Ensinando Elétrica  | Dicas e Ensinamentos

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Corrente Elétrica, Tensão Elétrica, Potência Elétrica....

Olá antes de iniciar essa leitura peço a vocês que se inscreva para receber os artigos postados no e-mail, assim você não perde nada, vamos ao artigo de hoje, se você esta começando agora no mundão da eletricidade ou até mesmo não é completamente da área mais também assim como eu um amante desse fenômeno incrível que é a eletricidade. No artigo de hoje vamos abordar 3 assuntos.



➤ Corrente Elétrica
➤ Tensão Elétrica
➤ Potência Elétrica

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Você sabe diferenciar essas 3 grandezas elétricas fundamentais? aliás o que diabo é corrente elétrica? vamos te explicar agora.

 Corrente Elétrica

Você sabia que os átomos são formados por minúsculas partículas, e que na eletrosfera existem elétrons girando em torno do núcleo, e também que existem elétrons que estão bem afastados do núcleo, e que podem se desprender com facilidade. Num condutor (fio), esses elétrons, a princípio, movimentam-se de forma aleatória, Figura A, ou seja, de forma desordenada, estimulados por pequenas quantidades de energia, até mesmo pela temperatura ambiente.



No entanto, a partir do momento que esses elétrons livres movem-se ordenadamente, Figura B, temos a corrente elétrica.

Figura A
Figura B
Portanto...

... corrente elétrica é o movimento ordenado de elétrons livres no interior de um condutor elétrico sob a influência de uma fonte de tensão elétrica.
O instrumento usado para medir a corrente elétrica é o amperímetro (A).

A corrente elétrica é representada pela letra "I". A unidade de medida da corrente elétrica é o ampère (A). Observem as figuras abaixo, realizando a medição da corrente elétrica com um multímetro, perceba que desa maneira deve ficar em série com o circuito para o aparelho realizar a leitura.

O aparelho na escala (A) " corrente elétrica " registra 0,16A ou 160mA.

Representação da medição acima, o multímetro sempre deverá estar em série com o circuito

Lembre-se só há corrente elétrica se houver uma carga conectada a um circuito fechado.
Circuito Fechado


Circuito fechado, a uma fonte e existe circulação da corrente elétrica.
Circuito Aberto

Circuito aberto, a uma fonte mais não existe circulação da corrente elétrica
Não há circulação de corrente : a lampada não acende, é fácil e muito simples de compreender.
➤ Tensão Elétrica

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Vimos que só há corrente elétrica em um circuito fechado, isto é, quando os terminais de uma determinada carga (lâmpada, motor, chuveiro, aquecedor etc.) estiverem ligados, por meio de condutores elétricos a uma fonte de tensão elétrica.

Portanto...

... tensão elétrica é a força exercida nos extremos do circuito, para movimentar de forma ordenada os elétrons livres.
O instrumento usado para medir a tensão elétrica é o voltímetro (V).
O símbolo que representa a tensão elétrica é a letra "V".
A unidade de medida de tensão elétrica é o volt (V).

O aparelho na escala VCA 200 " tensão elétrica alternada " registra 123V da tensão padrão 127V.
Representação da imagem acima, de forma paralela com o circuito você mede a tensão.
➤ Potência Elétrica ( o mais importante compreender ).

A potência elétrica é uma grandeza utilizada com frequência nas especificações dos equipamentos elétricos. Ela determina basicamente o quanto uma lâmpada é capaz de emitir luz, o quanto o motor elétrico é capaz de produzir trabalho ou a carga mecânica que suporta em seu eixo, o quanto um chuveiro é capaz de aquecer a água, ou quanto um aquecedor de ambientes é capaz de produzir calor etc.

Quanto maior a potência maior será o trabalho realizado em um determinado tempo.

A potência normalmente é responsável pelas dimensões dos equipamentos ou máquinas. Todos os aparelhos são projetados para desenvolver ou dissipar uma certa potência.
Não podemos exigir que um pqeueno rádio de pilha seja capaz de fornecer 300W de potência. Isso representa para ele o mesmo que tentar transportar um caminhão no bagageiro de um fusquinha.

