Ensinando Elétrica  | Dicas e Ensinamentos

O conhecimento muda a vida das pessoas

#
#
Mostrando postagens com marcador boias elétrica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador boias elétrica. Mostrar todas as postagens

Como magnetizar facilmente suas chaves de Fenda e Philips?

Olá tudo bem? nesse artigo vou mostrar uma técnica simples que você pode fazer facilmente ai na sua casa, ou no seu trabalho. Todo mundo já deve ter passado pela situação daquele bendito parafusinho cair em locais de difíceis acesso, que só a pontinha das chaves de fenda alcança.

Publicidade:



E na hora a chave não " puxa " e gruda o parafusinho, bem isso é uma chave desmagnetizada pois somente as chaves magnetizadas que grudam parafusinhos e outros corpos metálicos. Então nesse artigo vou mostrar como magnetizar suas chaves de fenda e Philips.

Primeira coisa você vai precisar desse itens:
  • Disjuntor (para sua segurança).
  • Contator com suas bobinas boas.
  • Fio elétrico pode ser 1,5mm.
  • As chaves que deseja magnetizar.
  • Parafusinhos para teste.



Nesse exemplo vamos utilizar rede 220V entre fases, por que? por causa da tensão da bobina do contator só isso, se sua bobina for 127V faça o com fase e neutro, lembre se de usar um disjuntor para sua segurança.

Publicidade:


Bom, desmonte o contator e retire a sua bobina, pode guardar o resto do contator pois não iremos usar.


Exemplo da bobina de um contator WEG CWM 25, a bobina pode varias de acordo com o modelo do contator e fabricante. Mas não importa o importante é funcionar o seu enrolamento.

Publicidade:


Bom, as vezes já pegamos chaves que esteja magnetizada porem não tão eficiente quanto queríamos, então você deve primeiro desmagnetizar essa chave, e deixa-la livre, sem puxar e nem grudar nenhum parafusinho. Você fará conforme exemplo abaixo:


Primeiro você conecta os fios, no a1 e a2 coloque na saida do disjuntor e alimente o disjuntor, após, ligue o disjuntor e você vai perceber um zumbar da bobina, nesse momento você insira a chave no centro da bobina, e segure á por cerca de 7 segundos. Tire de lá e desligue o disjuntor para não estragar sua bobina. Faça o teste tentando puxar alguns parafusinhos, perceba que eles não serão atraídos.


Agora que você desmagnetizou essa chave, vamos magnetizar novamente veja a ilustração abaixo:


Preste atenção, para magnetizar a forma é diferente, com o disjuntor desligado você primeiro deixa a chave de fenda no centro da bobina e só assim ligue o disjuntor, aguarde 7 segundos e retire o após desligue o disjuntor. Pronto sua chave esta magnetizada novamente pode fazer o teste e grudar uns parafusinhos.


Percebeu são 3 passos simples, para você mesmo magnetizar e desmagnetizar de forma fácil as suas chaves de fenda e Philips.

Quer ver funcionando? veja essa vídeo aula:



Bom é isso galera até a próxima dica, se gostou desse artigo se inscreva para receber tudo que postarmos no seu e-mail assim, você não perde nadinha do Blog Ensinando Elétrica. Até a próxima..

Publicidade:

Comutação de Redes Elétricas

Olá meus amigos tudo bem com vocês? espero que sim e no artigo de hoje vamos falar sobre comutação de redes, vamos imaginar aqui uma maquina em funcionamento e de repente acaba a energia da concessionaria, porém você tem a alimentação do gerador que fornece alimentação adequada e suporta tal corrente para tal maquina como você poderia elaborar um sistema desses?

Lembre-se é claro que existem meios bem mais modernos e automatizados, sofisticado, como por exemplos as chaves de transferências automáticas, mas tome esse artigo como um exercício de fixação.



Comutação de Redes
Em alguns sistemas a falta de energia em uma linha de alimentação não pode ser motivo de parada de equipamento. Nestes casos, utilizamos uma linha auxiliar, totalmente independente da linha principal,para suprir energia ao sistema enquanto a falta na linha principal e suas causas são estudadas para normalizar a situa

Publicidade:


Nesse artigo é proposto um circuito que detecta a falta de energia em uma linha e executa a comutação ou mudança de alimentação do equipamento para outra linha. As duas redes devem ter o mesmo nível de tensão e as mesma sequência de fase.

Funcionamento do Sistema Proposto

No sistema proposto (abaixo no diagrama de comando), o motor com tag 1M5 deve ser mantido em funcionamento através da rede auxiliar (rede 2), se houver uma falha na rede principal (rede 1). O motor parte suportado pela rede 1. Se essa rede cair, automaticamente o circuito desconecta o motor da rede 1 e o conectar à rede 2. Para que o sistema funcione, deve ser seguido o procedimento de partida e operação das redes. Acompanhe:

Partida através da Rede 1 e Preparação da Rede 2

  • Estando os dois disjuntores 1F0 e 1F1 desligados, ligamos o disjuntor 1F0 da rede 1;

  • Partimos o motor pelo botão 1S1. 1K1 é energizado, sela através de 1K1(13;14) e aciona o motor através de seus contatos principais. Também abre 1K1(21;22), impedindo a energização de 1K2;

  • Ligamos o disjuntor 1F1 da rede 2. Neste momento o operador verifica se as duas redes estão ativas através de 1H1 e 1H3, e se o motor está ligado pela rede 1 através de 1H2 que são os luminosos indicativos no painel.
O motor 1M5, neste momento, está funcionando normalmente através da rede 1.

