplicados para a substituição de chaves-fim-de-curso pois não requerem contato físico para atuar. esse fator proporciona uma maior durabilidade, segurança e velocidade de trabalho do equipamento.

Possuem grande aplicação também na industrial para sendo utilizados em maquinas para contar peças, medir velocidade, detectar materiais de baixa resistência mecânica, entre muitas outras aplicações.

Simbologia de Sensores Indutivos


Sensores Capacitivos

Neste artigo, abordaremos o funcionamento, vantagens e desvantagens do sensor capacitivo ou sensor detector de proximidade de efeito capacitivo. Este tipo de sensor permite a detecção sem contato e a medição linear de pequenos deslocamentos, da ordem de aproximadamente zero até três centímetros com uma resolução que pode chegar à nanométrica.

Sensor Capacitivo


Embora apresente a mesma função principal, o sensor capacitivo possui algumas características diferentes em relação aos sensores de proximidade que operam a partir de corrente parasita, tais como os sensores indutivos.

Funcionamento e construção do sensor capacitivo

Antes de entender o funcionamento de um sensor capacitivo, são necessárias algumas definições. Capacitância é a capacidade de um material de armazenar carga elétrica. No campo da eletrônica, este princípio é geralmente associado ao dispositivo armazenador de energia chamado capacitor.

Representação de um Capacitor com placas paralelas


Para melhor entendimento, considere um capacitor de placas paralelas. Este tipo de capacitor possui duas placas de material condutor posicionadas paralelamente e, entre elas, existe um material isolante (dielétrico). O valor da capacitância mútua é proporcional ao índice de permissividade do material dielétrico, que é uma propriedade do material, e à área “A” das placas. E é inversamente proporcional à distância “D” entre as superfícies.

O sensor capacitivo opera de forma similar ao capacitor. No entanto a capacitância do sensor é variável de acordo com a distância entre a superfície de leitura do sensor e o material a ser detectado. Também podem ocorrer mudanças na capacitância do sensor pela captação de material condutivo ou dielétrico. A alteração da capacitância por fim representa uma variação no sinal elétrico emitido pelo dispositivo.

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Sensores de proximidade: sensor capacitivo X sensor indutivo.

Nas aplicações industriais, existem casos em que o sensor capacitivo leva vantagem. Em outros casos, os sensores de indução oferecem maiores vantagens. E existem situações em que as demais categorias de sensores, como os ópticos ou ultrassônicos, podem suprir melhor a necessidade do projeto por possuírem maior alcance.

Considerando o efeito de campo elétrico do sensor capacitivo e o efeito de campo magnético do sensor indutivo, diversas diferenças de operação são notáveis. A tabela 1 apresenta uma análise comparativa entre as duas famílias de sensores de acordo com determinados fatores de operação.

Tabela 1. Comparação resumida entre as categorias de sensor capacitivo e indutivos.

De acordo com a tabela 1 é possível verificar que, em determinadas situações, a escolha do sensor capacitivo é mais adequada. Como por exemplo, situações em que é necessária a instalação de sensores lado a lado ou em embutidos partes metálicas, onde o campo magnético do sensor indutivo pode causar maior interferência.  Além de detectar também materiais não condutores.


Por outro lado, os sensores indutivos possuem melhor alcance e permitem melhor operação sujeita a poeira e sujeira. Visto que possuem uma vedação muito boa além de não captar os materiais não condutores.

Aplicações do Sensor Capacitivo

Devido a sua alta precisão, boa parte das aplicações destes sensores tem relação com a medição de precisão. Algumas destas aplicações específicas dos sensores capacitivos estão listadas abaixo:


  • Medição de posicionamento com alta precisão:
  • Medição de espessura:
  • Testes de linha de produção/verificação de uniformidade nas dimensões dos mecanismos produzidos.
  • Identificação da composição de certos materiais de diferentes permissividades.
  • Aplicações gerais de sensores: Chave fim de curso sem contato, contador, entre outras funções.

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Portanto, conclui-se que o sensor capacitivo é muito útil quando uma resolução alta é necessária. Além de possuir funções que complementam certas limitações dos sensores indutivos e vice-versa.

Simbologia do Sensor Capacitivo



Fonte compartilhada - Sensores Capacitivos
Fonte compartilhada - Sensores Indutivos

No proximo artigo falaremos sobre outros 3 tipos de sensores, que são eles: Sensores Magnéticos, Foto Emissor e Foto Receptor, você pode ser avisado desses artigos no e-mail se inscrevendo aqui.

