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Simulador de padrão de entrada


Ótimo curso de como instalar seu padrão de entrada e fazer cálculos de dimensionamento


Postado por Ensinando Elétrica on

Qual o Salario Médio de um Eletricista? pesquisamos para você.



Quanto ganha um Eletricista?

Descubra o salário inicial do eletricista e até quanto esse profissional pode ganhar.

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O eletricista é um profissional habilitado a fazer instalações elétricas em ambientes residenciais, comerciais e industriais, seguindo normas técnicas e de segurança. Fazer manutenção elétrica e instalar equipamentos eletrônicos também estão entre suas funções.
Os eletricistas qualificados podem trabalhar na indústria, na construção civil, empresas petroquímicas, prestadoras de serviço, em órgãos públicos e como autônomos.


O mercado de trabalho para eletricistas está aquecido e faltam profissionais qualificados para
atender a demanda. Com isso, o eletricista com cursos técnicos e de aperfeiçoamento encontra
boas oportunidades de emprego.
Piso salarial do eletricista

Os eletricistas não possuem um piso salarial único com validade em todo o País. Os
sindicatos relacionados à categoria dos eletricistas e àqueles setores onde esses
profissionais trabalham têm acordos e convenções coletivas para definir o salário,
benefícios, adicionais e pagamento de horas extras para diversas regiões e tipos de
empresa.
Seguem exemplos de pisos salariais para eletricistas definidos por alguns sindicatos:


Trabalhadores qualificados: R$ 1.481,04 Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da
Construção e do Mobiliário de Santos (SP)
Trabalhadores não qualificados: R$ 1.074,48
Piso salarial para trabalhadores que prestam serviços na Parada, por hora:

  • Eletricista de Força e Controle: R$ 8,69
  • Eletricista de Manutenção R$ 8,69
  • Eletricista Montador: R$ 8,01
  • Eletricista Qualificado: R$ 11,02
  • Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Espírito Santo
  • Eletricista: R$ 1.731,40
  • Eletricista de Manutenção: R$ 1.834,80
  • Eletricista de Força e Controle: R$ 2.266,00
  • Eletricista Montador: R$ 2.131,80


Sindicato dos Oficiais Eletricistas e Trabalhadores na Indústria de Instalações Elétricas,
Hidráulicas, Gás e Sanitárias de Maringá (PR)


  • Ajudante: R$ 871,20
  • Meio Oficial: R$ 959,20
  • Oficial A: R$ 1.025,60
  • Oficial B: R$ 1.328,80
  • Sub Encarregado: R$ R$ 1.460,80
  • Encarregado A: R$ 1.806,20
  • Encarregado B: R$ 1.911,80
  • Encarregado Geral: R$ 2.041


Sobre o piso salarial, os trabalhadores do setor elétrico recebem ainda um adicional de 30%
de periculosidade.
Salário médio do eletricista

O levantamento salarial do site de empregos Catho indica que um eletricista ganha entre R$ 1.008,00 e R$ 2.800,77, com média salarial nacional de R$ 1.695,20. Seguem as médias
salariais para algumas funções desempenhadas por eletricistas, segundo o site:


  • Eletricista Industrial: R$ 1.883,94
  • Eletricista de Veículos: R$ 1.692,74
  • Eletricista Eletrônico: R$ 2.524,78
  • Eletricista de Instalações: R$ 1.354,21
  • Eletricista de Força e Controle: R$ 1.994,93
  • Eletricista Montador: R$ 1.652,15
  • Eletricista Montador de Painel: R$ 1.666,97
  • Eletricista Predial: R$ 1.530,61
  • Eletricista de Manutenção Industrial: R$ 2.365,85
  • Eletricista de Ar Condicionado: R$ 1.460,38
  • Eletricista de Empilhadeira: R$ 2.173,50
  • Técnico Eletricista: R$ 2.270,71
  • Meio Oficial Eletricista: R$ 1.264,83
  • Oficial Eletricista: R$ 1.386,61
  • Auxiliar de Eletricista: R$ 1.048,45
  • Mecânico Eletricista: R$ 1.959,01


De acordo com uma tabela de salários publicada pela Universidade Municipal de São Caetano
do Sul (SP), a média salarial no Estado de São Paulo é de R$ 1.827,64 para Eletricista I e R$ 2.058,03 para Eletricista II.

O eletricista pode ocupar cargos públicos em prefeituras, órgãos estaduais e federais.
Concursos recentes com vagas para eletricistas, eletricistas de manutenção e
técnicos eletricistas oferecem salários iniciais entre R$ 1.000,00 e R$ 2.300,00,
mais adicionais, gratificações e benefícios.
Sobre a carreira do eletricista

Quem deseja seguir a carreira de eletricista encontra uma grande oferta de cursos
de qualificação profissional presenciais e a distância em diversas especializações,
como por exemplo:


  • Eletricista Montador
  • Eletricista Instalador
  • Eletricidade Industrial
  • Eletricista
  • Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão
  • Eletricista de Instalações Industriais
  • Técnico Eletricista
  • Técnico em Eletrônica
  • Técnico em Eletroeletrônica
  • Técnico em Eletrotécnica
  • Técnico em Eletromecânica


Instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) oferecem
curso gratuito de eletricista em todo o País e também é possível fazer cursos gratuitos
de eletricista pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, o
Pronatec.

