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Postado por Ensinando Elétrica on

Periculosidade todo Eletricista tem direito?

TODO ELETRICISTA DEVE GANHAR ADICIONAL DE PERICULOSIDADE?



Prezados leitores.

No dia 08 de dezembro de 2012, entrou em vigor a Lei 12.740 (que alterou o art. 193 da CLT). Essa lei incluiu entre os trabalhadores que fazem jus ao adicional de periculosidade, os profissionais expostos “de forma permanente, a roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial”.

Um outro objetivo dessa lei, foi a revogação da Lei 7.369/1985, que versava sobre o adicional de periculosidade em trabalhadores expostos à eletricidade (obs.: no site do Palácio do Planalto, essa lei já aparece como revogada). Por sua vez, essa lei "era" regulamentada especificamente pelo Decreto 93.412/1986. Nos parecia razoável admitir que se a lei foi revogada, o decreto que regulamentava a mesma lei também tivesse sido revogado. No entanto, constatamos em 31/12/12, no site do Palácio do Planalto, que esse mesmo decreto aparece como vigente, apesar da revogação da Lei 7.369/1985. O anexo desse decreto delimita quem pode (ou não) receber adicional de periculosidade em virtude da exposição à eletricidade.

Com a revogação da Lei 7.369/1985, teoricamente, fica valendo somente a genérica redação do novo art. 193 da CLT, que assim coloca:

“São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a: (...) energia elétrica.”

Ao descrever apenas “energia elétrica”, o novo art. 193 da CLT aumentou a abrangência dos profissionais que fazem jus ao adicional de periculosidade em virtude dessa exposição. Tudo nos leva a crer (por uma questão de interpretação literal do novo texto celetista), que a partir de agora, independente de ser um sistema elétrico de potência (SEP) ou sistema elétrico de consumo (SEC), independente se uma rede elétrica tenha voltagem abaixo ou acima de 1.000 V, enfim, nada disso importa: o trabalhador terá direito ao adicional de periculosidade.

No entanto, por cautela, é bom que aguardemos um posicionamento definitivo do Ministério do Trabalho (o que ocorreu em 16 de julho de 2014 - veja abaixo) quanto a seguinte pergunta: o novo art. 193 da CLT revoga (de fato e de direito) o antigo Decreto 93.412/1986? Bons debates hão de vir.


Ministério do Trabalho regulamenta atividades e operações perigosas com energia elétrica

Trata-se de Portaria 1.078 de 16 de julho de 2014. O texto estabelece o Anexo IV da NR-16, e foi publicado no Diário Oficial da União dia 17 de julho de 2014. Confiram através do link abaixo:

https://dl.dropboxusercontent.com/u/51734108/SaudeOcupacional/Port_1078NovaNR16AnexoIV.pdf.


Notícia relacionada:

EMPRESA QUE SONEGOU INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS NO TRABALHO É CONDENADA A RETIFICAR PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DE EX-EMPREGADO

Um trabalhador ajuizou ação contra a sua ex-empregadora pedindo a retificação do seu Perfil Profissiográfico Previdenciário (formulário PPP). Isto porque a empresa sonegou informações acerca das condições perigosas que envolviam o trabalho dele, pela exposição a riscos elétricos. É fato que, ao preencher o Perfil Profissiográfico do empregado, as empresas devem fazer constar nele todas as informações referentes ao empregado durante o contrato de trabalho, como as atividades exercidas por ele, se esteve exposto a agentes nocivos a sua saúde, além de exames médicos clínicos. Mas, em defesa, a empregadora negou a acusação, sustantando que o Pefil Profissiográfico do reclamante reflete a correta avaliação das condições de segurança e higiene no trabalho, enquanto este foi seu empregado.

Ao analisar o caso na 2ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano, o juiz Edson Ferreira de Souza Júnior determinou a realização de perícia técnica para apuração da periculosidade. E o perito concluiu que o reclamante esteve exposto a risco de descarga elétrica em condições de periculosidade, nos termos do Decreto nº 93.412/1986, e isso não foi registrado no formulário PPP do ex-empregado.

A reclamada não concordou com a conclusão do perito e sustentou que o reclamante, atuando na manutenção e reparo, trabalhava em fontes consumidoras e com equipamentos desernegizados, o que afastaria tanto o risco de descarga elétrica, quanto o enquadramento do ex-empregado como eletricitário. Mas, de acordo com os esclarecimentos do perito, o conceito de eletricitário abrange todo empregado que se envolva em atividades no sistema elétrico de potência, de forma permanente ou intermitente, e não apenas aqueles que trabalham em empresas do setor de geração e distribuição de energia, nos termos da Orientação Jurisprudencial nº 324 da SDI-I do Tribunal Superior do Trabalho.

Acolhendo as conclusões do laudo pericial, o juiz sentenciante condenou a reclamada a retificar os dados do Perfil Profissiográfico Previdenciário do reclamante, determinando o registro das condições de risco de descarga elétrica a que o trabalhador esteve exposto, por todo o período contratual, sob pena de multa diária de cem reais, limitada a dez mil reais, atualizada com juros e correção monetária quando da liquidação da sentença. A ré interpôs recurso ordinário, mas o TRT-MG manteve a decisão de 1º Grau.

