Ensinando Elétrica  | Dicas e Ensinamentos

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Atividade em Comandos Elétricos - Semáforos

Olá pessoal hoje é um belo dia para um desafio bem legal em comandos elétricos em!! desenvolver um circuito de comando para um semáforo.

Capa do nosso artigo para ficar bem bonito no Blog :)
Falando de semáforos os semáforos que conhecemos na atualidade são eletrônicos, controlados por computador e utilizam LED, mas na década de 1980, era comum ter comandos elétricos (contatores/relés) no controle das luzes de tráfego, portanto esta atividade serve apenas para ampliar o conhecimento e a capacidade de desenvolver com elementos de comandos elétricos um sistema de cruzamento com semáforos.

Temos abaixo o exemplo do nosso raciocínio.


Bom como pode reparar na imagem representa o sistema proposto com a sequencia lógica das lâmpadas para manutenção do cruzamento.

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Vamos observar o circuito abaixo já montado de como deverá ficar no CADe SIMU 3.0, alias você pode baixar e criar e até simular e ver o funcionamento.

Clique para aumentar

Abaixo após dado a simulação e iniciado o sistema através da chave liga.


Vou detalhar o funcionamento para vocês compreender melhor:

O circuito utiliza quatro relés temporizadores para determinar os tempos durante os estágios e contatores auxiliares para as cargas (lâmpadas). São os temporizadores os relés T1,T2,T3,T4. Os contatores estão representados como: C1,C2,C3,C4.

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Ao energizar o circuito pelo LIGA T1 e C1 são imediatamente ligados, e T1(13;14) liga as lâmpadas de sinalização VD1 e VM2.

Após decorrido o tempo ajustado em T1, ele fecha o contato T2 (15;18), energizando C2 e T2 (21;22)  desliga VD1 e VM2.

Após decorrido o tempo ajustado em T2, ele fecha T2 (15;18), energizando C3 e T3 (21;22) abre desenergizando C1 e T1, que desliga C2 e T2 sequencialmente. C1 (13;14) e C2 (13;14) desligam VM2 e AM1. C3 (23;24) liga VM1 e VD2. C3 (13;14) mantém C3 e T3 energizados.

Decorrido o tempo ajustado em T3, ele fecha o contato T3 (15;18)  energizando C4 e T4. C4 (21;22) desliga VD2 e C4 (23;24) liga AM2. C4 (13;14) mantém C4 e T4 energizados.

Decorrido o tempo ajustado em T4, ele desliga C3 através de T4 (15;16). Com C3 desenergizado, seu contato NF volta e fecha energizando C1. C1 (21;22) desenergiza C4 e T4 AM2 e VM1 são desligadas.

ENTENDEU????

Bom creio que lendo pode ser bem confuso de se compreender neh! mas abaixo você pode ver o vídeo do sistema em simulação:


Bom galera o artigo de hoje foi esse espero que tenham gostado, e não tenham preguiça de treinar comandos elétricos em seja fera em comandos e não fique apenas em sistemas simples de acionamento de motores vamos mais além!

Forte abraço Felipe Vieira, há e veja um artigo sobre curiosidade sobre os semáforos.

Recomendamos:


PDA Proteção contra Descargas Atmosféricas.

Olá pessoal.

Sou Tony Santos, engenheiro eletricista de Sorocaba SP.

Quem quiser saber mais sobre mim veja: Tony no Linkedin

Esta publicação é de Nível Básico.

Agora vamos ao tema.

Proteção contra (ou em caso de) Descargas Atmosféricas.




Se por acaso você já “lida” com este assunto, você já deve ter sentido falta do S de sistema, mas pode ir se acostumando, pois, a nova edição de 2015 da Norma BRasileira 5419 da ABNT trata o tema assim mesmo. Mas não se preocupe, vc pode, assim como a norma continuar usando a definição SPDA, para se referir ao conjunto das providências que se adota para prevenir os danos em caso de ocorrer alguma descarga atmosférica.


Antes de falar sobre as Normas, vamos decidir se:

Preciso ou não providenciar PDA, para a minha edificação?


Para decidir isso, responda as questões abaixo:


1) Eu sou obrigado a providenciar PDA?

A resposta deve estar nos documentos do estado (Leis) da sua região como por exemplo: Código de obras do município, Instruções técnicas do Corpo de Bombeiros. Se a Lei não te obriga caberá a VOCÊ decidir.

Pode ser interessante também consultar outras fontes, como por exemplo, normas internas da sua empresa (especialmente prestadoras de serviço ao público), acordos de condomínio.

Se você investiu um bom dinheiro em máquinas e equipamentos vale dar uma olhada nas condições da garantia.