Entre as atividades desenvolvidas pelo eletricista, podemos citar:

Analisar e interpretar desenhos técnicos de fiação e instalações elétricas.
Instalar e fazer a manutenção de fios condutores e equipamentos elétricos.
Consertar equipamentos elétricos.
Fazer a manutenção de maquinário elétrico industrial.
Verificar a segurança de equipamentos elétricos.
Elaborar orçamentos e projetos de instalações elétricas.

Além de dominar as ferramentas e conhecimentos técnicos necessários para exercer a
profissão, um bom eletricista precisa ter características como: saber fazer cálculos e
interpretar desenhos técnicos, ter boa comunicação, ter habilidade para solucionar
problemas, ser responsável e organizado, trabalhar com segurança e, no caso de
eletricistas autônomos, empreendedorismo, bom atendimento ao cliente e capacidade
de negociação são fundamentais. Saber usar o computador também está se tornando
cada vez mais importante para os eletricistas.
O mercado de trabalho para eletricistas é favorável e está aquecido. Reportagens de
diversos jornais e revistas apontam que existe uma carência de profissionais qualificados
para atender a demanda em várias regiões do País e diferentes setores da economia.
Dos setores que pagam salários mais altos para eletricistas, a indústria de petróleo e gás
e o setor de infraestrutura são destaques. Investimentos nas áreas de
telecomunicações, automação industrial e construção civil também contribuem para
que eletricistas qualificados consigam uma boa posição no mercado e bons salários.
A empregabilidade é alta para quem faz curso técnico de eletricista, eletromecânica,
eletroeletrônica, eletrotécnica, elétrica automotiva e afins. Um estudo do Senai indica
que a maioria dos alunos de formação técnica, inclusive eletricistas, já saem do curso
com a carteira assinada. Também segundo o Senai, um técnico em eletrônica com
dez anos de experiência ganha em média R$ 5.300,00.

* Informações obtidas em novembro de 2014.

Postado por Ensinando Elétrica on

Diagramas de comandos elétricos

Para os comandos elétricos atuais vocês podem observar esses a baixos são os mais encontrados ainda em funcionamento mas com o tempo estão sumindo dando lugar para os inversores de frequência e softstarters , vejamos abaixo os principais diagramas de comandos ainda utilizados!!

COMANDO PARTIDA DIRETA E REMOTA

Outros esquemas de comandos elétricos !

Esquemas de Ligação Orientativos:

























obrigado por estar sempre visitando o Blog Ensinando Elétrica um site totalmente de ensino de elétrica gratuito
para todas as pessoas no mundo !!

Postado por Ensinando Elétrica on

Como Instalar Geradores

Toda instalação onde se utiliza o grupo gerador como fonte alternativa de energia elétrica necessita, obrigatoriamente, de uma chave reversora ou comutadora de fonte. Somente nos casos onde o grupo gerador é utilizado como fonte única de energia, pode-se prescindir da utilização deste dispositivo. Tem a finalidade de comutar as fontes de alimentação dos circuitos consumidores, separando-as sem a possibilidade de ligação simultânea. Para isso, as chaves comutadoras de fonte são construídas de diversas formas e dotadas de recursos que vão desde o tipo faca, manual, até as mais sofisticadas construções com controles eletrônicos digitais, comandos e sinalizações locais e remotas, passando pelos tipos de estado sólido, de ação ultra-rápida.

A concepção mais simples de chave reversora seria o contato reversível, conhecido como SPDT (Single Pole Double Trhrow) utilizado nos relés. Nos grupos geradores, a chave reversora, geralmente, é de três pólos (nos grupos geradores trifásicos). A opção manual, tipo faca, aberta, fabricada para operação sem carga, ainda encontra aplicações, seguindo-se os modelos para montagem em painel e as de acionamento elétrico, automáticas, constituídas por pares de contatores ou disjuntores motorizados com comandos à distância para abertura e fechamento.

As chaves reversoras com comandos elétricos, na sua extensa maioria, são constituídas por pares de contatores ou disjuntores motorizados. As chaves dedicadas, isto é, construídas com a finalidade específica de efetuar a comutação das fontes, não são muito conhecidas, especialmente no Brasil, onde não há fabricante que ofereça esta opção aos montadores de grupos geradores.

A não utilização da chave reversora pode causar sérios riscos às instalações e às pessoas,
da seguinte forma:

a)       Queima de equipamentos, no momento do retorno da energia fornecida pela concessionária, caso o grupo gerador esteja funcionando sem chave reversora e o disjuntor geral encontrar-se INDEVIDAMENTE ligado;

b)       Riscos para as pessoas e possibilidades de incêndios provocados por descargas elétricas sobre materiais combustíveis, como conseqüência do evento citado no item anterior;

c)        Energização indevida da rede elétrica da concessionária, podendo vitimar eletricistas que estejam trabalhando na rede ou no quadro de medição;

d)       O acionamento da chave reversora (se manual) somente deve acontecer com os equipamentos desligados (sem carga).

Todas as concessionárias de energia exigem que as chaves reversoras sejam dotadas de intertravamento mecânico. Adicionalmente, nas chaves com acionamento elétrico, são utilizados contatos auxiliares para fazer o intertravamento elétrico.

Para os sistemas com reversão de carga em transição fechada (em paralelo com a rede) há exigências específicas que devem ser atendidas, conforme estabelecido nos contratos de fornecimento e de uso e conexão, firmados entre as concessionárias e as unidades consumidoras.