Falha da Rede 1 (Rede 1 Inativa/Sem tensão)

  • 1K1 é desenergizado, pois está conectado a rede 1; 1K1(21;22) volta à posição NF energizando 1K2, que manterá o motor em funcionamento;

  • 1H1 apagada ( rede 1 desligada), 1H3 acesa (rede 2 ligada) e 1H4 acesa (motor sustentado pela rede2).
A condição normal de trabalho (rede 1 sustentando o motor) deve ser restabelecida assim que possível, portanto, no momento mais apropriado, deve-se religar o disjuntor 1F0 e devolver o acionamento para 1K1 través de 1S1 (1S1 liga 1K1 que desativa 1K2 através de 1K1(21;22)).

Publicidade:


Importante: As duas redes devem estar com a mesma sequência de fase (exatamente como no diagrama) para evitar um curto-circuito ao restabelecer o funcionamento pela rede 1. Um procedimento de segurança para restabelecimento das condições normais seria a parada do sistema com a desativação da rede 2 e reinício da operação executando o procedimento de partida pela rede 1 mencionado anteriormente.

Considerações sobre a Proteção contra Sobrecargas

Neste exemplo temos um único relé de sobrecarga instalado, o que a principio dificultaria a instalação do único contato fechado 1F4(95;96) para desligar os circuitos de comando das redes 1 e 2. Este problema foi resolvido utilizando o contato aberto 1F4 (97;98) do relé térmico para acionamento do relé 1d1. Em uma eventual sobrecarga, o 1F4(97;98) energiza 1d1 que desliga 1K1, enquanto o contato 1F4(95;96) desligará 1K2.

A sobrecarga deve ser reconhecida pela eliminação da causa e rearme do relé térmico. Ao executar uma nova partida do sistema, 1S1(1;2) desativa 1d1.

Parada do Motor

Estando o motor funcionando através da rede 1, a sua parada pode ser efetuada pressionando 1S0.

importante ressaltar que é necessário desativar a rede 2 antes de uma nova partida. Para tanto, desliga-se o disjuntor 1F1. Se não for seguido o procedimento de partida, o motor partirá pela rede 2, que é a rede auxiliar, e não pela principal.

Publicidade:


Diagrama de Comando e Trabalho

1° Vamos observar o circuito de comando totalmente desligado.

Clique na imagem para ampliar

2° vamos observar em operação pela rede 1 motor acionado normalmente.

Operação:

1- Deve-se primeiramente ligar apenas a rede 1 através do disjuntor 1F0, em seguida partimos o motor através de 1S1;
2- Com o motor em funcionamento, ligamos a rede 2 através do disjuntor 1F1;
3- Uma falha na rede 1 desligará 1K1 e 1K2 entrará para manter o motor em funcionamento, perceba que o mesmo esta sendo alimentado pela rede auxiliar.

Publicidade:



Obs: 1H3 e 1H4 ligadas indicam que a rede auxiliar está mantendo o motor, será necessária uma intervenção para regularizar a situação e voltar a operar pela rede principal. Em nenhuma circunstância a rede auxiliar pode ser utilizada para operação normal neste caso.

Clique na imagem para ampliar

3° Vamos observar em operação pela rede 2 nesse caso, onde se encontra o disjuntor da rede 1 desativado, e ao acionar o disjuntor da rede 2 o comando entra em funcionamento.

Clique na imagem para ampliar

Bom é isso galera, espero que tenham gostado desse artigo, deixa seu comentário caso tenha alguma sugestão de como melhorar esse sistema. Lembre-se essas dicas são para todos e não para mim, então você pode sim ajudar com nossos projetos.

Publicidade:



Utilização de Esquemas

Olá pessoal tudo bem com vocês? no artigo de hoje vamos falar sobre representações de esquemas elétricos e como eles podem ser interpretados. Experimente ouvir essa áudio aula, ou execute o player abaixo você também pode salvar o arquivo áudio aula. Boa aula meus Queridos!


Primeiramente o que é um esquema elétrico? é a representação de uma instalação, ou parte dela, por meio de símbolos gráficos. Todo ou qualquer projeto será desenvolvido através de símbolos, e para isso são utilizados os esquema unifilar, multifilar e funcional.




Esquema Multifilar

Publicidade:

O esquema da imagem abaixo representa todo sistema elétrico, em seus detalhes, como todos os condutores. Nesta representação cada traço é um fio que será utilizado na ligação dos componentes.


