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Eletricista – Veja Como Ser Um Bom Profissional

Eletricistaeletricista sempre terá oportunidades de trabalho no mercado, pois são vastas as oportunidades para todas as áreas que exigem eficiência técnica, sendo que eletricista é uma delas.
Para quem pretende se tornar eletricistaprecisa também gostar de matérias de ciências exatas com matemática, física e eletricidade.

Curso De Qualificação Para Eletricista

Os cursos que formam eletricistas geralmente têm uma duração de até quatro anos com aulas práticas e teóricas sobre a dinâmica da eletricidade predial voltada para a construção civil.
Ele possui matérias como Lei da eletricidade, sistemas de circuito, segurança elétrica, esquemas de sistemas elétricos, solda e atividades similares. É necessário também que esteja incluso no curso de eletricista conhecimentos sobre o Código Elétrico Nacional e conhecimentos sobre novos métodos e equipamentos de eletricidade que surgiram no mercado elétrico.
eletricista profissional realizará cursos em instituições como o SENAI. Esses cursos incluirão o estudo de interpretação de desenhos técnicos de fiação elétrica, conhecimentos sobre instalação e manutenção de redes elétricas, reparos e detecção de problemas em redes elétricas, segurança em redes elétricas, registro de problemas elétricos e outros conhecimentos.

Como Ingressar Na Carreira De Eletricista

Para se tornar um bom eletricista é necessário ter o Ensino Médio completo para se tornar um profissional competitivo no mercado e ainda realizar cursos profissionalizantes ou técnicos na área.
Participe de cursos que realmente sejam bons e que tenham carga horária capaz de preparar o estudante para o mercado de trabalho. Muitos estudantes de elétrica ingressam no mercado de trabalho como aprendizes, realizando estágios na área ao mesmo tempo em que participam de cursos.
Alguns bons sindicatos na área de eletricidade promovem cursos e estágios para aprendizes. Por isso, para aqueles estudantes que pretendem galgar a carreira de eletricista devem, antes de tudo, pesquisar onde há oportunidades de aprendizado e inserção no mercado de trabalho.

Licença Para Trabalhar Como Eletricista

Para exercer a profissão de eletricista é necessário que o interessado cumpra a burocracia de licenciamento que varia de região para região.
Para saber mais informações sobre como adquirir a carteira profissional para eletricista, é só acessar o site do Ministério do Trabalho e buscar mais informações sobre  a Carteira de Aptidão Profissional ou no órgão de Direção Geral de Energia de sua região.
De qualquer forma, para tirar a licença será necessária a realização de exames que testarão os conhecimentos do profissional na área de eletricidade.

Mercado De Trabalho De Um Eletricista

Os profissionais que pretendem ingressar na carreira de eletricista podem se tornar eletricistas do ramo de construção civil, e ainda eletricistas públicos ou inspetores. Para isso será necessário que o profissional se aprofunde mais no assunto e requeira uma licença que teste os conhecimentos especializados em eletricidade.
mercado de trabalho para eletricista possui diversas possibilidades, pois o profissional pode atuar como eletricista residencial e predial, inspetor, industrial, eletricista de empresas que prestam serviços de na área de energia pública e outros ramos do setor.
Informação Importante:

Pesquisas do IBGE e DIEESE confirmam que são mais bem sucedidos os empresários que fazem um planejamento ANTES de iniciar o próprio negócio.

Um Bom Eletricista

Para se tornar um bom eletricista, além de conhecimentos e habilidades técnicas, o profissional deverá também possuir habilidades como capacidade de comunicação, e também requisitos físicos que são: boa visão e ótima coordenação motora.
Outras habilidades também necessárias são: habilidades técnicas para instalações e manutenções, detecção de problemas, habilidades com o manuseio de ferramentas e conhecimentos em informática.
As habilidades comportamentais necessárias são as habilidades de praticidade, organização, raciocínio lógico e metódico e responsabilidade quanto à segurança própria e de outrem.