As concessionárias de energia determinam que os circuitos de emergência supridos por grupos geradores devem ser instalados independentemente dos demais circuitos, em eletrodutos exclusivos. Não é permitida qualquer interligação destes circuitos com a rede alimentada pela concessionária. Os grupos geradores devem ser localizados em áreas arejadas, protegidos de intempéries e isolados do contato com pessoas leigas, principalmente crianças. Recomendam, ainda, a observância às normas técnicas, em especial a NBR-5410 da ABNT, em conformidade com o Decreto 41019 de 26/02/57 do Ministério das Minas e Energia e resolução Nº 456 da ANEEL sobre as condições gerais de fornecimento de energia.

O conceito básico é:

Chaves de transferência
chave reversora

Chave reversora manual de três posições:
0 = (Centro) desligada
I = Fonte 1
II = Fonte 2


Abaixo, um diagrama típico de instalação do grupo gerador:



Na maioria das aplicações, o grupo gerador é utilizado como fonte de emergência para atender apenas cargas essenciais, casos em que há um circuito de emergência em separado dos consumidores não essenciais:

chave de transferencia

Também podemos dividir o circuito de emergência, de forma que, havendo disponibilidade de energia da fonte de emergência, estabelecemos prioridades para os circuitos alimentados.

cicuito de emergência


Usualmente, adota-se como base do sistema de transferência a solução do par de contatores montados lado a lado:

Chave reversoraChave reversora

A trava mecânica impede que os dois contatores possam ser fechados simultaneamente. Além disso, as bobinas dos contatores K1 e K2 são intertravadas eletricamente por meio de contatos ou relés auxiliares, de forma que impossibilite a alimentação de uma se a outra estiver energizada. Adicionalmente, podemos acrescentar lâmpadas de sinalização para indicar o estado da chave de transferência:

Chave reversora

transferência automática


Nos sistemas automáticos, as funções liga e desliga rede e gerador são executadas por contatos de relés comandados pelo sistema de controle.

Na entrada do grupo gerador é indispensável um meio de desconexão e proteções contra curto-circuito. As empresas de telecomunicações exigem que, tanto o lado da rede quanto o do grupo gerador sejam protegidos com blocos de fusíveis de ação retardada. Os disjuntores termomagnéticos, quando utilizados, devem ter tempo de desconexão de 5 Hz, ou seja, cerca de 80 ms.

Para tornar o sistema automático, devemos acrescentar um dispositivo sensor da rede, capaz de perceber as falhas de tensão ou freqüência e fechar um contato para comando da partida do grupo gerador. Este(s) sensor(es) deve(m) ter seus parâmetros ajustáveis, incluindo um tempo de confirmação da falha, para evitar partidas do grupo gerador em decorrência de picos instantâneos de tensão. Deve monitorar o retorno da rede à normalidade e acionar um contato para retransferência da carga, devendo, a partir daí, o sistema de controle permitir o funcionamento do grupo gerador em vazio para resfriamento, antes de acionar o dispositivo de parada. Quando não incluídos no sistema de controle, sensores de tensão e freqüência para o grupo gerador também devem ser previstos. O monitoramento ideal é sobre as três fases, sendo freqüente o uso de sensores monofásicos no lado do grupo gerador, principalmente. Em geral, ajusta-se os sensores para variações de 20% de tensão e 5% de freqüência, para mais ou para menos, e um tempo de confirmação de dois a cinco segundos.

Por definição, os sensores de tensão e freqüência executam as seguintes funções de relés ANSI:
N° ANSIFunção
27Subtensão. Relé que atua quando a sua tensão de entrada é inferior a um valor predeterminado.
59Sobretensão. Relé que atua quando a sua tensão de entrada for maior que um valor predeterminado.
81Relé de freqüência. Dispositivo que opera quando a freqüência (ou sua taxa de variação) está fora de limites determinados.

A maioria dos fornecedores de grupos geradores utiliza estes dispositivos como parte integrante dos seus sistemas de controle ou USCA´s, de fabricação própria. No mercado, podem ser encontrados diversos fornecedores destes dispositivos, tanto analógicos quanto digitais, alguns dotados de múltiplas funções integradas.
chave de transferencia automatica
Eventualmente, a função 81 poderá não ser utilizada para a rede, baseando-se no pressuposto de que não ocorrem variações de freqüência da rede. Entretanto, dependendo do local da instalação, estas variações podem ocorrer.

Em muitas aplicações, são utilizados disjuntores com comandos motorizados em substituição aos contatores. Alguns fornecedores disponibilizam conjuntos montados, com opção de adição de componentes definidos pelo cliente. Por exemplo:

Montagem
Opcionais
Transferência automática
  • Alavanca de Carregamento manual das molas.
  •  Botão mecânico de fechamento.
  •  Botão mecânico de desligamento.
  •  Indicador mecânico de molas carregadas.
  •  Relé de fechamento.
  •  Relé de abertura.
  •  Motor elétrico com redutor para carregar as molas de fechamento.
  •  Micro-switch para telessinalizar o carregamento das molas de abertura.
  •  Contatos auxiliares.
  •  Bloqueio da chave até que o defeito seja sanado, só podendo voltar a operar assim que seja dado o RESET manual.
  •  Dispositivo eletrônico de retardo (200 ms).
  •  Relé antibombeamento.
  •  Relé de subtensão.
  •  Bloqueio mecânico tipo Yale e cadeado.
  •  Bloqueio da chave até que o defeito seja sanado, só podendo voltar a operar assim que seja dado RESET elétrico.
  •  Contador mecânico de manobras.
  • Proteção à terra - 51N - Ground Sensor.
  • Outros acessórios, dependendo se os disjuntores são de execução fixa ou extraível


FUNÇÕES DO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA


transferencia automatica

Nos controles digitais, estas funções estão inclusas e apenas os pontos de ligação dos contatos de comando são acessíveis.