O esquema das figuras abaixo representa exatamente como a instalação da figura acima é executada na prática.


Sempre que for representado um símbolo, ele deve estar instalado em uma caixa de passagem, seja no teto ou na parede, e os condutores devem passar por dentro dos eletrodutos, os quais partem de um Quadro de Distribuição (QD). Em um projeto, se a sua representação fosse feita na forma multifilar, cada condutor seria representado por um traço, saindo do QD e chegando ao seu destino. Como observamos na figura abaixo, seria impossível representar um projeto na forma multifilar, pois seriam tantos traços que dificultariam a sua interpretação. Neste caso, para realizar um projeto com clareza e de maneira simplificada, utilizamos a forma unifilar.

Publicidade:



Esquema Unifilar

Ele representa um sistema elétrico simplificado, que identifica o número de condutores e representa seus trajetos por um único traço.
Geralmente, representa a posição física dos componentes da instalação, porém não reproduz com clareza o funcionamento e sequência funcional dos circuitos. Na imagem abaixo temos um esquema de um circuito elétrico composto de interruptor simples, tomada, lâmpada, rede de eletroduto e fiação, todos representados na forma unifilar.


Esquema Funcional 

Apresenta todo sistema elétrico e permite interpretar, com clareza e rapidez, o funcionamento ou sequencia funcional dos circuitos. Não se preocupa com a posição física dos componentes da instalação, pois os caminhos das correntes são representados por meio de retas, sem cruzamento ou inclinação na vertical ou horizontal.

Publicidade:


O esquema mostra o equipamento exatamente como ele é encontrado à venda no mercado, ou como ele é industrialmente fabricado. Esse tipo de esquema é usado somente para ilustrar, eventualmente, um circuito de forma simplificada.



Bom galera é isso espero que tenha gostado desse artigo até o próximo artigo aqui no Blog Ensinando Elétrica.

Publicidade:



Você precisa compreender comandos elétricos

Olá queridos aqui é seu amigo Felipe Vieira e nesse artigo mostraremos um simples diagrama de partida direta ou seja um tipo de comando básico, que serve para acionar qualquer tipo de motor elétrico seja trifásico ou bifásico/monofásico desde que seja abaixo de 10CV. A questão é que muitas vezes você não possa compreender o que é cada item referente a tal simbologia no diagrama do circuito elétrico.

Publicidade:

Então resolvi criar esses esquemas para você se familiarizar de qual item estamos se referindo a tal simbologia no circuito de comando e de força, observe a primeira imagem mostraremos o diagrama de força de um sistema partida direta ou seja quais itens estaremos utilizando nesse exemplo?


Observe a imagem e a sua simbologia e quais itens usados na pratica para montagem desse circuito de força de uma partida direta, ou seja alimentação trifásica, disjuntor trifásico para proteção do circuito de força, o contator trifásico contendo os contatos de força, o componente relé térmico que o mesmo será utilizado para proteger o motor elétrico contra sobrecargas e por fim um motor elétrico de indução trifásica.

Publicidade:

Vamos observar agora o circuito de comando ou seja os componentes utilizados para acionar o contator da imagem acima.


Temos como exemplo duas fases como alimentação do circuito e utilizamos um disjuntor bifásico como exemplo para proteção do circuito elétrico do comando em exemplo, abaixo do contator temos os contatos do relé térmico esses contatos estarão no próprio componente relé térmico, logo após ter passado a fiação pelo relé térmico você pode observar que temos abaixo o botão de pulso de cor vermelha com o contato NF ou NC (normal fechado) que servirá para interromper a passagem da tensão elétrica e desligará o comando, agora abaixo tempos o botão de pulso de cor verde com contatos NA ou NO (normal aberto) que servirá para acionar a bobina do contator, observe que em paralelo com esse -3 e -4 você precisa fazer o circuito de selo o contato 13 e 14 correspondente a imagem acima esse estará no contator, e por fim a simbologia da bobina de um contator e um exemplo de uma bobina de contator elétrico esse item possui os contatos A1 e A2 apenas e o mesmo sempre estará dentro dos contatores elétricos.

Publicidade:

Agora vamos observar os diagramas sem exemplos dos componentes; Circuito de Força da Partida Direta.


Circuito de Comando Partida Direta.


Pessoal, se você ainda tem dúvidas sobre comandos elétricos e quer fazer nosso curso totalmente online e em vídeo aulas, ensinando na teoria e na pratica como realizar a montagem dos circuitos, você pode solicitar nosso curso clicando no botão abaixo:


Lembrando que finalizando o curso online você receberá o certificado do treinamento Online!

Comando Chave de Partida Compensada e Exercício

Olá amigo tudo bem? hoje vamos falar sobre a chave de partida compensadora e compreender seu funcionamento e no final vamos ver um exemplo de aplicação.

Publicidade:


Partida Compensada




A chave de partida compensadora alimenta o motor com tensão reduzida em das bobinas na partida. Essa redução é feita por meio da ligação de um autotransformador em série com as bobinas. Após o motor ter acelerado, elas voltam a receber tensão nominal.