É importante ter em mente que, para haver potência elétrica, é necessário:

➤ tensão elétrica (V)    e    ➤ corrente elétrica (I)

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De tudo que foi falado nesse artigo sobre corrente, tensão e potência, podemos concluir o seguinte:
em um circuito com uma lâmpada incandescente de 100W, ligada a uma fonte de tensão variável, teremos:
diminuindo a tensão e a corrente, o brilho da lâmpada será menor (menor potência); veja a figura C.
aumentando a tensão e a corrente, o brilho da lâmpada será maior ( maior potência); veja a figura D.

Figura C. Menor tensão menor será o brilho

Figura D. Maior tensão maior será o brilho.
Insto significa que...

... a tensão, a corrente e a potência variam de maneira direta.
Num sistema elétrico existem três tipos de potência:
 ➤ Potência ativa é a capacidade real de as cargas produzirem trabalho. É aquela que realmente se transforma: Potência luminosa (as lampadas), Potência térmica (chuveiros, aquecedores), Potência mecânica (motores elétricos).

É representada pela letra P. A unidade de medida da potência ativa é o watt (W), ou o seu múltiplo que é o quilowatt (KW). O instrumento usado para medir a potência ativa é o wattímetro.
A relação existente entre cv, hp e KW é a seguinte:

1 CV = 736 watts ou 1 CV = 0,736 KW ➤ 1 KW = 1,36 CV
1 HP = 746 watts ou 1 HP = 0,746 KW ➤ 1 KW = 1,34 HP

O cálculo da potência ativa num circuito pode ser feito das seguintes formas.

➤ Em um circuito de corrente contínua (CC)

P = V x I (W)

➤ Em circuitos de Corrente Alternada (CA) Monofásica: a potência é obtida multiplicando a tensão e a corrente, cujo resultado é a multiplicação pelo fator de potência do equipamento que esta ligado no circuito.

P = V x I x FP (W)

➤ Em circuitos de Corrente Alternada (CA) trifásica: a potência ativa trifásica, tanto para disposição em estrela como em triângulo, é a mesma. É a soma das potências das três fases e calcula-se da seguinte forma:

P = √3 x V x I x FP

em que:

P = Potência elétrica trifásica
√3 = Raiz quadrada de 3 = 1,732
V = tensão entre duas fases quaisquer, em volt (V)
I = corrente em uma das fases tomadas como referência (sistema equilibrado)
FP = fator de potência

Atenção: Os valores de tensão, corrente e potência sempre devem ser muito bem observados, pois do contrário podemos causar graves danos aos equipamentos, aparelhos e as instalações, provocando acidentes e consequências imprevisíveis.
Potência reativa é a responsável pela produção dos campos eletromagnéticos necessários para o funcionamento de equipamentos, tais como: Reatores, Motores, Transformadores.

A unidade de potência realiza é o VAR (volt-ampère-reativo) ou Kvar. O instrumento para fazer a medição da potência reativa é o varímetro.

As concessionarias de energia elétrica utilizam o quilovolt-ampère-reativo hora (kvarh) para registrar o consumo de energia do consumidor.

Potência aparente é o produto da multiplicação da tensão elétrica pelo valor da corrente instantânea. A potência ativa e a potência reativa juntas constituem a potência aparente, que é a potência total gerada e transmitida á carga.

A unidade de potência aparente é o VA (volt-ampère) ou KVA ou MVA.

Triângulo das potências é utilizado para mostrar, graficamente, a relação existente entre as três potências.


Observando o triângulo de potência, verificamos que o ângulo formado pelos vetores correspondente à potência ativa (W) e à potência aparente (VA) é chamado de ângulo  φ (fi).


O cosseno desse ângulo φ (fi) d é que chamamos de FATOR DE POTÊNCIA
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O fator de potência é um índice que mostra a forma como a energia elétrica recebida está sendo utilizada. ou seja, indica quanto a energia solicitada (aparente) está realmente sendo usada de forma útil (energia ativa).


O instrumento para medir o fator de potência é o cossefímetro.
Ele é determinado pela aplicação da seguinte expressão:


 O fator de potência pode apresentar-se de suas formas:


A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estabelece que o fator de potência nas unidades consumidores deve ser superior a 0,92 capacitivo durante 6 horas da madrugada (23h30min às 06h30min) e 0,92 indutivo durante o restante das horas do dia. Esse limite é determinado pelos Artigos nº 64 e 65 Resolução ANEEL n° 456 de 29 de novembro de 2000, e quem descumpre está sujeito a uma espécie de multa que leva em conta o fator medido e a energia consumida ao longo de um mês.