Segurança Do Trabalho De Um Eletricista

Além das atividades descritas acima, os eletricistas executam também atividades de atuação nas áreas de eletroeletrônica, mecânica, manutenção e outros. Instalação de sistemas complexos de fiação, de cabos coaxiais, tanto para computadores como para sistemas de telefonia ou sistemas elétricos industriais.
É função também do eletricista saber manusear as ferramentas certas para cada tipo de fiação.
Os eletricistas estão subordinados as ordens de serviços dos engenheiros elétricos e devem saber como executar as solicitações de serviços de forma adequada e eficaz através da leitura de desenhos elétricos e leitura de projetos, sejam projetos da construção civil ou voltados para iluminação pública.
Trabalhar com todas essas possibilidades na execução de tais atividades rotineiras torna o trabalho do eletricista uma atividade de alto risco. Sabendo disso, os maiores cuidados que os eletricistas devem ter no dia a dia são quanto ao uso de escadas e andaimes e ainda cuidados que evitem choques elétricos.
Para isso, se fazem necessários o uso de roupas especiais e equipamentos de proteção individual.
O risco de acidentes graves tem uma probabilidade maior quando os profissionais estão trabalhando com instalações e monitoramentos diretos de circuitos e redes elétricas.
Atualmente, existem no mercado diversos equipamentos modernos para a  proteção  de eletricistas. Esses equipamentos incluem uniformes capazes de retardar as chamas elétricas conhecidas como  arco elétrico e tornar os serviços de eletricidade mais seguros.
Lembrando que todas as empresas que contratam um eletricista e mesmo profissionais que trabalham de forma autônoma devem receber treinamentos quanto ao nível de riscos das atividades, ter documentado um plano com níveis de risco das atividades exercidas pelo profissional com a análise dos riscos, utilização de equipamento individual de proteção e outras medidas de segurança.
Uma das normas mais conhecidas no mercado de trabalho do setor elétrico  é a norma 10. A norma 10 é muito abrangente e regulariza medidas preventivas de proteção para qualquer profissional que tenha contato com sistemas elétricos na realização de suas atividades.

Média Salarial De Um Eletricista

eletricista constitui uma categoria de trabalho valorizada e bem remunerada. A média salarial dos eletricistas varia entre R$2.000,00 a R$3.000,00, de acordo com a região em que o profissional atua, dependendo também da experiência, qualificação com cursos de aprofundamento e outras questões que fazem variar a remuneração média.

DICA IMPORTANTE!

Independente do tipo de negócio que você deseja montar é muito importante fazer um planejamento. Contrate uma consultoria, estude em livros, use o KIT Coletanea Ensinando Eletrica enfim, escolha a opção que mais lhe agrada, apenas não arrisque suas economias em um chute

Postado por Ensinando Elétrica on

Como Calcular Potencia, Corrente e Tensão.



Para Calcular Potência, Corrente e Tensão


E= Tensão Elétrica - Unidade de Medida Volt (V)

I = Corrente Elétrica - Unidade de Medida Ampére (A)


P = Potência Elétrica - Unidade de Medida Watt (W)


R = Resistência Elétrica - Unidade de Medida Ohm (Ω)


Logo: (/ = Dividir) (X Multiplicar)

Exemplo:


R X I = E ---> 22Ω X 10A = 220V
E / I = R ---> 220V / 10A= 22Ω
E / R = I ---> 220V / 22Ω = 10A
P / I = E ---> 2200W / 10A = 220V
P / E = I ---> 2200W / 220 = 10A
I X E = P ---> 10A X 220V = 2200W


Veja essa ferramenta Online























Postado por Ensinando Elétrica on

Entendendo os diagrama de comandos elétricos

Boa tarde galera, vou mostrar os diagramas criados para as aulas praticas dos Alunos do Curso de Comandos Elétricos, que ministro então estou aqui divulgando para geral estar aprendendo.