Na chave compensadora, a tensão de partida é reduzida or meio de TAPs de entrada de um autotransformador trifásico que geralmente possui TAPs de 50%,65% e 80% de tensão nominal. Durante a partida, alimenta-se com a tensão nominal o primário do autotransformador trifásico conectado em estrela e do secundário é retirada a alimentação para o circuito do estator em curto circuito. O conjugado do motor acionado e a corrente que circula no enrolamento do motor ficam reduzidos conforme o TAP escolhido para a operação. A corrente ao longo de todo o processo do regime de partida do motor fica reduzida em função da aplicação de uma tensão menor que a nominal nos terminais do motor em processo de partida.

Publicidade:

A normal prevê a utilização da chave compensada para motores de indução, cuja potência seja maior ou igual a 15CV. No motor, a corrente de partida é reduzida e o conjugado é suficiente para partida da carga, evitando sobrecarregar a linha de alimentação. A passagem para o regime faz-se desligando o autotransformador do circuito e conectado diretamente a rede de alimentação no motor trifásico.

A redução da corrente de partida depende do TAP em que estiver ligado o autotransformador.

  • TAP 65%: Redução para 42% de seu valor de partida direta.
  • TAP 80%: Redução para 64% de seu valor de partida direta.
Publicidade:




A chave de partida compensador é utilizada em motores que partem com carga no eixo. O conjugado resistente de partida da carga deve ser inferior a metade do conjugado de partida do motor.

Exercício

Observando a imagem abaixo mostra um exemplo de maquina que utiliza chave compensadora. São exemplo dessas maquinas: compressores, grandes ventiladores, laminadores, moinhos, bombas helicoidais e axiais, britadores, calandra etc. A chave compensadora é utilizada para partidas sob carga de motores de indução trifásica com rotor em curto - circuito, em que a chave estrela - triângulo é inadequada. A chave de comando do diagrama de comando em exemplo reduz a corrente de partida, evitando sobrecarregar a linha de alimentação. No entendo, o motor aciona com conjugado suficiente para partir a carga em seu eixo.

Imagem acima representa um sistema de ar-comprimido com chave compensadora

A seguir, diagrama de chave partida compensada ara acionamento do motor trifásico de indução.


Abaixo temos um modelo de um autotransformador utilizado para o comando chave compensada.

Bom é isso galera espero que tenha gostado desse artigo simples e objetivo sobre a chave compensadora, lembre se ainda há possibilidade de encontrarem esses tipos de circuitos de comandos e até clientes preferirem esses tipos de partidas ao invés de utilizar Soft starters e Inversores de Freqüência.

Publicidade:

Comunidade da Elétrica Participe já!

Olá Eletricistas tudo bem? bom quero convidar todos vocês a participar da nossa comunidade da elétrica, um grupo fechado no Google+, nesse grupo falaremos sobre vários temas envolvendo a elétrica. se você esta recebendo esse e-mail exclusivo então faça parte e participe!

  • Comandos Elétricos
  • Elétrica Industrial
  • Elétrica e Eletrônica
  • Automação e CLP
  • Vagas de Emprego na nossa área
  • Aprendizagem em Elétrica
  • Diagramas esquemas e plantas
  • Bate Papo com Profissionais de todo Pais
e muito mais...



Participe e não fique de fora da nossa comunidade e venha aprender elétrica de uma forma simples e objetiva!
Quem faz a comunidade é você
Solicite sua participação clicando abaixo será necessário uma conta Gmail, e recomendo vocês terem o aplicativo Google+ nos seus celulares para acompanhar os eventos!

clique no banner para participar


Como ser um bom Eletricista?

O eletricista sempre terá oportunidades de trabalho no mercado, pois são vastas as oportunidades para todas as áreas que exigem eficiência técnica, sendo que eletricista é uma delas.



 Para quem pretende se tornar eletricista precisa também gostar de matérias de ciências exatas com matemática, física e eletricidade.

Curso de qualificação para eletricista

Os cursos que formam eletricistas geralmente têm uma duração de até quatro anos com aulas práticas e teóricas sobre a dinâmica da eletricidade predial voltada para a construção civil. Ele possui matérias como Lei da eletricidade, sistemas de circuito, segurança elétrica, esquemas de sistemas elétricos, solda e atividades similares. É necessário também que esteja incluso no curso de eletricista conhecimentos sobre o Código Elétrico Nacional e conhecimentos sobre novos métodos e equipamentos de eletricidade que surgiram no mercado elétrico. O eletricista profissional realizará cursos em instituições como o ENSINANDOELETRICA. Esses cursos incluirão o estudo de interpretação de desenhos técnicos de fiação elétrica, conhecimentos sobre instalação e manutenção de redes elétricas, reparos e detecção de problemas em redes elétricas, segurança em redes elétricas, registro de problemas elétricos e outros conhecimentos.