Comutação de Redes Elétricas

Olá meus amigos tudo bem com vocês? espero que sim e no artigo de hoje vamos falar sobre comutação de redes, vamos imaginar aqui uma maquina em funcionamento e de repente acaba a energia da concessionaria, porém você tem a alimentação do gerador que fornece alimentação adequada e suporta tal corrente para tal maquina como você poderia elaborar um sistema desses?

Lembre-se é claro que existem meios bem mais modernos e automatizados, sofisticado, como por exemplos as chaves de transferências automáticas, mas tome esse artigo como um exercício de fixação.



Comutação de Redes
Em alguns sistemas a falta de energia em uma linha de alimentação não pode ser motivo de parada de equipamento. Nestes casos, utilizamos uma linha auxiliar, totalmente independente da linha principal,para suprir energia ao sistema enquanto a falta na linha principal e suas causas são estudadas para normalizar a situa

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Nesse artigo é proposto um circuito que detecta a falta de energia em uma linha e executa a comutação ou mudança de alimentação do equipamento para outra linha. As duas redes devem ter o mesmo nível de tensão e as mesma sequência de fase.

Funcionamento do Sistema Proposto

No sistema proposto (abaixo no diagrama de comando), o motor com tag 1M5 deve ser mantido em funcionamento através da rede auxiliar (rede 2), se houver uma falha na rede principal (rede 1). O motor parte suportado pela rede 1. Se essa rede cair, automaticamente o circuito desconecta o motor da rede 1 e o conectar à rede 2. Para que o sistema funcione, deve ser seguido o procedimento de partida e operação das redes. Acompanhe:

Partida através da Rede 1 e Preparação da Rede 2

  • Estando os dois disjuntores 1F0 e 1F1 desligados, ligamos o disjuntor 1F0 da rede 1;

  • Partimos o motor pelo botão 1S1. 1K1 é energizado, sela através de 1K1(13;14) e aciona o motor através de seus contatos principais. Também abre 1K1(21;22), impedindo a energização de 1K2;

  • Ligamos o disjuntor 1F1 da rede 2. Neste momento o operador verifica se as duas redes estão ativas através de 1H1 e 1H3, e se o motor está ligado pela rede 1 através de 1H2 que são os luminosos indicativos no painel.
O motor 1M5, neste momento, está funcionando normalmente através da rede 1.

Falha da Rede 1 (Rede 1 Inativa/Sem tensão)

  • 1K1 é desenergizado, pois está conectado a rede 1; 1K1(21;22) volta à posição NF energizando 1K2, que manterá o motor em funcionamento;

  • 1H1 apagada ( rede 1 desligada), 1H3 acesa (rede 2 ligada) e 1H4 acesa (motor sustentado pela rede2).
A condição normal de trabalho (rede 1 sustentando o motor) deve ser restabelecida assim que possível, portanto, no momento mais apropriado, deve-se religar o disjuntor 1F0 e devolver o acionamento para 1K1 través de 1S1 (1S1 liga 1K1 que desativa 1K2 através de 1K1(21;22)).

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Importante: As duas redes devem estar com a mesma sequência de fase (exatamente como no diagrama) para evitar um curto-circuito ao restabelecer o funcionamento pela rede 1. Um procedimento de segurança para restabelecimento das condições normais seria a parada do sistema com a desativação da rede 2 e reinício da operação executando o procedimento de partida pela rede 1 mencionado anteriormente.

Considerações sobre a Proteção contra Sobrecargas

Neste exemplo temos um único relé de sobrecarga instalado, o que a principio dificultaria a instalação do único contato fechado 1F4(95;96) para desligar os circuitos de comando das redes 1 e 2. Este problema foi resolvido utilizando o contato aberto 1F4 (97;98) do relé térmico para acionamento do relé 1d1. Em uma eventual sobrecarga, o 1F4(97;98) energiza 1d1 que desliga 1K1, enquanto o contato 1F4(95;96) desligará 1K2.

A sobrecarga deve ser reconhecida pela eliminação da causa e rearme do relé térmico. Ao executar uma nova partida do sistema, 1S1(1;2) desativa 1d1.

Parada do Motor

Estando o motor funcionando através da rede 1, a sua parada pode ser efetuada pressionando 1S0.

importante ressaltar que é necessário desativar a rede 2 antes de uma nova partida. Para tanto, desliga-se o disjuntor 1F1. Se não for seguido o procedimento de partida, o motor partirá pela rede 2, que é a rede auxiliar, e não pela principal.

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Diagrama de Comando e Trabalho

1° Vamos observar o circuito de comando totalmente desligado.

Clique na imagem para ampliar

2° vamos observar em operação pela rede 1 motor acionado normalmente.

