Ensinando Elétrica  | Dicas e Ensinamentos

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Utilização de Esquemas

Olá pessoal tudo bem com vocês? no artigo de hoje vamos falar sobre representações de esquemas elétricos e como eles podem ser interpretados. Experimente ouvir essa áudio aula, ou execute o player abaixo você também pode salvar o arquivo áudio aula. Boa aula meus Queridos!


Primeiramente o que é um esquema elétrico? é a representação de uma instalação, ou parte dela, por meio de símbolos gráficos. Todo ou qualquer projeto será desenvolvido através de símbolos, e para isso são utilizados os esquema unifilar, multifilar e funcional.




Esquema Multifilar

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O esquema da imagem abaixo representa todo sistema elétrico, em seus detalhes, como todos os condutores. Nesta representação cada traço é um fio que será utilizado na ligação dos componentes.


O esquema das figuras abaixo representa exatamente como a instalação da figura acima é executada na prática.


Sempre que for representado um símbolo, ele deve estar instalado em uma caixa de passagem, seja no teto ou na parede, e os condutores devem passar por dentro dos eletrodutos, os quais partem de um Quadro de Distribuição (QD). Em um projeto, se a sua representação fosse feita na forma multifilar, cada condutor seria representado por um traço, saindo do QD e chegando ao seu destino. Como observamos na figura abaixo, seria impossível representar um projeto na forma multifilar, pois seriam tantos traços que dificultariam a sua interpretação. Neste caso, para realizar um projeto com clareza e de maneira simplificada, utilizamos a forma unifilar.

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Esquema Unifilar

Ele representa um sistema elétrico simplificado, que identifica o número de condutores e representa seus trajetos por um único traço.
Geralmente, representa a posição física dos componentes da instalação, porém não reproduz com clareza o funcionamento e sequência funcional dos circuitos. Na imagem abaixo temos um esquema de um circuito elétrico composto de interruptor simples, tomada, lâmpada, rede de eletroduto e fiação, todos representados na forma unifilar.


Esquema Funcional 

Apresenta todo sistema elétrico e permite interpretar, com clareza e rapidez, o funcionamento ou sequencia funcional dos circuitos. Não se preocupa com a posição física dos componentes da instalação, pois os caminhos das correntes são representados por meio de retas, sem cruzamento ou inclinação na vertical ou horizontal.

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O esquema mostra o equipamento exatamente como ele é encontrado à venda no mercado, ou como ele é industrialmente fabricado. Esse tipo de esquema é usado somente para ilustrar, eventualmente, um circuito de forma simplificada.



Bom galera é isso espero que tenha gostado desse artigo até o próximo artigo aqui no Blog Ensinando Elétrica.

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Disjuntores Termomagnéticos

Olá meus amigos aqui é seu amigo Felipe Vieira e no artigo de hoje falaremos sobre um item de uso geral, usado em todas as áreas de forma geral.

Modelo de Disjuntores Comercias Marca Altronic


Disjuntores Termomagnéticos

Fusíveis são baratos, mas geram descarte em eventuais trocas, além de consumir um tempo maior em manutenção, já que é necessário requisitar os novos fusíveis antes da substituição. Outro inconveniente é que, num sistema trifásico, pode ocorrer a queima de um fusível apenas, deixando o sistema com apenas duas fases. Uma alternativa direta e eficaz é a utilização de disjuntores termomagnéticos


Devemos ter em mente que existem categorias diferentes de disjuntores com diferentes curvas para essas categorias. Como estamos trabalhando com cargas indutivas (nesse exemplo), precisamos também, ao especificar o disjuntor, consultar a curva de disparo do dispositivo fornecida pelo fabricante. Como exemplo, vamos especificar o disjuntor para o mesmo motor de 10cv 220V, quatro polos; temos In = 26,6A, Ip/In = 8.

Desta vez temos um procedimento diferente para utilizar a curva, observe a figura abaixo:


É necessário saber quantas vezes a corrente de partida do motor é superior a corrente nominal do disjuntor e aplicar esse resultado no eixo x da curva. O motor escolhido tem uma In de 26,6A e Ip = 212,8A. Vamos supor que escolhemos um disjuntor de 32A, dividindo Ip por 32A temos 6,65. Traçamos uma perpendicular próxima a 6x In e para 5s de tempo de partida estamos dentro do limite da curva superior (atuação) do disjuntor, porém 6,65x pode provocar a atuação, pois passa-se do limite da curva.