Como ingressar na carreira de eletricista

Para se tornar um bom eletricista é necessário ter o Ensino Médio completo para se tornar um profissional competitivo no mercado e ainda realizar cursos profissionalizantes ou técnicos na área. Participe de cursos que realmente sejam bons e que tenham carga horária capaz de preparar o estudante para o mercado de trabalho. Muitos estudantes de elétrica ingressam no mercado de trabalho como aprendizes, realizando estágios na área ao mesmo tempo em que participam de cursos. Alguns bons sindicatos na área de eletricidade promovem cursos e estágios para aprendizes. Por isso, para aqueles estudantes que pretendem galgar a carreira de eletricista devem, antes de tudo, pesquisar onde há oportunidades de aprendizado e inserção no mercado de trabalho.

Licença para trabalhar como eletricista

Para exercer a profissão de eletricista é necessário que o interessado cumpra a burocracia de licenciamento que varia de região para região. Para saber mais informações sobre como adquirir a carteira profissional para eletricista, é só acessar o site do Ministério do Trabalho e buscar mais informações sobre  a Carteira de Aptidão Profissional ou no órgão de Direção Geral de Energia de sua região. De qualquer forma, para tirar a licença será necessária a realização de exames que testarão os conhecimentos do profissional na área de eletricidade.

Mercado de trabalho de um eletricista

Os profissionais que pretendem ingressar na carreira de eletricista podem se tornar eletricistas do ramo de construção civil, e ainda eletricistas públicos ou inspetores. Para isso será necessário que o profissional se aprofunde mais no assunto e requeira uma licença que teste os conhecimentos especializados em eletricidade. O mercado de trabalho para eletricista possui diversas possibilidades, pois o profissional pode atuar como eletricista residencial e predial, inspetor, industrial, eletricista de empresas que prestam serviços de na área de energia pública e outros ramos do setor.

Um bom eletricista

Para se tornar um bom eletricista, além de conhecimentos e habilidades técnicas, o profissional deverá também possuir habilidades como capacidade de comunicação, e também requisitos físicos que são: boa visão e ótima coordenação motora. Outras habilidades também necessárias são: habilidades técnicas para instalações e manutenções, detecção de problemas, habilidades com o manuseio de ferramentas e conhecimentos em informática. As habilidades comportamentais necessárias são as habilidades de praticidade, organização, raciocínio lógico e metódico e responsabilidade quanto à segurança própria e de outrem.

Segurança do trabalho de um eletricista

Além das atividades descritas acima, os eletricistas executam também atividades de atuação nas áreas de eletroeletrônica, mecânica, manutenção e outros. Instalação de sistemas complexos de fiação, de cabos coaxiais, tanto para computadores como para sistemas de telefonia ou sistemas elétricos industriais. É função também do eletricista saber manusear as ferramentas certas para cada tipo de fiação. Os eletricistas estão subordinados as ordens de serviços dos engenheiros elétricos e devem saber como executar as solicitações de serviços de forma adequada e eficaz através da leitura de desenhos elétricos e leitura de projetos, sejam projetos da construção civil ou voltados para iluminação pública. Trabalhar com todas essas possibilidades na execução de tais atividades rotineiras torna o trabalho do eletricista uma atividade de alto risco. Sabendo disso, os maiores cuidados que os eletricistas devem ter no dia a dia são quanto ao uso de escadas e andaimes e ainda cuidados que evitem choques elétricos. Para isso, se fazem necessários o uso de roupas especiais e equipamentos de proteção individual. O risco de acidentes graves tem uma probabilidade maior quando os profissionais estão trabalhando com instalações e monitoramentos diretos de circuitos e redes elétricas. Atualmente, existem no mercado diversos equipamentos modernos para a  proteção  de eletricistas. Esses equipamentos incluem uniformes capazes de retardar as chamas elétricas conhecidas como  arco elétrico e tornar os serviços de eletricidade mais seguros. Lembrando que todas as empresas que contratam um eletricista e mesmo profissionais que trabalham de forma autônoma devem receber treinamentos quanto ao nível de riscos das atividades, ter documentado um plano com níveis de risco das atividades exercidas pelo profissional com a análise dos riscos, utilização de equipamento individual de proteção e outras medidas de segurança. Uma das normas mais conhecidas no mercado de trabalho do setor elétrico  é a norma 10. A norma 10 é muito abrangente e regulariza medidas preventivas de proteção para qualquer profissional que tenha contato com sistemas elétricos na realização de suas atividades.

Média salarial de um eletricista

O eletricista constitui uma categoria de trabalho valorizada e bem remunerada. A média salarial dos eletricistas varia entre R$1450,00 a R$3.000,00, de acordo com a região em que o profissional atua, dependendo também da experiência, qualificação com cursos de aprofundamento e outras questões que fazem variar a remuneração média.

Associação de Resistores

associação de resistores é muito comum em vários sistemas, quando queremos alcançar um nível de resistência em que somente um resistor não é suficiente. Qualquer associação de resistores será representado pelo Resistor Equivalente, que representa a resistência total dos resistores associados.