Considerando a possibilidade de manutenção ou reparos no sistema de transferência, é conveniente a instalação também de uma chave de bypass. Esta chave, permite que as cargas sejam alimentadas diretamente pela rede ou pelo grupo gerador, sem utilizar a chave de transferência, permitindo que esta possa ser desativada temporariamente ou removida para reparos. A utilização deste componente requer detalhamento do projeto junto ao usuário para definir a seqüência de operação desejada, a fim de eliminar os riscos de paralelismo acidental das fontes. É possível estabelecer o bypass só para a rede, para o grupo gerador ou para ambos alternativamente, dependendo da configuração desejada. No caso das chaves dedicadas, o bypass pode ser com ou sem interrupção da alimentação das cargas de emergência. Alguns fornecedores disponibilizam este item como opcional.


CHAVES DEDICADAS

Entende-se como chaves de transferência dedicadas àquelas construídas especificamente para comutação entre duas fontes de energia, diferentemente da concepção anterior com base em contatores ou disjuntores. Basicamente, é um mecanismo que combina as ações de massa e campo magnético para impulsionar os contatos no sentido de uma das fontes ao mesmo tempo em que desconecta a outra, sem possibilidade de paralelismo acidental. As concepções utilizadas variam de um para outro fabricante. A Cummins Power Generation, uma das mais conceituadas marcas, utiliza um atuador linear bi-direcional para a mudança de contatos entre as fontes, além de prever o intertravamento elétrico dos comandos e oferecer diversos recursos de supervisão e controle microprocessados.

Chave de transferencia


A Hubbell oferece um tipo de chave dedicada similar, porém com o mecanismo de acionamento diferente.
Chave de transferencia
  1.  - Contatos da entrada de rede
  2.  - Contatos da entrada de grupo gerador;
  3.  - Terminais de ligação da entrada de gerador;
  4.  - Terminais de saída para a carga;
  5.  - Conexões de campo;
  6.  - Controle de transferência;
  7.  - Contatos auxiliares de grupo gerador;
  8.  - Relé de controle de transferência;
  9.  - Conjunto de acionamento;
  10.  - Contatos auxiliares de rede;
  11.  - Dispositivo de teste (opcional);
  12.  - Conexões de campo;
  13.  - Terminais de entrada da rede;

PROBLEMAS DA TRANSFERÊNCIA

Cada circuito consumidor tem características próprias, resultantes dos dispositivos alimentados. Um edifício comercial difere fundamentalmente de uma indústria com a mesma capacidade instalada. Enquanto no edifício predominam cargas de iluminação, elevadores, pequenos no-breaks, computadores e ar condicionado, na indústria a carga predominante, provavelmente, será de motores elétricos.

Quando ocorre uma falta de energia, o grupo gerador de emergência dotado de sistema de transferência automática é acionado e no intervalo médio de 10 a 15 segundos assume as cargas. Este intervalo é suficiente para que os motores em funcionamento parem de girar e todos os circuitos se desenergizem. Entretanto, quando do retorno da concessionária, o sistema aciona o desligamento  do gerador e o ligamento da rede, um após o outro, num intervalo médio de 100 a 200 ms. Isto faz com que, ao ser religada a rede, os motores, por inércia, ainda estão girando praticamente na mesma rotação. O mesmo ciclo acontece nas transferências onde se utilizam grupos geradores nos horários de ponta, quando no início se transfere a carga da rede para o gerador e no final, quando ocorre a transferência inversa. Os motores em movimento, sem receber energia,  geram tensão que percorre o circuito em sentido inverso, no intervalo de transferência, que irá se contrapor à fornecida pela fonte que assume a carga, produzindo um surto capaz de trazer perturbações e queima de equipamentos. Quando há este tipo de problema, a solução é fazer a transferência num intervalo de tempo programado, desligando-se uma fonte e aguardando um tempo suficiente para que todos os motores parem, antes de efetuar o ligamento da fonte substituta. A isto,  habitualmente chamamos de transferência com transição programada.

Para os edifícios comerciais com muitos elevadores, uma alternativa freqüentemente adotada é incluir no sistema um relé programado para fechar um contato durante o tempo suficiente para que todos os elevadores sejam desligados no andar térreo (ou no mais próximo de onde se encontram), permanecendo desligados até que a transferência se realize. Esta providência é interessante porque, no caso da transferência da rede para o gerador, permite que os elevadores sejam acionados um após o outro, reduzindo assim o surto de corrente de partida que ocorreria com a partida simultânea de todos os elevadores ao mesmo tempo. Esta função é um item opcional nas chaves Cummins Power Generation.