Se após ler isso você decidiu que não precisa. Boa sorte para VC 🙋. Se ainda está em dúvida continue lendo.

  
2) Tá certo, não sou obrigado. Mas, ainda sim eu deveria providenciar?

A resposta a esta questão está nos seguintes fatores:

  • Chance (probabilidade) da edificação ser atingida por uma descarga atmosférica, considerando o seu tamanho e localização. Ou seja, existem locais e áreas em que incidência de raios é bem pequena dispensando o SPDA, já em outras, o risco é bem maior como por exemplo em colinas elevadas e certas regiões do país.
  • Tamanho da edificação, ou seja, quanto maior e mais alto, mais provável de ser atingido.
  • Tipo da edificação, o raio causará muito menos estrago se for conduzido á terra por uma estrutura, metálica do que se conduzido por uma estrutura de madeira, que pode incendiar-se.
  • Conteúdo da edificação, ou seja, quantidade de pessoas, e equipamentos eletrônicos da edificação.
Analisando-se estes fatores conclui-se que uma edificação bem pequena pode dispensar a proteção de um SPDA, porém se esta edificação for um paiol de munição então deve-se pensar a respeito. Ou também, um pequeno galpão que armazena tijolos, oferece bem menos riscos, já um shopping ou um hospital com as mesmas dimensões e construídos no mesmo local, merecem um cuidado maior.


Entendeu a ideia? Se sim, continue lendo, se não leia de novo e mande sua dúvida para mim (eletrica.azevedo@gmail.com).



Uma ideia sobre estatística.

Ninguém sabe onde o raio vai "cair", tudo o que se sabe é “por onde” e como eles têm caído, com estas informações, elaboramos modelos matemáticos estatísticos, com base no comportamento dos raios para tentar “adivinhar” onde ele vai cair na próxima tempestade, qual será sua corrente e sua tensão, quais efeitos ele vai causar.
Fácil né? Não esquenta, uns caras muito legais já fizeram tudo isso para gente, e, como os raios são muito parecidos no mundo todo, dá para gente usar o que fizeram, e o melhor, fizeram umas "receitinhas de boa" pra facilitar ainda mais (desde que você tenha conhecimentos sólidos na área da eletricidade) vou apresentar a receitinha mais a frente. Por enquanto basta entender como funciona a coisa.



Para ajudar a entender, vamos sair um pouco da atmosfera e pôr o pé no asfalto.

Pense em dois sujeitos, A e B, o sujeito "A", sempre atravessa a rua na faixa de pedestre olhando para os dois lados, sempre aguarda o sinal correto para atravessar a rua, o sujeito "A" tem perfeita visão e audição. Já o sujeito "B", tem visão e audição prejudicadas, sempre atravessa fora da faixa, atravessa a via com tráfego e não obedece as normas de segurança de trânsito.

Ora, a gente não pode afirmar que o sujeito “A” NUNCA vai sofrer um acidente de tráfego, pois existem fatores fora de seu controle, e também não podemos afirmar que o sujeito “B” COM CERTEZA vai sofrer um acidente. Mas é seguro para qualquer um de nós, com base no que sabemos, afirmar que a “chance” de o sujeito B sofrer um acidente é muito maior que o sujeito A. Se entregarmos este problema aos matemáticos eles nos dirão algo assim:

A cada 1000 sujeitos que tiverem comportamento A, por um ano haverá 1 acidente, enquanto que, a cada 1000 sujeitos que tiverem comportamento B, haverá 10 acidentes. Ou, em termos mais esquisitos, o sujeito A sofrerá 1 acidente a cada 1000 Anos, e o sujeito B sofrerá um acidente a cada 100 anos. Ou ainda, a probabilidade de o sujeito A sofrer um acidente é de 0,001vezes por ano. Entendeu?

Voltando á PDA.

Assim pode se assumir por exemplo, que se a probabilidade de a edificação ser atingida por um raio for menor que 1 por ano, ela dispensa um SPDA, se for maior que isso, porém menor que 2, pode ou não ter SPDA, agora, se for maior que 2 deve-se providenciar um SPDA.

Agora, os valores acima, seriam adotados por sua conta e risco!!!!! Você deve procurar parâmetros mais seguros com as pessoas que possuem experiência no tema.

Outros fatores que têm de ser considerados são os custos envolvidos na ocorrência das falhas elétricas. Certa vez um amigo me perguntou: “ você acha que eu devo instalar um “PARA-RAIOS” em minha casa?” E a minha resposta foi: “ Quanto o custou a sua TV?”
A TV em questão na ocasião custou mais de 5 mil reais, e, na ocasião, esse valor era mais que se investiria para ter um SPDA completo, que diminuiria a probabilidade de danos em 1000 vezes, não somente para a TV, mas também para a geladeira, o forno, os computadores etc. sem falar no risco de incêndios, dentro daquela residência.