- Associação em série
Em uma associação em série de resistores, o resistor equivalente é igual à soma de todos os resistores que compõem a associação. A resistência equivalente de uma associação em série sempre será maior que o resistor de maior resistência da associação. Veja porque:
- A corrente elétrica que passa em cada resistor da associação é sempre a mesma: i = i1 = i2 = i3 = i4 ..
- A tensão no gerador elétrico é igual à soma de todas as tensões dos resistores: V = V1 + V2 + V3 + V4 ..
- A equação que calcula a tensão em um ponto do circuito é: V = R . i , então teremos a equação final:
Req . i = R1 . i1 + R2 . i2 + R3 . i3 + R4 . i4 ...
Como todas as correntes são iguais, podemos eliminar esses números da equação, que é encontrado em todos os termos:
Req = R1 + R2 + R3 + R4 ..
- Associação em paralelo
Em uma associação em paralelo de resistores, a tensão em todos os resistores é igual, e a soma das correntes que atravessam os resistores é igual à resistência do resistor equivalente (no que nos resistores em série, se somava as tensões (V), agora o que se soma é a intensidade (i)).
A resistência equivalente de uma associação em paralelo sempre será menor que o resistor de menor resistência da associação.
- Tensões iguais: V = V1 = V2 = V3 = V4 ...
- Corrente no resistor equivalente é igual à soma das correntes dos resistores: i = i1 + i2 + i3 + i4 ..
- A equação que calcula a corrente em um ponto do circuito é: i = V / R , logo
V / Req = (V1 / R1) + (V2 / R2) + (V3 / R3) + (V4 / R4) ..
Como toda as tensões são iguais, podemos eliminá-las de todos os termos da equação:
1 / Req = (1 / R1) + (1 / R2) + (1 / R3) + (1 / R4) ..
Quando se trabalha com apenas dois resistores em paralelo, podemos utilizar a equação abaixo:
Req = (R1 . R2) / (R1 + R2)
Associação Mista
Em um mesmo circuito podem ser encontrados resistores em série e resistores em paralelo. Para calcular a resistência total do circuito, deve-se primeiro calcular a resistência equivalente dos resistores em paralelo, e em posse desse valor, considerá-lo como se fosse mais um resistor em série.

Componentes Eletrônicos e Unidades de Medidas, conceitos básicos.

Introdução

Toda a modernidade que nos rodeia com relação à computação e suas vantagens para o mundo moderno se tornou possível a partir da evolução da eletrônica. O desenvolvimento de componentes que fazem com que a corrente elétrica gere diversos efeitos e a partir do agrupamento de vários deles um fluxo de elétrons possa realizar uma quantidade enorme de eventos desde cálculos complexos a imagens e sons.

Pode até parecer estranho para um leigo, mas tudo começa na movimentação de partículas subatômicas chamadas elétrons. Numa analogia simples, o elétron está para a elétrica, eletrônica e computação assim o a farinha está para o padeiro. O inicio de tudo.

O elétron

O elétron é uma partícula, ela fica em órbita do núcleo dos átomos. Todo átomo possui elétrons em sua órbita, na sua última camada. Em seu núcleo os átomos possuem prótons e nêutrons fortemente unidos, no entanto nos átomos de alguns materiais os elétrons que estão em orbita nas últimas camadas não são tão firmemente presos a esta órbita, podendo facilmente se desprender e se unir a outro átomo, como é o caso dos metais, estes são conhecidos por materiais condutores elétricos.

Representação de um Átomo 

Os elétrons possuem carga negativa enquanto os prótons possuem carga positiva, os nêutrons não possuem carga (na verdade possuem mais é ínfima, convenciona-se que seja nula). Quando a quantidade de elétrons e prótons num átomo é igual, este átomo se torna neutro, ou seja, eletricamente equilibrado, isso ocorre com átomos de materiais como madeira, borracha e outros isolantes, a quantidade de elétrons e prótons de seus átomos é igual e estes elétrons estão de forma firme em órbita do núcleo do átomo, não de desprendendo e se unindo a outro átomo. Num corpo condutor, os elétrons ficam num movimento desordenado, um átomo perde um elétron e em seguida ganha um elétron de outro átomo sem ordem alguma. Mas quando isso é ordenado de forma que os elétrons tenham um único caminho a percorrer e de forma ordenada isso é denominado corrente elétrica. Para que exista uma corrente elétrica é preciso um desequilíbrio entre dois pontos, ou seja, em um ponto existam átomos com excesso de elétrons (carga negativa) e em outro ponto átomos com falta de elétrons (carga positiva), isso fará com que os átomos com carga positiva atraiam os elétrons dos que possuem carga negativa, tentando um equilíbrio.


No entanto se o equilíbrio não for alcançado o processo continuará indefinidamente enquanto existirem as condições apropriadas. A esse efeito é dado o nome de diferença de potencial ou ddp, a unidade de medida utilizada para calcular a ddp é o Volt, que mede a tensão entre dois pontos com potencial elétrico diferente.