Lembre - se quanto menor o fator de potência, maior é a conta no final do mês.

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Quanto ganha em média um eletricista no Brasil?

Olá amigos vamos mostrar a vocês esse artigo sobre o piso salarial dos eletricistas do brasil, fontes da internet, porem quero elaborar nossa própria fonte, para sim podermos fazer um artigo mais confiável alias não podemos acreditar 100% nas informações que encontramos na internet não é mesmo?


Antes de iniciar a leitura desse artigo, peço a vocês visitantes e sei que não são poucos :D responda verdadeiramente esse formulário sobre nossa profissão e quanto ganhamos realmente em nosso trabalho atual.


Vamos colher informações por 30 dias, afim de trazer um artigo mais claro e objetivo e com informações verdadeiras, pois a pergunta é quanto ganha um eletricista? um eletricista do sudeste do brasil ganha mais que um do norte ou um do sul? é o que veremos.

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Quanto ganha um eletricista?

O eletricista é um profissional habilitado a fazer instalações elétricas em ambientes residenciais, comerciais e industriais, seguindo normas técnicas e de segurança. Fazer manutenção elétrica e instalar equipamentos eletrônicos também estão entre suas funções.

Os eletricistas qualificados podem trabalhar na indústria, na construção civil, empresas petroquímicas, prestadoras de serviço, em órgãos públicos e como autônomos

O mercado de trabalho para eletricistas está aquecido e faltam profissionais qualificados para atender a demanda. Com isso, o eletricista com cursos técnicos e de aperfeiçoamento encontra boas oportunidades de emprego.

Piso Salarial do Eletricista

Os eletricistas não possuem um piso salarial único com validade em todo o País. Os sindicatos relacionados à categoria dos eletricistas e àqueles setores onde esses profissionais trabalham têm acordos e convenções coletivas para definir o salário, benefícios, adicionais e pagamento de horas extras para diversas regiões e tipos de empresa.

Seguem exemplos de pisos salariais para eletricistas definidos por alguns sindicatos:

Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção e do Mobiliário de Santos (SP)

Trabalhadores qualificados: R$ 1.481,04
Trabalhadores não qualificados: R$ 1.074,48

Piso salarial para trabalhadores que prestam serviços na Parada, por hora:

Eletricista de Força e Controle: R$ 8,69
Eletricista de Manutenção R$ 8,69
Eletricista Montador: R$ 8,01
Eletricista Qualificado: R$ 11,02
Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Espírito Santo (ES)

Eletricista: R$ 1.731,40
Eletricista de Manutenção: R$ 1.834,80
Eletricista de Força e Controle: R$ 2.266,00
Eletricista Montador: R$ 2.131,80

Sindicato dos Oficiais Eletricistas e Trabalhadores na Indústria de Instalações Elétricas, Hidráulicas, Gás e Sanitárias de Maringá (PR)

Ajudante: R$ 871,20
Meio Oficial: R$ 959,20
Oficial A: R$ 1.025,60
Oficial B: R$ 1.328,80
Sub Encarregado: R$ R$ 1.460,80
Encarregado A: R$ 1.806,20
Encarregado B: R$ 1.911,80
Encarregado Geral: R$ 2.041

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Sobre o piso salarial, os trabalhadores do setor elétrico recebem ainda um adicional de 30% de periculosidade.

Salário Médio do Eletricista

O levantamento salarial do site de empregos Catho indica que um eletricista ganha entre R$ 1.008,00 e R$ 2.800,77, com média salarial nacional de R$ 1.695,20. Seguem as médias salariais para algumas funções desempenhadas por eletricistas, segundo o site:

Eletricista Industrial: R$ 1.883,94
Eletricista de Veículos: R$ 1.692,74
Eletricista Eletrônico: R$ 2.524,78
Eletricista de Instalações: R$ 1.354,21
Eletricista de Força e Controle: R$ 1.994,93
Eletricista Montador: R$ 1.652,15
Eletricista Montador de Painel: R$ 1.666,97
Eletricista Predial: R$ 1.530,61
Eletricista de Manutenção Industrial: R$ 2.365,85
Eletricista de Ar Condicionado: R$ 1.460,38
Eletricista de Empilhadeira: R$ 2.173,50
Técnico Eletricista: R$ 2.270,71
Meio Oficial Eletricista: R$ 1.264,83
Oficial Eletricista: R$ 1.386,61
Auxiliar de Eletricista: R$ 1.048,45
Mecânico Eletricista: R$ 1.959,01
De acordo com uma tabela de salários publicada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (SP), a média salarial no Estado de São Paulo é de R$ 1.827,64 para Eletricista I e R$ 2.058,03 para Eletricista II.