Uma outra forma de efetuar a transferência sem perturbações é a transição fechada, em paralelo com a concessionária, que pode ser instantânea ou com rampa de carga. Para adotar esta solução, é necessário consultar a concessionária e, conforme o caso, aditar o contrato de conexão e uso, para prever esta função. É a forma mais conveniente para quem utiliza grupos geradores para geração nos horários de ponta.

A transferência instantânea significa aplicação de carga brusca e a rampa de carga só pode ser utilizada nas transferências com as duas fontes presentes e normais. No caso de uma falta de energia, a entrada do grupo gerador na condição de emergência é feita em barramento morto, assumindo todas as cargas que estiverem ligadas, instantaneamente.

Existem chaves que efetuam a transferência em transição fechada com um tempo de paralelismo menor do que 5 graus elétricos (0,00023 seg). Como as proteções normalmente exigidas pelas concessionárias têm tempos de atuação de 100 ms, estas se tornam desnecessárias, porém, podem ser exigidas, a seu critério, por condições contratuais.


chave de transferencia
chave bypass
Chave de transferência automática ASCO série 7000 microprocessada e com bypass de isolação, montagem extraível.Transferência em transição fechada dentro do intervalo de 5 graus elétricos.

Podem ser exigidas as seguintes proteções ANSI, além de outras consideradas desejáveis pela concessionária:
Nº ANSI
FUNÇÃO
27
Relé de Subtensão - Relé que atua quando a sua tensão de entrada é menor do que um valor predeterminado
32
Relé Direcional de Potência - Relé que atua quando um fluxo de potência circula no sentido contrário ao predeterminado.
47
Relé de Seqüência de Fase de Tensão - Relé que atua para um valor de tensão polifásica na seqüência de fase estabelecida.
59
Relé de Sobretensão - Relé que atua quando sua tensão de entrada for maior do que um valor predeterminado.
81
Relé de freqüência - Dispositivo que opera quando a freqüência (ou taxa de variação) está fora de limites predeterminados.

Os contatores ou disjuntores recebem a designação ANSI 52 - Disjuntor de Corrente Alternada = Dispositivo de manobra e proteção capaz de estabelecer, conduzir e interromper correntes alternadas em condições normais do circuito, assim como estabelecer, conduzir por tempo especificado e interromper correntes alternadas em condições anormais especificadas do circuito, tais como as de curto-circuito.

CHAVES ESTÁTICAS
Resultado da tecnologia dos semicondutores, atualmente são comercializadas chaves de transferência sem contatos móveis, baseadas em retificadores controlados de silício (SCR).

São utilizadas, principalmente, nos sistemas UPS (Uninterruptible Power Suppliers) ou no-breaks estáticos e atualmente começam a encontrar aplicações nas instalações de grupos geradores. A transferência com chave estática ocorre em transição aberta, isto é com interrupção de 2 a 4 ms. Esta interrupção é imperceptível e não detectada pelos equipamentos consumidores.

O SCR é um diodo que opera como um circuito aberto quando nenhuma corrente é aplicada ao GATE. Um sinal aplicado ao GATE fecha o circuito e faz com que ele se mantenha fechado, conduzindo do ANODO para o CATODO, enquanto permanecer o sinal. Uma vez removido o sinal, ele irá parar de conduzir quando a corrente circulante atingir o valor zero. Usando esta propriedade, é possível construir um sistema com controle eletrônico gerando o sinal para o gate e montar uma chave comutadora de fontes onde é possível determinar o momento em que uma ou outra fonte será ativada ou desativada.

chave de transferencia

Sistemas microprocessados adicionados aos controles adotados, implementam a utilização desta solução. Entretanto, neste tipo de transferência a carga é aplicada subitamente, na sua totalidade, ao grupo gerador.

TRANSFERÊNCIA COM RAMPA DE CARGA

É feita na condição de transição fechada, em paralelo com a rede, durante um tempo programado. O sistema de transferência necessita monitorar, por meio de transformadores de corrente, a energia circulante e atuar sobre o sistema de combustível do motor. Sua utilização requer proteções definidas pela concessionária local.

transferencia automatica

A transferência com rampa de carga é feita sincronizando o grupo gerador com a rede e, em seguida, comandando o fechamento das chaves de paralelismo (52). O paralelismo, feito por um sincronizador automático, controla tensão e freqüência do grupo gerador e verifica a seqüência de fases. No caso de falha da rede e entrada do grupo gerador na condição de emergência, teríamos a seqüência:

transferencia em rampa

No caso da partida do grupo gerador com a rede presente (horário de ponta):

transferencia em rampa

O sistema deve supervisionar o fluxo de corrente e manter a dosagem do combustível para que, no momento do fechamento de 52G o grupo gerador não entre em carga nem seja motorizado pela rede. Uma vez fechado 52G, tem início o processo de transferência de carga numa taxa programada com incremento em kW por segundo e o limite não pode exceder a potência do grupo gerador.
Em geral, o mesmo sistema pode ser utilizado para suprimento de energia em regime de peak shaving. Isto é, o grupo gerador permanece em paralelo com a rede suprindo a energia que exceder à demanda prefixada para a rede. As configurações de operação são oferecidas em diversas modalidades e praticamente todos os fornecedores atualmente dispõem de sistemas digitais que podem ser configurados para atender às necessidades do cliente.
O grupo gerador poderá também ser utilizado em paralelo com a rede para geração de potência reativa (KVAr). Neste caso, o sistema de controle deverá ser programado para operar sob fator de potência constante e fazer variar a excitação do alternador, gerando mais ou menos potência reativa. Para a geração de potência ativa o sistema atua sobre o governador de rotações, fornecendo mais ou menos combustível, mantendo a rotação constante e variando a quantidade de kW fornecidos às cargas.
PARA COMPRA DE CHAVE DE TRANSFERÊNCIA, CONSULTE O FABRICANTE DO SEU GRUPO GERADOR.