Volt

Como já mencionado, o Volt mede a diferença de potencial entre dois pontos, a ddp é o que força os elétrons a se movimentar em uma única direção continuamente do ponto negativo (com excesso de elétrons) ao positivo (com falta de elétrons).

Aqui é um ponto onde existe uma grande confusão. Volt mede a força com que os elétrons pressionam uns aos outros visando estabilizar o número deles entre os pontos. Vamos usar uma analogia:

Suponha uma caixa d’água com 1000 litros de água dentro. Ela está a 1 metro do chão. A água não sai da caixa porque ela não tem nenhum furo, mas existe uma força puxando a caixa e a água dentro para o chão a gravidade. Se você faz um furo no fundo da caixa, automaticamente a água começa a sair com certa força até atingir o chão, depois de certo tempo a água acaba e finaliza o processo.
Agora se a caixa d’água estivesse a 100 metros de altura e o mesmo processo fosse feito, a água teria muito mais força na queda visto a altura maior.
Neste exemplo podemos comparar com a eletricidade, a altura em que a caixa esta do chão é a diferença de potencial, quando mais alta a caixa maior a pressão da água para cair, quanto maior a diferença de potencial mais força os elétrons exercem para passar de uma átomo a outro. A água seriam os elétrons e sua quantidade em movimento a vazão (o que se constitui corrente elétrica) é medida em Ampéres. A velocidade com que a água cai ou na comparação com que os elétrons se movimentam é medido em Watts.

Estas 3 unidades de medida são essenciais para o desenvolvimento e compreensão de todo o funcionamento de equipamentos elétricos, eletrônicos e computacionais.

Ampere

O Ampere como mencionado anteriormente mede a quantidade de elétrons que se movimentam formando a corrente, ou seja, esta unidade não esta ligada ao Volt, são unidades diferentes, uma não existe sem a outra, mas usam medidas de forma diferente. Por exemplo, uma bateria automotiva possui em média 60A (A é o símbolo na SI para Ampere) e 12volts de tensão. E quando você gira a chave do carro ela consegue acionar o motor de arranque do carro e fazer o motor com suas bielas e pistões girar por alguns segundos, no entanto se você pegar uma fonte de computador e tentar o mesmo ela queimará ou desligará instantaneamente. Por que, se ambas possuem saídas com 12volts? Por conta da corrente, enquanto uma possui 60A para 12volts a outra terá por volta de 25A. Uma corrente menor com a mesma tensão significa menor força de trabalho.

A fórmula que mede isso é dada pela expressão:

I = V/R

Ou seja, a corrente é a tensão dividida pela resistência.
Uma relação interessante a respeito disso é que estas grandezas são proporcionais, ou seja, para se gerar trabalho ou você aumenta a tensão e necessita de menos corrente ou você aumenta a corrente e necessita de tensão menor. Para isso pode se utilizar o exemplo do chuveiro elétrico novamente, no Brasil a maior parte desses aparelhos trabalha em 220v porque dessa forma é preciso menos corrente e o uso de fios mais finos, caso fossem utilizados 110v seria necessários fios com o dobro da bitola.

Por exemplo, um aparelho que trabalhe em 220 v e tenha 5000 w de potência seria realizada a operação para calcular a corrente necessária:

5000 = 220.I I=5000/220 I= 22,7A

Agora em 110 v

5000=110.I I=5000/110 I=45,4A

Watt

O Watt é a unidade que mede a potência tanto elétrica como térmica. Está sempre relacionado a tempo, ou seja, a quantidade de potência utilizada por hora. O Watt é o produto do Volt (ddp) pelo Ampere(corrente), ou seja:

P=V.I (convenciona-se que corrente nas fórmulas matemáticas seja representada por I e potencia por P)

Exemplo:

Uma fonte de alimentação que na saída de 12 volts forneça 15A, a cálculo é o seguinte:

P= 12.15 P= 180

Na saída de 12 volts ela terá 180 w de potência.

Para termos mais potência, ou seja, força de trabalho é necessário ou maior corrente ou maior tensão.

Exemplo:

Podemos ter um chuveiro com 5000 w, que funcione com 110 v e corrente de 45,4A ou um chuveiro com a mesma potência, mas funcionando com 220 v e corrente de apenas 22,7A, ou seja, para manter a mesma força de trabalho com a mesma tensão se aumenta a corrente e com a mesma corrente se aumenta a tensão.

Hertz

Hertz é a unidade de medida da freqüência com que as ondas eletromagnéticas oscilam, essa medida é a representação de ciclos por segundo.