Concurso Público para Eletricista

O eletricista pode ocupar cargos públicos em prefeituras, órgãos estaduais e federais. Concursos recentes com vagas para eletricistas, eletricistas de manutenção e técnicos eletricistas oferecem salários iniciais entre R$ 1.000,00 e R$ 2.300,00, mais adicionais, gratificações e benefícios.

Sobre a Carreira do Eletricista

Quem deseja seguir a carreira de eletricista encontra uma grande oferta de cursos de qualificação profissional presenciais e a distância em diversas especializações, como por exemplo:

Eletricista Montador
Eletricista Instalador
Eletricidade Industrial
Eletricista
Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão
Eletricista de Instalações Industriais
Técnico Eletricista
Técnico em Eletrônica
Técnico em Eletroeletrônica
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Eletromecânica
Instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) oferecem curso gratuito de eletricista em todo o País e também é possível fazer cursos gratuitos de eletricista pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, o Pronatec.

Entre as atividades desenvolvidas pelo eletricista, podemos citar:

Analisar e interpretar desenhos técnicos de fiação e instalações elétricas.
Instalar e fazer a manutenção de fios condutores e equipamentos elétricos.
Consertar equipamentos elétricos.
Fazer a manutenção de maquinário elétrico industrial.
Verificar a segurança de equipamentos elétricos.
Elaborar orçamentos e projetos de instalações elétricas.
Além de dominar as ferramentas e conhecimentos técnicos necessários para exercer a profissão, um bom eletricista precisa ter características como: saber fazer cálculos e interpretar desenhos técnicos, ter boa comunicação, ter habilidade para solucionar problemas, ser responsável e organizado, trabalhar com segurança e, no caso de eletricistas autônomos, empreendedorismo, bom atendimento ao cliente e capacidade de negociação são fundamentais. Saber usar o computador também está se tornando cada vez mais importante para os eletricistas.

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O mercado de trabalho para eletricistas é favorável e está aquecido. Reportagens de diversos jornais e revistas apontam que existe uma carência de profissionais qualificados para atender a demanda em várias regiões do País e diferentes setores da economia.

Dos setores que pagam salários mais altos para eletricistas, a indústria de petróleo e gás e o setor de infraestrutura são destaques. Investimentos nas áreas de telecomunicações, automação industrial e construção civil também contribuem para que eletricistas qualificados consigam uma boa posição no mercado e bons salários.

A empregabilidade é alta para quem faz curso técnico de eletricista, eletromecânica, eletroeletrônica, eletrotécnica, elétrica automotiva e afins. Um estudo do Senai indica que a maioria dos alunos de formação técnica, inclusive eletricistas, já saem do curso com a carteira assinada. Também segundo o Senai, um técnico em eletrônica com dez anos de experiência ganha em média R$ 5.300,00.


Sensores Capacitivo e Sensores Indutivos o que são?

Olá amigos no artigo de hoje quero compartilhar com você sobre 2 tipos de sensores muito utilizado nas industrias, são eles os sensores indutivos e sensores capacitivos vocês sabem para que serve cada um deles? Então vamos aprender juntos..

Imagem de alguns dos modelos de sensores indutivos

Sensor indutivo é dispositivo eletrônico que é capaz de reagir a proximidade de objetos metálicos, esses dispositivos exploram o princípio da impedância de uma bobina de indução, que ao conduzir uma corrente alternada tem esta alterada quando um objeto metálico ou corrente elétrica é posicionado dentro do fluxo do campo magnético radiante.

Isso ocorre pois o objeto absorve parte do campo magnético essa variação é detectada pelo circuito do sensor que produz um sinal de saída, podendo ser a atuação de um contato NA ou NF para corrente alternada ou contínua, um transistor ou ainda um sinal variável de tensão ou de corrente (saída analógica).