Postado por Ensinando Elétrica on

A função do Relé termico

A função do Relé bimetálico é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja
atingido. O relé assume a proteção contra sobrecarga das cargas elétricas (motores), dos
condutores de alimentação e dos outros dispositivos de manobra.

Os relés térmicos bimetálicos de sobrecarga são construídos com a função de proteção do
sistema elétrico de potência (motores) contra sobrecarga de longa duração, falta de fase e/ou
falta de tensão. São passíveis também de auxiliar na identificação de defeitos, de atuar
disparando alarmes, sinalizações e de abrir disjuntores.

Estes dispositivos de proteção objetivam evitar o aquecimento elevado da fiação interna do
motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos.
Este aquecimento acarreta a redução da vida útil do motor e também desgasta a isolação dos
seus enrolamentos internos. 

Nota: neste trabalho, a nomenclatura completa para o relé térmico bimetálico de sobrecarga
será simplificada para relé de sobrecarga.

Principio de funcionamento

Os relés de sobrecarga têm seu princípio de funcionamento baseado na diferente dilatação de
dois elementos metálicos (lâminas), que possuem diferentes coeficientes de dilatação térmica.
As lâminas bimetálicas são envolvidas por uma bobina pela qual passa a corrente de carga.

Na ocorrência de uma falta de fase, sobrecarga ou queda de tensão acentuada,
consequentemente ocorre um aumento da corrente elétrica. Tal corrente provoca na bobina um
aquecimento, e por transferência de calor (efeito joule) o par de lâminas também é aquecido.
As lâminas unidas rigidamente (soldadas) uma à outra, então aquecidas neste momento,
dilatam-se diferentemente, provocando modificações no seu comprimento e forma. 

O aquecimento das lâminas é provocado pela corrente, que ultrapassou valores determinados. 

aquecimento excessivo de uma das duas extremidades do par bimetálico irá provocar o
curvamento da sua outra extremidade, acarretando em um pequeno movimento físico,
aproveitado para acionar (movimentar) os contatos do relé.

NOTA: As lâminas do relé de sobrecarga são denominadas de bimetal, par bimetálico ou par
termoelétrico.

Partes constituintes do relé de sobrecarga

Botão embutido e giratório. Ajusta a corrente nominal da carga. Acionado com uma
chave fenda ou Philips.

Botão VERDE, pressionável → RESET←. Botão embutido, de arrastar →TEST←.
Ambos formam o conjunto de teste para verificar se o relé está em condições normais
de atuação. O botão de TEST ao ser acionado, com o auxilio de uma ferramenta de
pequeno porte, mostra a letra T, no visor. Nesta condição, os dois contatos auxiliares
do relé são invertidos, ou seja, o aberto se fecha e o fechado se abre. Para retornar os
contatos às posições de repouso originais, pressiona-se o botão verde, RESET. Esta
ação se faz sem a necessidade da abertura da tampa protetora do relé.

Botão VERMELHO, pressionável →STOP←. Pressionando-se este botão o contato
auxiliar NC 95 – 96 seremos invertidos, ou seja, se abrirá. É um botão que testa
mecanicamente a inversão do contato NF do relé. Não atua sobre o contato NA.

Botão destrava H ou A. O relé é ajustado pela fábrica para religamento manual (H) e
com bloqueio contra religamento automático. Nesta situação, para ligar novamente a
carga devemos acionar manualmente o botão de reset (verde) do relé bimetálico. A
letra H (hand) indica posição manual e a letra A indica posição automática.

Terminal A2 para bobina do contator. Usado quando o relé bimetálico for acoplado
fisicamente aos contatos do contator, omitindo o terminal A2 da bobina. Para outras
opções de fixação do relé (painéis, trilhos) este terminal não é utilizado ou é
inexistente.

Um contato auxiliar ou de comando NC ou NF – Contato tipo fechado em repouso,
com numeração 95 - 96. 

Um contato auxiliar ou de comando NO ou NA – Contato tipo aberto em repouso, com
numeração 97 - 98.

Três contatos principais ou de carga NO ou NA – contatos abertos que dão sequência
aos três pares bimetálicos. Recebem as três fases para a alimentação da carga e
quando acionados, conduzem sua corrente nominal. Identificados pelos algarismos
1,3,5 ou as letras L1,L2,L3 (linha) para a entrada da alimentação e 2,4,6 ou T1,T2, T3
(terminal) para a saída até carga. 

Vantagens do relé de sobrecarga sobre os fusíveis:

O relé de sobrecarga compensa automaticamente as mudanças de
temperatura ambiente, porque o seu funcionamento depende da temperatura
dos seus elementos térmicos.
O relé térmico pode ser ajustado, dentro de determinada faixa de corrente.
O relé pode ser testado.
O relé possui certa inércia, não operando durante a partida.
Os fusíveis são de difícil ajuste.