O principio é simples, toda onda executa um movimento que é chamado pulso, que consiste no movimento que ela inicia e após um período termina e inicia novamente, o tempo que cada inicio e término deste processo demora a ser executado é o ciclo, a quantidade de vezes uma onda realiza isso num segundo é a referida freqüência de onda medida em hertz ou ciclos por segundo. Suponha que uma onda qualquer tivesse um ciclo que demorasse 1 segundo para ser completado, teria uma freqüência de 1Hz, 2 vezes em um segundo ele fosse completado, 2 Hz de freqüência e assim por diante. As ondas podem possuir diversos formatos ou “forma de onda”, dentre eles podemos destacar as ondas senoidais (utilizadas na transmissão de rádio) e as quadradas utilizadas nos circuitos digitais. Com este conceito em mente podemos imaginar a dimensão da freqüência de um processador, por exemplo, um processador de 1GHz é sincronizado por uma onda quadrada que executa 1 bilhão de ciclos por segundo. Seu roteador WI-FI transmite uma onda senoidal na freqüência de 2,4GHz, ou seja, 2,4 bilhões de ciclos por segundo, a mesma utilizada pelo seu microondas só mudando a potência.

Com esses conceitos básicos já é possível compreender alguns dos diversos componentes e suas aplicações na eletrônica e computação.

Comandos Elétricos na palma de sua mão

O único aplicativo que é possível fazer e criar diagramas de comandos elétricos no celular android é o Aplicativo Mplan hoje ele é muito raro de se encontrar e não e mais encontrado na Play Store na loja da Google Play pois bem o Blog Ensinando Elétrica disponibiliza para vocês esse magnifico aplicativo de comandos elétricos para celular.










Agora o mais importante como baixar esse aplicativo?




Receba tudo que é postado no Blog Ensinando Elétrica exclusivamente em seu e-mail


Dicas para Elaborar Projetos Elétricos

Um projeto elétrico é um conjunto de símbolos desenhados sobre uma planta baixa interligados de tal forma para mostrar com deve ser executada a obra.
Todo projeto elétrico residencial, comercial ou industrial é feito sobre uma planta baixa civil (arquitetônica). Caso seja necessário pode-se realizar o levantamento da planta baixa do local da instalação.


Etapas de um projeto elétrico: 

Etapa 1 – Limpar a planta baixa civil ou desenhá-la em CAD através de levantamento em campo.



Etapa 2  - Desenhar (Locar) os pontos de tomadas tugs e tues, luminárias, interruptores e o quadro de medição.


Etapa 3 - Desenhar a infra-estrutura Interligando o quadro de distribuição de energia às luminárias e tomadas.


Etapa 4 - Desenhar a legenda com a simbologia e sua respectiva especificação técnica.


Etapa 5 - Relação de material


Etapa 6 - Diagrama unifilar ou multifilar do quadro de distribuição de energia mostrando o numero dos circuitos, a bitola dos cabos elétricos e o tipo do circuito: monofásico, bifásico e trifásico.


Etapa 7 - Detalhe do padrão de entrada de energia, do medidor e do aterramento elétrico.



PROJETO ELÉTRICO

Exemplo resolvido : Desenhar o projeto elétricos da planta baixa ao lado.

Etapa 1 - Limpar a planta baixa civil ou desenhá-la em CAD através de levantamento em campo.


Etapa 2 - Desenho (locação) das luminárias, interruptores, tomadas, quadros e demais equipamentos elétricos.


Locação do quadros: Neste detalhe vemos a locação dos quadros de medição e de distribuição.


Etapa 3 - Desenho da infra-estrutura (interligação) das tomadas, luminárias, interruptores e quadros elétricos.


Neste detalhe vemos além dos quadros de distribuição e medição todo o lado direito da planta interligado pela infraestrutura.



Etapa 4 - Desenhar a legenda com a simbologia e sua respectiva especificação técnica.


Etapa 5 – Relação de material Para realizar a execução (construção) de um projeto elétrico deve-se realizar o levantamento do material que será utilizado em seus menores detalhes. Para fazer isso devemos quantificar os materiais necessários relacionando - os pelo seu tipo, dimensão, características específicas, para isso deve-se medir, contar e somar todos de acordo com sua unidade de fornecimento comercial, metro (m), peça (pç), barra (br) etc.

Para a maioria dos materiais uma soma simples basta para realizar a quantificação; assim, suas quantidades podem ser estimadas visualizando e somando seus símbolos na planta baixa. No entanto a quantificação dos eletrodutos e cabos elétricos merece maior atenção visto que suas quantidades não podem ser vistas diretamente na planta baixa (horizontal), devendo ser considerada sua metragem vertical referente às subidas e descidas da laje, as curvas a serem realizadas e as folgas de segurança, em torno de 10 % do total, para que não falte material.

Etapa 6 – Diagrama unifilar

O diagrama unifilar descreve os equipamentos elétricos instalados na obra, os cabos utilizados e os disjuntores de proteção do circuito.

Etapa 7 - Detalhe do padrão de entrada de energia, do medidor e do aterramento elétrico.



Projeto elétrico completo 

Um projeto é um conjunto de símbolos desenhados sobre uma planta baixa interligados de tal forma para mostrar com deve ser executada a obra.

Partes obrigatórias de uma planta: 
1- Margem conforme norma; 
2- Etiqueta com todas as identificações do proprietário, projetista e demais informações básicas; 
3- Legenda com a simbologia e especificação técnica básica do material.


Gostou do artigo? receba em seu e-mail tudo que é postado no Blog Ensinando Elétrica
#


#
#