PRIMEIRO DIAGRAMA PARTIDA DIRETA SIMPLES



SEGUNDO DIAGRAMA PARTIDA DIRETA COM REVERSÃO


TERCEIRO DIAGRAMA O FAMOSO ESTRELA - TRIÂNGULO


ENTENDENDO A IMPORTÂNCIA DO CIRCUITO " SELO "


CIRCUITO COM SELO


ESSE E MAIS DIFÍCIL DIAGRAMA COMPENSADORA COM REVERSÃO


DIAGRAMA COMPLETO PARA SEMA FAROS PERFEITO FUNCIONANDO



Bom é isso pessoal é bom praticar sempre comandos elétricos, para entrar na mente e não esquecer, vocês podem compartilhar a vontade mostre para seus amigos e indiquem seus amigos a visitar O Blog Ensinando Elétrica

Postado por Ensinando Elétrica on

Diagramas de comandos elétricos

Nesse artigo veremos três diagramas de comandos e nele você irá entender o que significa é cada componente assim podendo identificar e aprimorar seus conhecimentos em simbologia de comandos elétricos.

Nesse diagrama temos um comando Partida Direta com Reversão de sentido de rotação


Veja o que cada item significa no comando lendo as setas de indicação, vejamos outro comando abaixo:


Esse comando é o mais comum e mais fácil de se aprender pois se trata de um comando partida direta para ligar motores elétricos trifásico.

Agora vejamos o Comando ESTRELA - TRIANGULO abaixo:

Você pode clicar na imagem para veja em tela grande

Único problema desse comando é que no circuito de comando esqueci de colocar um Transformador redutor de tensão de 220V para 24V e sim para depois passar pela ponte retificadora e transformar em tensão continua, de resto está tudo bem e seu comando é esse mesmo.

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Postado por Ensinando Elétrica on

Matérias do Blog Ensinando Elétrica


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        Teste para eletricistas by Ensinando Elétrica

        Postado por Felipe on

        Aprendendo Comandos Elétricos

        Oi pessoal aqui é o Felipe Vieira editor do Blog Ensinando Elétrica nessa matéria de hoje vamos ver alguns diagramas de comandos elétricos e suas conclusões.

        abaixo veremos o diagrama ESTRELA - TRIANGULO você sabe por que se chama estrela e triangulo?

        Resumo Básico: Motores elétricos trifásicos de 6 terminais permitem ser ligados em 2 tensões diferente 220V ou 380V também podemos encontrar motores fabricados para receber a tensão de 440V ou 660V/760V. então quando se referimos a TRIANGULO sempre será 220V ou 440V e ESTRELA sempre será 380V ou 760V podendo ser até 660V.

        Ao ligar o motor ele fecha os contatores e fecha a numeração para 380V assim reduzindo o pico da carga, após 10 ou 15 segundo através de um relé temporizado ele faz a comutação mudando o fechamento das bobinas de estrela para triangulo, por isso o nome ESTRELA primeiro depois TRIANGULO.

        Veja o diagrama de comando e de trabalho abaixo:


        Podemos também fazer um ESTRELA - TRIANGULO sem relé temporizado e sim manual com botão para acionar a função TRIANGULO veja no esquema abaixo como ficaria.


        Vejamos um Comando abaixo para ligar um motor trifásico de 6 pontas em ESTRELA TRIANGULO COM REVERSÃO, ou seja rodar no sentido horário e anti-horário.



        No diagrama abaixo vamos ver como se liga um motor monofasico ou bifasico com sentido de rotação, ou seja motores para tensão de 220V 2 fases ou 127V 1 fase e 1 neutro. O diagrama de comando é o mesmo de uma partida direta com reversão.


        Vejamos o circuito abaixo Comando para motores elétricos de 12 pontas cuja tensão de rede seja 380V assim esse comando passa se chamar Partida serie paralela estrela. que primeiro ela parte fechando as bobinas para 760V ou 660V (depende do motor) depois muda para sua tensão de linha nominal 380V e quase igual ao comando estrela - triangulo. vejamos o esquema abaixo:








        Postado por Ensinando Elétrica on

        Periculosidade todo Eletricista tem direito?