Operação:

1- Deve-se primeiramente ligar apenas a rede 1 através do disjuntor 1F0, em seguida partimos o motor através de 1S1;
2- Com o motor em funcionamento, ligamos a rede 2 através do disjuntor 1F1;
3- Uma falha na rede 1 desligará 1K1 e 1K2 entrará para manter o motor em funcionamento, perceba que o mesmo esta sendo alimentado pela rede auxiliar.

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Obs: 1H3 e 1H4 ligadas indicam que a rede auxiliar está mantendo o motor, será necessária uma intervenção para regularizar a situação e voltar a operar pela rede principal. Em nenhuma circunstância a rede auxiliar pode ser utilizada para operação normal neste caso.

Clique na imagem para ampliar

3° Vamos observar em operação pela rede 2 nesse caso, onde se encontra o disjuntor da rede 1 desativado, e ao acionar o disjuntor da rede 2 o comando entra em funcionamento.

Clique na imagem para ampliar

Bom é isso galera, espero que tenham gostado desse artigo, deixa seu comentário caso tenha alguma sugestão de como melhorar esse sistema. Lembre-se essas dicas são para todos e não para mim, então você pode sim ajudar com nossos projetos.

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Utilização de Esquemas

Olá pessoal tudo bem com vocês? no artigo de hoje vamos falar sobre representações de esquemas elétricos e como eles podem ser interpretados. Experimente ouvir essa áudio aula, ou execute o player abaixo você também pode salvar o arquivo áudio aula. Boa aula meus Queridos!


Primeiramente o que é um esquema elétrico? é a representação de uma instalação, ou parte dela, por meio de símbolos gráficos. Todo ou qualquer projeto será desenvolvido através de símbolos, e para isso são utilizados os esquema unifilar, multifilar e funcional.




Esquema Multifilar

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O esquema da imagem abaixo representa todo sistema elétrico, em seus detalhes, como todos os condutores. Nesta representação cada traço é um fio que será utilizado na ligação dos componentes.


O esquema das figuras abaixo representa exatamente como a instalação da figura acima é executada na prática.


Sempre que for representado um símbolo, ele deve estar instalado em uma caixa de passagem, seja no teto ou na parede, e os condutores devem passar por dentro dos eletrodutos, os quais partem de um Quadro de Distribuição (QD). Em um projeto, se a sua representação fosse feita na forma multifilar, cada condutor seria representado por um traço, saindo do QD e chegando ao seu destino. Como observamos na figura abaixo, seria impossível representar um projeto na forma multifilar, pois seriam tantos traços que dificultariam a sua interpretação. Neste caso, para realizar um projeto com clareza e de maneira simplificada, utilizamos a forma unifilar.

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Esquema Unifilar

Ele representa um sistema elétrico simplificado, que identifica o número de condutores e representa seus trajetos por um único traço.
Geralmente, representa a posição física dos componentes da instalação, porém não reproduz com clareza o funcionamento e sequência funcional dos circuitos. Na imagem abaixo temos um esquema de um circuito elétrico composto de interruptor simples, tomada, lâmpada, rede de eletroduto e fiação, todos representados na forma unifilar.


Esquema Funcional 

Apresenta todo sistema elétrico e permite interpretar, com clareza e rapidez, o funcionamento ou sequencia funcional dos circuitos. Não se preocupa com a posição física dos componentes da instalação, pois os caminhos das correntes são representados por meio de retas, sem cruzamento ou inclinação na vertical ou horizontal.

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O esquema mostra o equipamento exatamente como ele é encontrado à venda no mercado, ou como ele é industrialmente fabricado. Esse tipo de esquema é usado somente para ilustrar, eventualmente, um circuito de forma simplificada.



Bom galera é isso espero que tenha gostado desse artigo até o próximo artigo aqui no Blog Ensinando Elétrica.

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CADe_SIMu 3.0 Muito mais automação

Olá galerinha, tudo bem com vocês? espero que sim, hoje recebi uma ótima noticia que já lançaram um patch do CADE_SIMU 2.0 então vamos chama-lá de CADE_SIMU 3.0, você quer ver quais são as novidades? Conheça o Site do Oficial do CADE SIMU 3.0

Bom basta baixar no seu PC e experimentar esse excelente software para você praticar comandos elétricos e agora muita automação com seus novos PLCs incríveis.

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Vou deixar o link do download no final do post.


Eu ainda não testei esses novos PLCs mais assim que der tempo montarei alguns exemplos de automação utilizando o CADE_SIMU 3.0

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Veja alguns novos componentes inseridos nessa versão.


Bom é isso ai galera, ficarei por aqui e até a próxima, deixarei abaixo os 3 links dos 3 CADE_SIMU disponíveis na NET um forte abraço a todos! Lembrando que a senha de acesso é 4962.

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Download das versões do CADE_SIMU
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