Um sensor indutivo é composto por quatro parte sendo:

Um oscilador verifica as mudanças de corrente contínua (DC) para corrente alternada (AC).
Um núcleo de ferro envolto em fios ou em uma bobina cria um campo magnético que será afetado pela presença de metal.

Os dispositivos de sensoriamento monitoram o circuito do campo magnético e as mudanças de campo causadas por metais passando nas proximidades.
Um processador de saída leva a informação ao circuito do sensor e envia um sinal para outros equipamentos.

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Aplicação de um Sensor Indutivo

Foram introduzidos no mercado na em meados de 1960, geralmente aplicados para a substituição de chaves-fim-de-curso pois não requerem contato físico para atuar. esse fator proporciona uma maior durabilidade, segurança e velocidade de trabalho do equipamento.

Possuem grande aplicação também na industrial para sendo utilizados em maquinas para contar peças, medir velocidade, detectar materiais de baixa resistência mecânica, entre muitas outras aplicações.

Simbologia de Sensores Indutivos


Sensores Capacitivos

Neste artigo, abordaremos o funcionamento, vantagens e desvantagens do sensor capacitivo ou sensor detector de proximidade de efeito capacitivo. Este tipo de sensor permite a detecção sem contato e a medição linear de pequenos deslocamentos, da ordem de aproximadamente zero até três centímetros com uma resolução que pode chegar à nanométrica.

Sensor Capacitivo


Embora apresente a mesma função principal, o sensor capacitivo possui algumas características diferentes em relação aos sensores de proximidade que operam a partir de corrente parasita, tais como os sensores indutivos.

Funcionamento e construção do sensor capacitivo

Antes de entender o funcionamento de um sensor capacitivo, são necessárias algumas definições. Capacitância é a capacidade de um material de armazenar carga elétrica. No campo da eletrônica, este princípio é geralmente associado ao dispositivo armazenador de energia chamado capacitor.

Representação de um Capacitor com placas paralelas


Para melhor entendimento, considere um capacitor de placas paralelas. Este tipo de capacitor possui duas placas de material condutor posicionadas paralelamente e, entre elas, existe um material isolante (dielétrico). O valor da capacitância mútua é proporcional ao índice de permissividade do material dielétrico, que é uma propriedade do material, e à área “A” das placas. E é inversamente proporcional à distância “D” entre as superfícies.

O sensor capacitivo opera de forma similar ao capacitor. No entanto a capacitância do sensor é variável de acordo com a distância entre a superfície de leitura do sensor e o material a ser detectado. Também podem ocorrer mudanças na capacitância do sensor pela captação de material condutivo ou dielétrico. A alteração da capacitância por fim representa uma variação no sinal elétrico emitido pelo dispositivo.

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Sensores de proximidade: sensor capacitivo X sensor indutivo.

Nas aplicações industriais, existem casos em que o sensor capacitivo leva vantagem. Em outros casos, os sensores de indução oferecem maiores vantagens. E existem situações em que as demais categorias de sensores, como os ópticos ou ultrassônicos, podem suprir melhor a necessidade do projeto por possuírem maior alcance.

Considerando o efeito de campo elétrico do sensor capacitivo e o efeito de campo magnético do sensor indutivo, diversas diferenças de operação são notáveis. A tabela 1 apresenta uma análise comparativa entre as duas famílias de sensores de acordo com determinados fatores de operação.

Tabela 1. Comparação resumida entre as categorias de sensor capacitivo e indutivos.

De acordo com a tabela 1 é possível verificar que, em determinadas situações, a escolha do sensor capacitivo é mais adequada. Como por exemplo, situações em que é necessária a instalação de sensores lado a lado ou em embutidos partes metálicas, onde o campo magnético do sensor indutivo pode causar maior interferência.  Além de detectar também materiais não condutores.


Por outro lado, os sensores indutivos possuem melhor alcance e permitem melhor operação sujeita a poeira e sujeira. Visto que possuem uma vedação muito boa além de não captar os materiais não condutores.

Aplicações do Sensor Capacitivo

Devido a sua alta precisão, boa parte das aplicações destes sensores tem relação com a medição de precisão. Algumas destas aplicações específicas dos sensores capacitivos estão listadas abaixo:


  • Medição de posicionamento com alta precisão:
  • Medição de espessura:
  • Testes de linha de produção/verificação de uniformidade nas dimensões dos mecanismos produzidos.
  • Identificação da composição de certos materiais de diferentes permissividades.
  • Aplicações gerais de sensores: Chave fim de curso sem contato, contador, entre outras funções.