        TODO ELETRICISTA DEVE GANHAR ADICIONAL DE PERICULOSIDADE?



        Prezados leitores.

        No dia 08 de dezembro de 2012, entrou em vigor a Lei 12.740 (que alterou o art. 193 da CLT). Essa lei incluiu entre os trabalhadores que fazem jus ao adicional de periculosidade, os profissionais expostos “de forma permanente, a roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial”.

        Um outro objetivo dessa lei, foi a revogação da Lei 7.369/1985, que versava sobre o adicional de periculosidade em trabalhadores expostos à eletricidade (obs.: no site do Palácio do Planalto, essa lei já aparece como revogada). Por sua vez, essa lei "era" regulamentada especificamente pelo Decreto 93.412/1986. Nos parecia razoável admitir que se a lei foi revogada, o decreto que regulamentava a mesma lei também tivesse sido revogado. No entanto, constatamos em 31/12/12, no site do Palácio do Planalto, que esse mesmo decreto aparece como vigente, apesar da revogação da Lei 7.369/1985. O anexo desse decreto delimita quem pode (ou não) receber adicional de periculosidade em virtude da exposição à eletricidade.

        Com a revogação da Lei 7.369/1985, teoricamente, fica valendo somente a genérica redação do novo art. 193 da CLT, que assim coloca:

        “São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a: (...) energia elétrica.”

        Ao descrever apenas “energia elétrica”, o novo art. 193 da CLT aumentou a abrangência dos profissionais que fazem jus ao adicional de periculosidade em virtude dessa exposição. Tudo nos leva a crer (por uma questão de interpretação literal do novo texto celetista), que a partir de agora, independente de ser um sistema elétrico de potência (SEP) ou sistema elétrico de consumo (SEC), independente se uma rede elétrica tenha voltagem abaixo ou acima de 1.000 V, enfim, nada disso importa: o trabalhador terá direito ao adicional de periculosidade.

        No entanto, por cautela, é bom que aguardemos um posicionamento definitivo do Ministério do Trabalho (o que ocorreu em 16 de julho de 2014 - veja abaixo) quanto a seguinte pergunta: o novo art. 193 da CLT revoga (de fato e de direito) o antigo Decreto 93.412/1986? Bons debates hão de vir.


        Ministério do Trabalho regulamenta atividades e operações perigosas com energia elétrica

        Trata-se de Portaria 1.078 de 16 de julho de 2014. O texto estabelece o Anexo IV da NR-16, e foi publicado no Diário Oficial da União dia 17 de julho de 2014. Confiram através do link abaixo:

        https://dl.dropboxusercontent.com/u/51734108/SaudeOcupacional/Port_1078NovaNR16AnexoIV.pdf.


        Notícia relacionada:

        EMPRESA QUE SONEGOU INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS NO TRABALHO É CONDENADA A RETIFICAR PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DE EX-EMPREGADO

        Um trabalhador ajuizou ação contra a sua ex-empregadora pedindo a retificação do seu Perfil Profissiográfico Previdenciário (formulário PPP). Isto porque a empresa sonegou informações acerca das condições perigosas que envolviam o trabalho dele, pela exposição a riscos elétricos. É fato que, ao preencher o Perfil Profissiográfico do empregado, as empresas devem fazer constar nele todas as informações referentes ao empregado durante o contrato de trabalho, como as atividades exercidas por ele, se esteve exposto a agentes nocivos a sua saúde, além de exames médicos clínicos. Mas, em defesa, a empregadora negou a acusação, sustantando que o Pefil Profissiográfico do reclamante reflete a correta avaliação das condições de segurança e higiene no trabalho, enquanto este foi seu empregado.