Nota: Os relés bimetálicos, como elementos de proteção que são, são identificados pela letra
maiúscula F e numerados em sequência, a partir do algarismo 1.


Postado por Ensinando Elétrica on

Autodesk AutoCAD Eletrical 2015



Descrição:

AutoCAD Eletrical é uma ferramenta CAD feita especialmente para o projeto de controles elétricos. A ideia do programa é simples: oferecer funções que simplifiquem o trabalho do usuário na hora de criar os componentes dos equipamentos, permitindo que ele aumente seu foco no desenho em si.
Se você costuma utilizar programas como CAD comuns, prepare-se para se sentir em casa com esse software. A interface do Electrical é quase idêntica a que você encontra no AutoCAD, mas com a adição de várias ferramentas para a construção da parte elétrica do projeto.
Outra grande adição do programa com relação ao CAD comum é a base de dados que pode ser instalada por você. São dezenas de fontes de empresas conhecidas, como LG e Samsung, assim você pode usá-las como referência para seus projetos.

O AutoCAD Electrical também conta com o Autodesk Cloud, uma ferramenta criada pela Autodesk para que você compartilhe seus dados diretamente pela nuvem com outros usuários do programa onde quer que estejam.

É importante avisar que, para que você consiga utilizar essa função, é necessário que o usuário se inscreva diretamente no programa, através do site oficial da empresa.

Informações do Arquivo:
Formato: RAR
Idioma: Multilinguagem
Tamanho: x32= 2,29 GB  x64= 2,84 GB
Lançamento: 2014
S.O: Windows 7/8/8.1

Requisitos para 32-bit:

* Processador Intel® Pentium® 4 recomendado;
* Microsoft® Windows® XP (Professional ou Home Edition (SP2)) ou Windows Vista;
* 512 MB de RAM;
* 2.7 GB de espaço livre em disco para a instalação*;
* Monitor 1280 x 1024 VGA com True Color;
* Dispositivo indicador compatível com MS-Mouse;
* Microsoft Internet Explorer® 6.0 (SP1) ou superior;
* Instalação por DVD ou CD-ROM.

Requisitos para 64-bit:

* Processador AMD Athlon™ 64, AMD Opteron, Intel Xeon com Intel EM64T ou Intel Pentium 4 com suporte a EM64T;
* Microsoft Windows XP Professional x64 Edition;
* 1 GB de RAM (de preferência mais de 1.5 GB);
* Suporte para placa de video Microsoft Windows 1280 x 1024 VGA com True Color, Open GL e DirectX 9;
* 3.0 GB de espaço livre em disco;
* Windows XP x64: Microsoft Internet Explorer 6.0 ou superior;
* Windows Vista: Microsoft Internet Explorer 7.0 ou superior;
* Dispositivo indicador compatível com MS-Mouse;
* Instalação por DVD ou CD-ROM.



Download:

32 Bits

64 Bits

Postado por Ensinando Elétrica on

Simuladores técnicos de comandos elétricos.

Olá vou deixar aqui esses simuladores técnico para você pode interpretar e entender o funcionamento do comando estrela - triângulo e também alguns outros simuladores interessastes de comandos elétricos vejamos abaixo:


DIAGRAMA DE COMANDO ESTRELA - TRIÂNGULO MOTORES 6 PONTAS TRIFÁSICOS

Clique na imagem para abrir o simulador de estrela - triângulo.


DIAGRAMA DE COMANDO PARTIDA DIRETA MODO 01



clique na imagem para abrir o simulador de partida direta


DIAGRAMA DE COMANDO PARTIDA DIRETA COM ATUAÇÃO DE RELE TÉRMICO


clique na imagem para abrir o simulador de partida direta com atuação de relé térmico


SIMULADOR DE COMANDO PARTIDA DIRETA E APRESENTANDO FALHAS NOS FUSÍVEIS,  E RELE ATUANDO.


clique na imagem para abrir o simulador do comando partida direta com falha em fusíveis e atuação de relé térmico

SIMULAÇÃO DO COMANDO PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO PARA MOTORES ELÉTRICOS TRIFÁSICOS


clique na imagem para abrir o simulador de comando partida direta com reversão

SIMULAÇÃO DO COMANDO PARTIDA DIRETA CIRCUITO DE SELO


clique na imagem para abrir o simulador circuito de selo

Obrigado pela visita veja os links abaixo também tem mais simuladores para você visitante do blog ensinando elétrica





Postado por Ensinando Elétrica on

Fuga de energia entenda o que é e suas causas.

Fugas em Eletricidade

 
Você sabe o que é fuga elétrica? Fuga em Eletricidade?
Pois bem, assim como bandidos fogem da polícia, a eletricidade também pode fugir de alguma forma e neste caso o policial é você, do contrário sua conta de luz virá "arrasando" e você será "assaltado" não pela Concessionária de Luz, mas por você mesmo.

O condutor "Neutro" dos Transformadores de distribuição da nossa vizinhança são "aterrados", isso mesmo, aterrados, literalmente colodados em contato com a terra (Solo) por meio de "Malhas de Aterramento" (hastes de cobre ou material semelhante fincadas no solo e interligadas por meio de cabos).