➡ Note que tempos de partida mais longos ou correntes de partida um pouco superiores ao esperado também podem provocar o disparo do disjuntor, resultando em paradas desnecessárias.

Vamos observar a imagem abaixo com alguns valores comerciais de disjuntores:



Se o ponto de intersecção estivesse acima da curva, teríamos de escolher um disjuntor maior. Escolhendo um disjuntor de 50A, temos 4,25 de multiplicador; aplicado a curva podemos ter um tempo de partida de 10s e ainda continuaremos abaixo da curva. Essa decisão é extremamente técnica e deve ser feita com cuidado, levando em consideração os valores máximos dos elementos de proteção para contatores e demais componentes.

Concluindo. o disjuntor, assim como os fusíveis D ou NH, deve suportar a corrente de partida e após a partida continuar protegendo os elementos do sistema de eventuais curtos circuitos e sobrecargas muito elevadas. Infelizmente esses dispositivos não são indicados para proteção do motor contra sobrecargas comuns. De fato, um motor pode até queimar completamente sem que o disjuntor ou fusível detecte o problema.

Para monitorar sobrecargas no motor ou falhas internas que provoquem elevações de correntes e aquecimento, os dispositivos mais indicados são relé bimetálicos de sobrecarga ( Relé Térmico) e os sensores térmicos inseridos nos enrolamentos dos motores (estes últimos são os mais eficientes para proteção do motor).

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Quanto Ganha um Eletricista nos Estados Unidos?




Eletricista nos EUA ( Estados Unidos da América )

Os eletricistas apoiam a indústria dos edifícios e da construção, oferecendo um ofício habilidoso que leva anos para aprender. O trabalho elétrico exige treinamento prático, e a segurança tem um papel significativo no seu êxito. Os cursos técnicos providenciam o treinamento e a educação exigidos, na sala de aula e no trabalho, para obter emprego. Muitos estados norte-americanos exigem a conclusão de um curso técnico para obter uma licença de eletricista. De acordo com o Bureau of Labor Statistics (BLS) dos Estados Unidos, em 2010, os eletricistas ganhavam em média um salário anual de $48.250 (equivalente a R$109.651).
Geral
Os cursos técnicos combinam para o conhecimento necessário para o trabalho com eletricidade e as competências adquiridas através de formação prática. Eles fornecem treinamento para técnicos de ligações e instalações exteriores, interiores e residenciais. Eletricistas autorizados trabalham lado a lado com os aprendizes, para assegurar um treinamento orientado aos seus objetivos, além de segurança. Os candidatos podem comprar materiais informativos – de organizações tais como o National Joint Apprenticeship Training Committee – para obter informações detalhadas sobre o processo de aprendizado e sobre a área.
Requisitos
Candidatos interessados em candidatar-se devem ter pelo menos 18 anos de idade, um diploma do ensino médio, com um ano de álgebra, e devem completar com êxito uma prova de aptidão focada em leitura e matemática. Os cursos geralmente duram de quatro a seis anos. Todo ano, os aprendizes passam 144 horas na sala de aula e 2.000 horas num ambiente de trabalho. Os cursos técnicos de eletricistas oferecem um salário pago durante esse período.

Salários

Os eletricistas aprendizes ganham salários durante o tempo que estiverem fazendo um curso, e os salários variam com base em localização e tipo de trabalho. Conforme o aprendiz progride, ao longo do período de quatro a seis anos, o salário aumenta. Por exemplo, um técnico de ligações internas em San Diego ganha $23,75 por hora (cerca de R$53,97), incluindo o pagamento de pensão e de saúde e segurança social, nos primeiros seis meses. Esse valor vai aumentando, com incrementos de seis em seis meses, acabando em um total, por hora, de $46,06 (cerca de R$104.67), fixado desde junho de 2011.

Cursos

Os centros e organizações de treinamento oferecem dois tipos de cursos técnicos: sindical e independente. De acordo com o BLS, o National Joint Apprenticeship Training Committee, a National Electrical Contractors Association e a International Brotherhood of Electrical Workers oferecem treinamento sindicalizado. Os Associated Builders and Contractors, os Independent Electrical Contractors, Inc., a National Association of Home Builders e o National Center for Construction Education and Research oferecem programas independentes.