Então é o seguinte: Você não é obrigado a prover PDA para sua edificação, mas se você por acaso mora sobre uma colina isolada, ou tem muitos eletroeletrônicos de que goste, ou simplesmente goste de usar o chuveiro elétrico durante as tempestades. Você deveria consultar alguém ou, se você mesmo for este alguém, você deveria pensar em PDA.

Então? Como eu calculo a probabilidades? E depois como eu instalo um SPDA?
Lembra que eu prometi umas receitinhas, pois bem, aqui vai.
Use as normas técnicas da ABNT. Estas normas são escritas por pessoas habilitadas, que têm muita experiência a respeito do assunto. Elas trazem a consolidação das experiências bem-sucedidas em PDA, como também valiosas lições aprendidas com os erros passados, (por exemplo os PARA-RAIOS RADIOATIVOS). E, como são periodicamente revisadas estão em concordância com as técnicas e tecnologias atuais.
No Brasil principal norma que a respeito de PDA é a ABNT NBR 5419, esta norma, é baseada na norma internacional IEC 62305. Assim como suas revisões anteriores, ela contém um modelo simplificado, porém eficiente dos modelos estatísticos sobre descargas atmosféricas, também tem modelos de instalação de SPDA, facilmente entendíveis que possibilitam excelente redução da probabilidade de danos.
A última revisão desta norma ocorreu em 2015, a revisão anterior estava em vigor desde 2005. A grande mudança com relação á revisão anterior, é que a revisão atual inclui ferramentas para proteção de equipamentos enquanto que a revisão anterior tratava somente da proteção de pessoas e animais.


Em resumo, verifique se você necessita de um SPDA, o custo de uma verificação sempre valerá o investimento, se você não é um profissional, aconselho que procure um para isso. Faça a verificação, e se necessário, a instalação, seguindo as recomendações da NBR 5419.
Na próxima postagem, vou falar sobre as mudanças da última revisão (2015) com relação à anterior (2005), pois esta é uma boa maneira de introduzir os profissionais da área a esta nova revisão.


Os próximos tópicos serão.

  • ·        NBR 5419:2015 – Quais foram as novidades? Sou obrigado a reformar?  – Nível Médio;
  • ·         Para Raios Radioativos e discos voadores – O que fazer??? – Nível Básico;
  • ·         Como fazer aterramento na lua??? – Nível Médio
  • ·         Edificações “que já vêm” com SPDA



Ok, por enquanto é só envie dúvidas para elétrica.azevedo@gmail.com








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Disjuntores Termomagnéticos

Olá meus amigos aqui é seu amigo Felipe Vieira e no artigo de hoje falaremos sobre um item de uso geral, usado em todas as áreas de forma geral.

Modelo de Disjuntores Comercias Marca Altronic


Disjuntores Termomagnéticos

Fusíveis são baratos, mas geram descarte em eventuais trocas, além de consumir um tempo maior em manutenção, já que é necessário requisitar os novos fusíveis antes da substituição. Outro inconveniente é que, num sistema trifásico, pode ocorrer a queima de um fusível apenas, deixando o sistema com apenas duas fases. Uma alternativa direta e eficaz é a utilização de disjuntores termomagnéticos


Devemos ter em mente que existem categorias diferentes de disjuntores com diferentes curvas para essas categorias. Como estamos trabalhando com cargas indutivas (nesse exemplo), precisamos também, ao especificar o disjuntor, consultar a curva de disparo do dispositivo fornecida pelo fabricante. Como exemplo, vamos especificar o disjuntor para o mesmo motor de 10cv 220V, quatro polos; temos In = 26,6A, Ip/In = 8.

Desta vez temos um procedimento diferente para utilizar a curva, observe a figura abaixo:


É necessário saber quantas vezes a corrente de partida do motor é superior a corrente nominal do disjuntor e aplicar esse resultado no eixo x da curva. O motor escolhido tem uma In de 26,6A e Ip = 212,8A. Vamos supor que escolhemos um disjuntor de 32A, dividindo Ip por 32A temos 6,65. Traçamos uma perpendicular próxima a 6x In e para 5s de tempo de partida estamos dentro do limite da curva superior (atuação) do disjuntor, porém 6,65x pode provocar a atuação, pois passa-se do limite da curva.

➡ Note que tempos de partida mais longos ou correntes de partida um pouco superiores ao esperado também podem provocar o disparo do disjuntor, resultando em paradas desnecessárias.