        Ao analisar o caso na 2ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano, o juiz Edson Ferreira de Souza Júnior determinou a realização de perícia técnica para apuração da periculosidade. E o perito concluiu que o reclamante esteve exposto a risco de descarga elétrica em condições de periculosidade, nos termos do Decreto nº 93.412/1986, e isso não foi registrado no formulário PPP do ex-empregado.

        A reclamada não concordou com a conclusão do perito e sustentou que o reclamante, atuando na manutenção e reparo, trabalhava em fontes consumidoras e com equipamentos desernegizados, o que afastaria tanto o risco de descarga elétrica, quanto o enquadramento do ex-empregado como eletricitário. Mas, de acordo com os esclarecimentos do perito, o conceito de eletricitário abrange todo empregado que se envolva em atividades no sistema elétrico de potência, de forma permanente ou intermitente, e não apenas aqueles que trabalham em empresas do setor de geração e distribuição de energia, nos termos da Orientação Jurisprudencial nº 324 da SDI-I do Tribunal Superior do Trabalho.

        Acolhendo as conclusões do laudo pericial, o juiz sentenciante condenou a reclamada a retificar os dados do Perfil Profissiográfico Previdenciário do reclamante, determinando o registro das condições de risco de descarga elétrica a que o trabalhador esteve exposto, por todo o período contratual, sob pena de multa diária de cem reais, limitada a dez mil reais, atualizada com juros e correção monetária quando da liquidação da sentença. A ré interpôs recurso ordinário, mas o TRT-MG manteve a decisão de 1º Grau.

        Processo número: 0002051-53.2012.5.03.0034 RO

        Fonte: TRT/MG.



        COMENTÁRIOS SOBRE O ASSUNTO.

        1. A grande vantagem da nova redação do Art. 193 será a redução dos processos trabalhistas de eletricistas em Sistema Elétrico de Poténcia (SEC). Havia muita discordância no assunto, especialmente a manutenção em redes abaixo de 1.000V. Tenho acompanhando muitos processos desse e certamente vai parar.

          Mas haverá aumento de custo na folha de pagamento das empresas de construção civil, hospitalar, manutenção, entre outros em 30% no adicional desses profissionais.
          Responder
        2. Eng. Adriano G. Teixeira15 de janeiro de 2013 16:35
          Entendo que a Lei tratou apenas de unificar os adicionais, num único texto (faltou a radiação ionizante). Creio que o Decreto 93.412/1986 continue em vigor e sendo ainda decisivo para a determinação do adiconal.
          Responder
        3. ola eu sou eletricista a 20 anos e esperei muito tempo ,por este art.193 .Agora eu queria saber ser a empresa em que eu trabalho vai paga os 30%,eu espero que sim ,como eu ajo 
          Responder

          Respostas






          1. Prezado Aloisio, teoricamente ela deveria, a partir da vigência da lei nova, começar a pagar o adicional a quem de direito, caso não esteja pagando, caberá uma reclamação judicial, cobrando o adicional desde a data de vigência da lei nova até a presente data....Sander
          2. Mas depois da revogação da lei só tem direito a periculosidade nessas condiçoes "mpliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador".

            se é permnanente vc tem que trabalhar todo seu tempo exposto ao risco!!!!
          3. Responder