Mas porque o condutor Neutro da Concessionária de Luz é aterrado?
Simples, ajuda em muito aos Eletricistas na busca de defeitos elétricos nas instalações, equilibra todo o sistema elétrico já que o Neutro que chega em sua casa é o mesmo Neutro lá da Subestação, entre outros pontos positivos... que somente Técnicos e Engenheiros sabem ao "pé da letra".

Sabe porque você leva choque ao "tocar" num cabo elétrico energizado?
                Simples, muito simples. Se vc tocar num condutor energizado, que vem de um Transformador com Neutro Aterrado, a corrente elétrica passará por seu corpo, "caminhará" pela terra, isso mesmo, pela terra, até chegar à haste de aterramento e por fim voltar ao Transformador, ou seja, a corrente elétrica retornou ao Neutro Aterrado do Transformador.

Você já experimentou ou ouviu falar de alguém que fez 127V para ligar algum aparelho usando um cabo fase do medidor de luz e o cabo "Terra" do aterramento do seu padrão de energia, ou pior, usando o cabo Terra que DESCE na lateral de um edifício!!?
Então... você não está jogando eletricidade fora. Acontece que a eletricidade passa por meio do Solo (Terra) até chegar de volta ao Transformador da sua rua, sendo lá estar o Neutro e por isso vc consegue 127V!, mas claro, isso não funciona legal, nada legal, pois o solo apresenta uma resistividade o qual dificulta tal corrente elétrica de "fluir", além de outros incovenientes, bem como o Cabo Terra não é para essa finalidade.

             Mas onde esse cara pretende chegar ?, vc deve estar se perguntando...

            Simples, você sabe como indentificar se há fuga de eletricidade nas suas instalações?
            Claro, sem ser aquela dica que te deram de desligar os aparelhos e olhar o medidor de luz., se continua girando...(cafona).
          
             Não?
           
            Se vc possuir um IDR ou DR na sua instalação essa dica irá ajudá-lo a identificar onde está a fuga elétrica, ou se vc não possui condições e não tem um IDR/DR na sua instalação poderá identificar onde está havendo a fuga, caso o suspeite disso quando receba uma conta de luz absurdamente alta.

            Com a eletricidade não há meio termo. Ou é, ou não é.
            Se num circuito trifásico (por exemplo), com a ajuda de um "Alicate Amperímetro", se vc medir a corrente das tres fases, a corrente que entra numa fase deve ser algebricamente igual a corrente que "sai" pelos outros condutores fase/Neutro.


            Sendo assim, para medir, identificar uma fuga elétrica, vc deve juntar todos os cabos que pertencem ao circuito e "abraçá-los" com a pinça do Alicate Amperímetro.



            Se o valor mostrado pelo instrumento é "0", ótimo, não há fuga elétrica na carga (aparelho, motor, microndas, circuito, etc).
            Agora, se o valor mostrado no instrumento é diferente de "0", esse valor aí mostrado no aparelho é o valor em "amperes" da fuga elétrica.
            Isso significa que uma parte da corrente elétrica não estão voltando pelo mesmo circuito, ou seja, esse pouco de corrente (fuga) está fluindo até o Neutro do Transformador utilizando-se de outro meio.

            Legal, como funciona isso?
            Simples, vc estará usando a mesma lógica de funcionamento de um IDR/DR, mas claro, vc está apenas medindo e indentificando onde é a fuga, ao contrário do DR que lhe possibilita isso e ao mesmo tempo desliga o circuito, evitando prejuízos físicos pessoais, bem como financeiro.

           Observação:
            Essa dica é para os Eletricistas recém formados que já sabem lidar com a Eletricidade, se vc não sabe ou não tem conhecimento sobre eletricidade, peça que um Eletricista verifique para você se há ou não fuga elétrica no seu Imóvel. Pois do contrário, lidar com Eletricidade sem saber o básico, é fatal.

            Existem Alicates Amperímetros de alta precisão, indicados para identificação de fugas elétricas, é o caso do ET-3140 do fabricante Minipa.

            Agora sim você fará bonito na frente de seus clientes, use o Alicate Amperímetro.

             Fonte : www.engenhariaeletrotecnica.com.br

Mais Dicas de como identificar uma fuga de energia
Problemas de isolamento das fiações e conexões, assim como os aparelhos elétricos podem causar as chamadas "fugas de energia". 
Por exemplo, se a sua instalação, em 110 volts, tiver uma fuga de corrente de 0,1 ampère, você terá somado a sua conta de luz mais 7,9 kWh sem perceber.
Dicas
* Para identificar fuga de energia desligue todos os aparelhos das tomadas e também todas as luzes. Verifique se o seu relógio continua girando. Em caso positivo você tem energia escapando;
* Chame um eletricista para verificar as conexões (emendas) em todas as caixas de passagem, nos interruptores, tomadas e pontos de luz. Se a instalação da casa for dividida em vários circuitos elétricos (aquelas chaves no quadro interno de luz) é bem mais fácil identificar o problema. Faça a operação circuito por circuito;
Fique alerta com os equipamentos que dão choques - com certeza há fuga de energia. Comece por eles. Ligue aparelho por aparelho e observe se o relógio de luz continua girando. Em caso positivo, leve o eletrodoméstico a uma assistência técnica para sanar o problema.

Postado por Ensinando Elétrica on

Você Eletricista tem Direito Sim!!

Você Eletricista tem Direito Sim!!
___ Veja o Artigo sobre a Lei dos 30% para Eletricistas

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