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Portanto, conclui-se que o sensor capacitivo é muito útil quando uma resolução alta é necessária. Além de possuir funções que complementam certas limitações dos sensores indutivos e vice-versa.

Simbologia do Sensor Capacitivo



Fonte compartilhada - Sensores Capacitivos
Fonte compartilhada - Sensores Indutivos

No proximo artigo falaremos sobre outros 3 tipos de sensores, que são eles: Sensores Magnéticos, Foto Emissor e Foto Receptor, você pode ser avisado desses artigos no e-mail se inscrevendo aqui.

Desarmou o Disjuntor no Banho Quentinho e Agora?

Por que o disjuntor do chuveiro desliga no banho quentinho? queridos as vezes esse e um problema simples de resolver vamos observar algumas dicas abaixo? Lembre-se consulte sempre um eletricista credenciado e não um pedricista. 

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Causa mais comum:

A potência do chuveiro é maior do que a fiação (espessura) aguenta. Para evitar que os  fios  aqueçam  e entrem em curto-circuito  o disjuntor desarma. Na verdade, o disjuntor cai e interrompe a corrente elétrica como um recurso de segurança para evitar super aquecimento, que pode provocar um incêndio. O banho fica frio, mas a casa fica segura.

Outras causas:

Também pode ser que exista mau contato na conexão entre o disjuntor e o fio elétrico do circuito que liga o chuveiro. Ou desarma porque foi usada uma tomada para ligar o chuveiro. A maioria das tomadas é feita para passar  15A de corrente e um chuveiro novo não passa menos que 25A.

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Como você poderia evitar:

A melhor coisa seria verificar, antes de comprar, se a potência do chuveiro era compatível com a amperagem do disjuntor. Se você tem um disjuntor de 30A tem que comprar um chuveiro de no máximo 6.600W (30Ax220V= 6.600W).

A potência do chuveiro vem descrita pelo fabricante na embalagem. Ou, se você realmente queria um banho mais quente, poderia ter trocado o disjuntor  e a fiação que vai até o chuveiro (maior bitola) . Também é importante ficar bem atento à emenda que se faz para ligar o fio do chuveiro à rede elétrica da casa tem que ficar bem apertada e isolada  com aquele conector, sem usar tomadas . Além de tudo isso, tenha um sistema de aterramento para evitar choques.

Exemplo de ligações:



lembre-se use as imagens apenas como referência caso tiver dúvidas chame um eletricista, e jamais use tomadas em chuveiros, se você for usar DR em chuveiro lembre-se que você precisará de uma resistência blindada, que são caríssimos porem você terá maior segurança contra choques elétricos.

Certifique que sua fiação é adequada, caso estiver com secção menor que o ideal com certeza irá derreter, as vezes a fiação chega derreter por super aquecimento e o disjuntor não desarma tomem cuidado.

Lembre-se se você tem um chuveiro na tensão 127 Volts você gastará com mais fiação e disjuntor, pois a corrente que circulará será maior porem a potência será a mesma. Por isso necessita fio mais grosso na rede 127V e disjuntor de amperagem maior.

Tabela Prática:



Lembre-se quanto maior a distancia do quadro até o chuveiro mais grosso precisará ser a fiação, então considere a tabela acima até no máximo 15 metros, para mais consulte uma tabela de queda de tensão.


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Atividade em Comandos Elétricos

Atividade em Comandos Elétricos 

Olá Elétricos vamos fazer uma atividade em Comandos Elétricos? pois quero que você aprenda e veja como funciona comandos elétricos então essa semana estarei criando sequencia de artigos somente relacionado a criação e explicação em diagramas e circuitos de comandos elétricos.



E nesse segundo artigo Chamado Estrela Triângulo com Reversão montaremos esse Circuito para você aprender como montar o mesmo na sua bancada ou até mesmo no CADE SIMU.

A chave estrela triângulo reversora tem a possibilidade de aplicação da redução da corrente de partida em ambos os sentido de rotação. Deve - se ter em mente que para aplicar a chave corretamente na reversão, o motor deve estar parado. Nessa atividade vamos montar uma possibilidade de criação para o circuito estrela triângulo com reversão, então já deixarei a imagem disponível para serem avaliadas.