        4. Depois o legislativo reclama que o judiciário está avançando suas atribuições querendo legislar! Com leis vagas como essa que não definem absolutamente nada, é claro que caberá ao judiciário "interpretar" o que queria o legislador dizer!
          Responder
        5. Prezados, a regulamentação deste artigo da CLT assim como tantos outros do capítulo V da CLT se fará através da nova redação da NORMA REGULAMENTADORA N.º 16 que trata especificamente da Periculosidade. Portanto o Decreto 93412/86 não servirá de referencia para a definição de exposição, Aliás a Nova Redação da NR-16 já está em consulta pública e a CNI (Confederação Nacional das Indústrias) já expôs uma sugestão de redação que deixa claro que somente trabalho em alta tensão (independentemente de SEP ou unidade consumidora) fará jus a perceber o respectivo adicional. Lembrando que alta tensão é aquela acima de 1000 Volts -C.A. O que automaticamente excluiria eletricistas residenciais, comerciais, instaladores de ar condicionado, técnicos em telecomunicações etc. Ficando o adicional restrito a profissionais que realizam intervenção em sistemas de Alta Tensão.
          Responder
        6. boa tarde,sou funcionario de estatal energia eletrica.trabalho na na rede de baixa tensao,diversos casos ja troquei chaves de alta tensao,muito proximo da rede mt 15kw,25kw ,cotidiano ligar trasformadores...minha duvida continuamos a receber periculosidade
          Responder
        7. Então devo pagar Periculosidade aos eletricistas de manutenção de baixa tensão????
          Responder
        8. Sou eletricista na csa fazemos manutenção em subestações de 6.6kve nao recebemos peri, como devo agir diante disso, obrigado
          Responder
        9. boa noite meu nome é washington sou eletricista e trabalho com manutenção de elevadores e guidastes de construções civil tenho direito a trinta por cento de periculosidade?
          Responder
        10. sou profissional de elétrica prestado de serviço da industria na fabrica michelin em campo grande no rio de janeiro e a empresa que trabalho e a unica em que não paga o adicional piriculosidade gostaria de saber oque posso fazer para buscar os meus direitos
          Responder
        11. Então devo pagar Periculosidade aos eletricistas de manutenção de baixa tensão????
          Responder
        12. Bom dia! Sou encarregado de manutenção predial trabalho com energia 220v trifásico constante,quadro de força,PC, quadro energizado ,casa de máquinas, casa de bombas, faço revisões em calhas aéreas de energia, revisões em tubulações de gás natural e etc.
          Gostaria de saber, se tenho direito de receber o adicional de periculosidade?
          Responder
        13. Bom dia! Sou eletricista predial trabalho com energia 220v trifásico constante,quadro de força,PC, quadro energizado ,casa de máquinas, casa de bombas, faço revisões em calhas aéreas de energia, revisões em tubulações de gás natural e etc.
          Gostaria de saber, se tenho direito de receber o adicional de periculosidade?

          Responder
          Responder
        14. TODO ELETRICISTA TEM DIREITO DE RECEBER OS TRINTA POR CENTO DA PERICULOSIDADE, SE ELE NÃO PAGAREM VOCÊS , QUANDO SAIR DA EMPRESA VOCÊS PODEM ACIONAR A JUSTIÇA OU MINISTERIO DO TRABALHO. É UM DIREITO SEU.
          Responder
        15. essa lei serve para que trabalha com tinta e pinturas?
          Responder
        16. essa lei serve para quem trabalha com tintas e pinturas?
          Responder
        17. Prezados:

          Como esse é um tema bastante controverso,busquei algumas informações e encontrei respaldo nalgumas súmulas e Orientações Jurisprudenciais do TST.
          Atentem para o que diz a Orientação Jurisprudencial n.º 324 da SBDI-I do TST:
          " -É assegurado o adicional de periculosidade apenas aos empregados que trabalham em sistema elétrico de potência em condições de risco, ou que o façam com equipamentos e instalações elétricas similares, que ofereçam risco equivalente, ainda que em unidade consumidora de energia elétrica.- Assim, ainda que o trabalho não seja prestado em unidade fornecedora de energia elétrica, mas consumidora, é devido o adicional de periculosidade, desde que as atividades sejam desenvolvidas mediante contato com
          equipamentos e instalações elétricas similares, que ofereçam risco equivalente."
          Sendo assim,como a lei é questão de interpretação e arguição, seu direito passa a depender da capacidade e competência do advogado que constituí.
          Afinal,a lei existe e está aí pra ser cumprida.Basta ser provocada.É isso!
          Responder
        18. Prezados,

          O profissional que trabalha em rede desenergizada, não tem o direito ao adicional?

          Desde já agradeço.
          Responder

        Postado por Ensinando Elétrica on

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