Vamos observar a imagem abaixo com alguns valores comerciais de disjuntores:



Se o ponto de intersecção estivesse acima da curva, teríamos de escolher um disjuntor maior. Escolhendo um disjuntor de 50A, temos 4,25 de multiplicador; aplicado a curva podemos ter um tempo de partida de 10s e ainda continuaremos abaixo da curva. Essa decisão é extremamente técnica e deve ser feita com cuidado, levando em consideração os valores máximos dos elementos de proteção para contatores e demais componentes.

Concluindo. o disjuntor, assim como os fusíveis D ou NH, deve suportar a corrente de partida e após a partida continuar protegendo os elementos do sistema de eventuais curtos circuitos e sobrecargas muito elevadas. Infelizmente esses dispositivos não são indicados para proteção do motor contra sobrecargas comuns. De fato, um motor pode até queimar completamente sem que o disjuntor ou fusível detecte o problema.

Para monitorar sobrecargas no motor ou falhas internas que provoquem elevações de correntes e aquecimento, os dispositivos mais indicados são relé bimetálicos de sobrecarga ( Relé Térmico) e os sensores térmicos inseridos nos enrolamentos dos motores (estes últimos são os mais eficientes para proteção do motor).

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Atividade em Comandos Elétricos

Atividade em Comandos Elétricos 

Olá Elétricos vamos fazer uma atividade em Comandos Elétricos? pois quero que você aprenda e veja como funciona comandos elétricos então essa semana estarei criando sequencia de artigos somente relacionado a criação e explicação em diagramas e circuitos de comandos elétricos.



E nesse segundo artigo Chamado Estrela Triângulo com Reversão montaremos esse Circuito para você aprender como montar o mesmo na sua bancada ou até mesmo no CADE SIMU.

A chave estrela triângulo reversora tem a possibilidade de aplicação da redução da corrente de partida em ambos os sentido de rotação. Deve - se ter em mente que para aplicar a chave corretamente na reversão, o motor deve estar parado. Nessa atividade vamos montar uma possibilidade de criação para o circuito estrela triângulo com reversão, então já deixarei a imagem disponível para serem avaliadas.


Nota: A partir desta atividade será descrito o funcionamento dos circuitos de maneira simplificada, para que o detalhamento do funcionamento dos diagramas, com base nos apresentados até agora, sirva de exercício e base de estudo. Vamos observar a imagem abaixo, criada pelo Eletrotécnico Felipe Vieira.

(clique na imagem para aumentar)
Descrição Simplificada do Funcionamento
Temos quatro contatores no circuito de força, sendo K1 e K2 os contatores responsáveis pela reversão, K3 fecha o triângulo com K1 ou K2 e K4 fecha a estrela na partida estrela.A sequencia do circuito de força nessa atividade seria K1 ou K2 em conjunto com K4 (K4 entra primeiro), temporização, sai K4 e entra K3.

Partida em Estrela

Pressionando S1 (liga) ou S2 (liga), energiza-se K4 e 2dT1. De acordo com o botão pressionado energiza-se K1 ou K2. O Motor parte em estrela. Fechando o Motor 4,5,6 através de K4 e K1 ou K2 energizando 1,2,3.

Partida em Triângulo

Terminada a contagem de tempo, 2dT1 tira o K4 do circuito e K3 é energizado. O motor passa para triângulo. Caso esteja partido no sentido horário os contatores responsáveis pelo triangulo será K1 e K3. Fazendo assim o fechamento do motor para triângulo. 1 com 6, 2 com 4, 3 com 5.

Parada do Motor

A parada do motor é efetuada pressionando S0 (desliga)

Parada por Defeito no Circuito de Comando

O motor pode parar por um problema de sobrecarga, já que o relé térmico desliga o circuito de comando ou se um dos fusíveis de comando queimar.

Iluminação de Funcionamento

A instalação dos LEDs (luminosos) é muito importante para o eletricista saber sem mesmo ter que abrir o painel qual o tipo de erro que pode estar ocorrendo. Observando o diagrama de comando temos 4 LED sendo que o primeiro so acenderá quando o motor estiver desenergizado indicando motor parado e comando desarmado, o segundo LED acenderá assim que dermos a partida no motor assim indicando que o mesmo esta fechado para estrela, após o tempo do temporizador esse LED apagara e acionada o terceiro LED, isso tanto para sentido horário e anti-horário. Observando o ultimo LED ele é do contato aberto do relé térmico ou seja quando houver uma sobrecarga e o comando todo desligar o LED acenderá no painel e indicará que o mesmo esta necessitando reparo ou apenas um "reset".

Bom pessoal é isso espero que tenham gostado do artigo. Caso queira um curso completo de comandos elétricos é claro você deve fazer o mesmo na nossa plataforma online! Clique abaixo para iniciar seu curso e aprender tudo sobre comandos elétricos.




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