Nota: A partir desta atividade será descrito o funcionamento dos circuitos de maneira simplificada, para que o detalhamento do funcionamento dos diagramas, com base nos apresentados até agora, sirva de exercício e base de estudo. Vamos observar a imagem abaixo, criada pelo Eletrotécnico Felipe Vieira.

(clique na imagem para aumentar)
Descrição Simplificada do Funcionamento
Temos quatro contatores no circuito de força, sendo K1 e K2 os contatores responsáveis pela reversão, K3 fecha o triângulo com K1 ou K2 e K4 fecha a estrela na partida estrela.A sequencia do circuito de força nessa atividade seria K1 ou K2 em conjunto com K4 (K4 entra primeiro), temporização, sai K4 e entra K3.

Partida em Estrela

Pressionando S1 (liga) ou S2 (liga), energiza-se K4 e 2dT1. De acordo com o botão pressionado energiza-se K1 ou K2. O Motor parte em estrela. Fechando o Motor 4,5,6 através de K4 e K1 ou K2 energizando 1,2,3.

Partida em Triângulo

Terminada a contagem de tempo, 2dT1 tira o K4 do circuito e K3 é energizado. O motor passa para triângulo. Caso esteja partido no sentido horário os contatores responsáveis pelo triangulo será K1 e K3. Fazendo assim o fechamento do motor para triângulo. 1 com 6, 2 com 4, 3 com 5.

Parada do Motor

A parada do motor é efetuada pressionando S0 (desliga)

Parada por Defeito no Circuito de Comando

O motor pode parar por um problema de sobrecarga, já que o relé térmico desliga o circuito de comando ou se um dos fusíveis de comando queimar.

Iluminação de Funcionamento

A instalação dos LEDs (luminosos) é muito importante para o eletricista saber sem mesmo ter que abrir o painel qual o tipo de erro que pode estar ocorrendo. Observando o diagrama de comando temos 4 LED sendo que o primeiro so acenderá quando o motor estiver desenergizado indicando motor parado e comando desarmado, o segundo LED acenderá assim que dermos a partida no motor assim indicando que o mesmo esta fechado para estrela, após o tempo do temporizador esse LED apagara e acionada o terceiro LED, isso tanto para sentido horário e anti-horário. Observando o ultimo LED ele é do contato aberto do relé térmico ou seja quando houver uma sobrecarga e o comando todo desligar o LED acenderá no painel e indicará que o mesmo esta necessitando reparo ou apenas um "reset".

Bom pessoal é isso espero que tenham gostado do artigo. Caso queira um curso completo de comandos elétricos é claro você deve fazer o mesmo na nossa plataforma online! Clique abaixo para iniciar seu curso e aprender tudo sobre comandos elétricos.




A Tecnologia dos Disjuntores da Alemanha

Veja como são os Disjuntores da Alemanha muito TOP! recebi de um membro do grupo de elétrica e resolvi mostrar para vocês. Disjuntores Bifásicos e Disjuntores DR.


Disjuntores da Marca Hager Veja esse Vídeo de Apresentação e Exemplo de Aplicação!


em breve estaremos mostraremos mais vídeos das tecnologia usadas pelos países afora afim de comparar com as marcas e disjuntores populares brasileiro.

Como dimensionar estrela - triângulo?

Olá amigos nesse artigos mostraremos como você deve realizar o procedimento para dimensionamento dos componentes utilizado em chaves estrela triângulo. Qualquer dúvida utilize o formulário abaixo!

DIMENSIONAMENTO DE K1 e K2
• Deve-se observar que K1 está sujeito à corrente de fase/linha na partida em ESTRELA, ou seja, a corrente será 1/3 da nominal.





• Após o fechamento em Triângulo, K1 estará sujeito à corrente de fase do motor, ou seja:



Para K2, na partida em Y, o contator está desconectado;
• Quando do chaveamento para TRIÂNGULO, K2 estará sujeito à corrente de fase, tal qual K1. Assim:



Então, para dimensionar K1 e K2, calcula-se:


onde, o fator 1,15 é para proteção do componente

DIMENSIONAMENTO DE K3
• Deve-se observar que K3 está sujeito à corrente de fase/linha na partida em ESTRELA, ou seja, a corrente será 1/3 da nominal.
• Após o fechamento em Triângulo, K3 estará desconectado.