Elétrica Residencial Ligando Tomadas

Olá amigos agora nesse ensinamento vamos dar algumas opções de como você pode ligar sua tomada em sua residencia veja esses 7 exemplos, lembrando que o ideal e sempre utilizar interruptores DR para te proteger contra descargas elétricas (Choque Elétrico).

Nesse primeiro esquema podemos aprender como instalar uma tomada em 127 volts entre fase e neutro, com um disjuntor DR protegendo o circuito.



Nesse segundo esquema podemos aprender como instalar uma tomada em 220 Volts entre fase e fase, a partir de um disjuntor bifásico comum, podendo ser instalada varias tomadas nesse mesmo circuito desde que sua corrente máxima não ultrapasse o limite de Amperes do Disjuntor e a Corrente que sua fiação suporte.



Nesse terceiro esquema ensina como instalar uma tomada em 127 Volts entre fase e neutro a partir de um disjuntor unipolar, assim eliminando a fase que estará indo as tomadas, desde que somente esteja indo direto o neutro que não contem " tensão elétrica ". Caso queira em vez do neutro utilizar uma fase para ter 220 Volts lembre se que a mesma se não passar por um disjuntor ficará sempre mandando tensão elétrica e você poderá tomar choque. Em locais do brasil para se ter 220V utiliza se fase e neutro do seu sistema 380V.



Nesse quarto esquema você pode observar como ligar 2 tomadas na mesma caixinha como exemplo a figura ao lado do diagrama, em tensão de 127 volts fase e neutro. Proteção usada nesse exemplo e um DR.




Nesse quinto esquema você pode observar como ligar o mesmo tipo de tomada acima mas em tensão de 220 volts utilizando um disjuntor bipolar para proteger o circuito.


Nesse sexto esquema você pode aprender como ligar 2 interruptores e uma tomada na mesma caixinha. Utilizando 2 circuitos separados 1 disjuntor bipolar para proteção da rede 220V e um unipolar para o circuito da lampada, aplicação da tensão da tomada esta em 220V e a lampada 127V.
" Cada tecla acende uma determinada lampada em pontos diferentes "


Nesse esquema você pode utilizar a mesma fase passando pelo disjuntor e alimentando o interruptor e a tomada em 127 volts. Ligação de Tomada e Interruptor Simples para Lampadas 127 Volts.



lembre - se sempre de seguir as normas NBR 5410 para uma instalação elétrica segura e correta.


Como ligar Inversor de Freqüência WEG CFW10

Pessoal nesse artigo veja o esquema elétrico para ligar através de botoes e através do IHM um Inversor de Freqüência WEG CFW10


Aplicação alimentação e saídas para motor



Aplicação dos bornes do inversor

Abaixo vocês pode assistir as 2 vídeo aulas de como ligar e configurar os parâmetros.


PARTE 2 LIGAÇÃO DAS BOTOEIRAS E POTENCIÔMETRO



Agradecimentos a A.R Instalações Eletricas


Diagramas de comandos elétricos

Nesse artigo veremos três diagramas de comandos e nele você irá entender o que significa é cada componente assim podendo identificar e aprimorar seus conhecimentos em simbologia de comandos elétricos.

Nesse diagrama temos um comando Partida Direta com Reversão de sentido de rotação


Veja o que cada item significa no comando lendo as setas de indicação, vejamos outro comando abaixo:


Esse comando é o mais comum e mais fácil de se aprender pois se trata de um comando partida direta para ligar motores elétricos trifásico.

Agora vejamos o Comando ESTRELA - TRIANGULO abaixo:

Você pode clicar na imagem para veja em tela grande

Único problema desse comando é que no circuito de comando esqueci de colocar um Transformador redutor de tensão de 220V para 24V e sim para depois passar pela ponte retificadora e transformar em tensão continua, de resto está tudo bem e seu comando é esse mesmo.