Então, para dimensionar K3, calcula-se:


onde, o fator 1,15 é para proteção do componente

- DIMENSIONAMENTO DO RELÉ TÉRMICO - RT
• Deve-se observar que RT está sujeito à corrente de fase/linha na partida
em ESTRELA, ou seja, a corrente será 1/3 da nominal.
• Após o fechamento em Triângulo, RT estará sujeito à corrente de fase do
motor, ou seja:

Então, para dimensionar RT, calcula-se:


dependendo da questão da elevação ou não da temperatura


- DIMENSIONAMENTO DOS FUSÍVEIS
1ª Situação - IF ≥ 1,2 x In (Correte do fusível deve ser maior ou igual a 20% a corrente nominal)
2ª Situação – IF ≤ IFmax de K1 e K2 (Correte do fusível deve ser menor ou igual a corrente máxima suportada pelos contatos dos contatores K1 e K2 em situação de curto circuito)
3ª Situação – IF ≤ IFmax de F7 (Correte do fusível deve ser menor ou igual a corrente máxima suportada pelo Relé térmico em situação de curto circuito).




EXEMPLO:

MOTOR 3ø/10cv/380V/14,4A/ (IP/IN=8,3)/TP=8s/ Letra Cod. D/AC-3/ Sem Elev. Temp.

- Contatores K1 e K2

- Contatores K3

- RELÉ TÉRMICO – RT sem elevação de temperatura


- Fusíveis Letra Cod. D




Então Galerinha, abaixo está um exemplo de aplicação do comando estrela-triangulo com disjuntor motor. 


Exemplo detalhado de como realizar os fechamentos dos motores primeiro em estrela e em seguida triângulo.

1°Fechamento em Estrela onde o Motor faz sua partida inicial, repare que nesse fechamento as suas bobinas receber 127Volts apenas!

2° Fechamento em triângulo após o tempo de inercia os contatores fecha o motor para triangulo sua alimentação nominal de 220V.


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Elétrica Residencial Ligando Tomadas

Olá amigos agora nesse ensinamento vamos dar algumas opções de como você pode ligar sua tomada em sua residencia veja esses 7 exemplos, lembrando que o ideal e sempre utilizar interruptores DR para te proteger contra descargas elétricas (Choque Elétrico).

Nesse primeiro esquema podemos aprender como instalar uma tomada em 127 volts entre fase e neutro, com um disjuntor DR protegendo o circuito.



Nesse segundo esquema podemos aprender como instalar uma tomada em 220 Volts entre fase e fase, a partir de um disjuntor bifásico comum, podendo ser instalada varias tomadas nesse mesmo circuito desde que sua corrente máxima não ultrapasse o limite de Amperes do Disjuntor e a Corrente que sua fiação suporte.



Nesse terceiro esquema ensina como instalar uma tomada em 127 Volts entre fase e neutro a partir de um disjuntor unipolar, assim eliminando a fase que estará indo as tomadas, desde que somente esteja indo direto o neutro que não contem " tensão elétrica ". Caso queira em vez do neutro utilizar uma fase para ter 220 Volts lembre se que a mesma se não passar por um disjuntor ficará sempre mandando tensão elétrica e você poderá tomar choque. Em locais do brasil para se ter 220V utiliza se fase e neutro do seu sistema 380V.



Nesse quarto esquema você pode observar como ligar 2 tomadas na mesma caixinha como exemplo a figura ao lado do diagrama, em tensão de 127 volts fase e neutro. Proteção usada nesse exemplo e um DR.




Nesse quinto esquema você pode observar como ligar o mesmo tipo de tomada acima mas em tensão de 220 volts utilizando um disjuntor bipolar para proteger o circuito.


Nesse sexto esquema você pode aprender como ligar 2 interruptores e uma tomada na mesma caixinha. Utilizando 2 circuitos separados 1 disjuntor bipolar para proteção da rede 220V e um unipolar para o circuito da lampada, aplicação da tensão da tomada esta em 220V e a lampada 127V.
" Cada tecla acende uma determinada lampada em pontos diferentes "


Nesse esquema você pode utilizar a mesma fase passando pelo disjuntor e alimentando o interruptor e a tomada em 127 volts. Ligação de Tomada e Interruptor Simples para Lampadas 127 Volts.



lembre - se sempre de seguir as normas NBR 5410 para uma instalação elétrica segura e correta.


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