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Como realizar ligações de fotocélula em contator e lampadas comum


Primeiramente vamos fazer uma breve descrição sobre a fotocélula ou rele foto elétrico.
A diferença é que no interruptor o acionamento é puramente mecânico, já numa fotocélula há um pequeno sensor, capaz de detectar diferenças de luminosidade no ambiente. Essa detecção de luz permite que o interruptor que há dentro da fotocélula seja acionado.
Quando a luz diminui, o interruptor é "ligado" e assim as luzes podem ser acesas automaticamente. Tal lógica é muito usada na rede de iluminação pública.

Vejamos 3 opções de ligações a 1° Opção e a mais comum quando se quer ligar a fotocélula a uma lampada ou um conjunto de lampadas, tanto que sua carga máxima não ultrapasse seus 1000 watts.

Esquema Elétrico de uma Fotocélula de 3 fios em rede 127V

Vejamos agora um exemplo em que você precisará instalar varias lampadas cujo sua carga total passará dos 1000 watts de potência, então você terá que associar a fotocélula á um contator trifásico ou bifásico e fazer o balanceamento das fases. Normalmente é utilizada em lampadas que necessita de reator como as lampadas vapor metálica.


Esquema Elétrico para acionamento de lampadas a partir de um contator de potência.

Vejamos agora utilizando o mesmo esquema acima, suponhamos que você necessite ter uma opção de ligar as mesmas manual através de um disjuntor por exemplo o esquema seria assim:


Esquema Elétrico Ligação Manual e Automático pela Fotocélula.

Lembre - se de sempre desligar a energia elétrica antes de mexer nos circuitos afim de evitar choques elétricos! 

Supervisores de Redes Trífasicas

Supervisores de redes trifásicas

Tipo: DPST-1 e DPST-11
Introdução
A Digimec apresenta para o mercado seu mais novo supervisor de rede trifásica, tipo DPST, desenvolvido para proteção de equipamentos elétricos trifásicos que não podem operar quando houver anomalias como falta de fase, inversão da sequência trifásica, desequilíbrio entre fases e sub ou sobretensão.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

  • Supervisor de tensão trifásico.
  • Ajuste de sub e sobre tensão.
  • Tempo de retardo no ligamento e retardo no desligamento, ajustáveis.
  • Sequência de fase.
  • Falta de fase.
  • True RMS.
  • 1 ou 2 saídas.
  • Caixa compacta e resistente.
Funcionamento
Com a rede trifásica equilibrada e na sequência convencionada ligadas ao aparelho, os relés de saída do supervisor serão energizados, e assim permanecerão ate que ocorra:
  • Falta de fase.
  • Desequilíbrio entre fases.
  • Sequência de fase.
  • Sub ou sobretensão.
Os reles DPST possuem dois tempos ajustáveis um para retardo no ligamento e outro para retardo no desligamento. Este supervisor detecta falta de fase com nível de tensão de retorno na fase interrompida, menor que 80% da tensão de alimentação.
Possuem sinalização de saída energizada ou desenergizada com indicação por led. O led quando aceso indica relé energizado.
Quando houver alguma anomalia no sistema como sub ou sobretensão o led vem a piscar. Se a anomalia ultrapassar o tempo de retardo no desligamento, o relé é desenergizado e o led se apaga.

CONCEITOS DE FUNCIONAMENTO

Desequilíbrio entre fases (ANSI função 60)
O aparelho detecta um desequilíbrio no valor da tensão entre fases superior à 20% do valor nominal (assimetria modular) ou uma defasagem maior que 5% do que os 120°normais entre si (assimetria angular). Os relés serão instantaneamente desenergizados.
Falta de fase (ANSI função 48)
O aparelho detecta a falta de uma das fases da alimentação e desenergizará instantaneamente seus relés de saída sempre que uma delas for inferior em 20% ao valor da tensão nominal do aparelho. Isso garante seu funcionamento mesmo quando se supervisiona circuitos com motores elétricos que induzem uma voltagem que aparenta ser a fase que está faltando.
Sequência de fase (ANSI função 47)
Se a sequência convencionada como correta for trocada, o que causaria inversão na rotação dos motores elétricos alimentados por esse circuito, os relés de saída serão instantaneamente desenergizados.
Sub ou Sobretensão (ANSI função 27 e 59)
Se o valor de alimentação da rede trifásica diminuir ou aumentar até valores, individualmente ajustáveis no frontal do aparelho, os relés de saída serão desenergizados instantaneamente.


Diagrama(s) de funcionamento

Diagrama(s) de ligação
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