Processo número: 0002051-53.2012.5.03.0034 RO

Fonte: TRT/MG.



COMENTÁRIOS SOBRE O ASSUNTO.

  1. A grande vantagem da nova redação do Art. 193 será a redução dos processos trabalhistas de eletricistas em Sistema Elétrico de Poténcia (SEC). Havia muita discordância no assunto, especialmente a manutenção em redes abaixo de 1.000V. Tenho acompanhando muitos processos desse e certamente vai parar.

    Mas haverá aumento de custo na folha de pagamento das empresas de construção civil, hospitalar, manutenção, entre outros em 30% no adicional desses profissionais.
    Responder
  2. Eng. Adriano G. Teixeira15 de janeiro de 2013 16:35
    Entendo que a Lei tratou apenas de unificar os adicionais, num único texto (faltou a radiação ionizante). Creio que o Decreto 93.412/1986 continue em vigor e sendo ainda decisivo para a determinação do adiconal.
    Responder
  3. ola eu sou eletricista a 20 anos e esperei muito tempo ,por este art.193 .Agora eu queria saber ser a empresa em que eu trabalho vai paga os 30%,eu espero que sim ,como eu ajo 
    Responder

    Respostas








    1. Prezado Aloisio, teoricamente ela deveria, a partir da vigência da lei nova, começar a pagar o adicional a quem de direito, caso não esteja pagando, caberá uma reclamação judicial, cobrando o adicional desde a data de vigência da lei nova até a presente data....Sander
    2. Mas depois da revogação da lei só tem direito a periculosidade nessas condiçoes "mpliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador".

      se é permnanente vc tem que trabalhar todo seu tempo exposto ao risco!!!!
    3. Responder

  4. Depois o legislativo reclama que o judiciário está avançando suas atribuições querendo legislar! Com leis vagas como essa que não definem absolutamente nada, é claro que caberá ao judiciário "interpretar" o que queria o legislador dizer!
    Responder
  5. Prezados, a regulamentação deste artigo da CLT assim como tantos outros do capítulo V da CLT se fará através da nova redação da NORMA REGULAMENTADORA N.º 16 que trata especificamente da Periculosidade. Portanto o Decreto 93412/86 não servirá de referencia para a definição de exposição, Aliás a Nova Redação da NR-16 já está em consulta pública e a CNI (Confederação Nacional das Indústrias) já expôs uma sugestão de redação que deixa claro que somente trabalho em alta tensão (independentemente de SEP ou unidade consumidora) fará jus a perceber o respectivo adicional. Lembrando que alta tensão é aquela acima de 1000 Volts -C.A. O que automaticamente excluiria eletricistas residenciais, comerciais, instaladores de ar condicionado, técnicos em telecomunicações etc. Ficando o adicional restrito a profissionais que realizam intervenção em sistemas de Alta Tensão.
    Responder
  6. boa tarde,sou funcionario de estatal energia eletrica.trabalho na na rede de baixa tensao,diversos casos ja troquei chaves de alta tensao,muito proximo da rede mt 15kw,25kw ,cotidiano ligar trasformadores...minha duvida continuamos a receber periculosidade
    Responder
  7. Então devo pagar Periculosidade aos eletricistas de manutenção de baixa tensão????
    Responder
  8. Sou eletricista na csa fazemos manutenção em subestações de 6.6kve nao recebemos peri, como devo agir diante disso, obrigado
    Responder
  9. boa noite meu nome é washington sou eletricista e trabalho com manutenção de elevadores e guidastes de construções civil tenho direito a trinta por cento de periculosidade?
    Responder
  10. sou profissional de elétrica prestado de serviço da industria na fabrica michelin em campo grande no rio de janeiro e a empresa que trabalho e a unica em que não paga o adicional piriculosidade gostaria de saber oque posso fazer para buscar os meus direitos
    Responder
  11. Então devo pagar Periculosidade aos eletricistas de manutenção de baixa tensão????
    Responder
  12. Bom dia! Sou encarregado de manutenção predial trabalho com energia 220v trifásico constante,quadro de força,PC, quadro energizado ,casa de máquinas, casa de bombas, faço revisões em calhas aéreas de energia, revisões em tubulações de gás natural e etc.
    Gostaria de saber, se tenho direito de receber o adicional de periculosidade?
    Responder
  13. Bom dia! Sou eletricista predial trabalho com energia 220v trifásico constante,quadro de força,PC, quadro energizado ,casa de máquinas, casa de bombas, faço revisões em calhas aéreas de energia, revisões em tubulações de gás natural e etc.
    Gostaria de saber, se tenho direito de receber o adicional de periculosidade?

    Responder
    Responder
  14. TODO ELETRICISTA TEM DIREITO DE RECEBER OS TRINTA POR CENTO DA PERICULOSIDADE, SE ELE NÃO PAGAREM VOCÊS , QUANDO SAIR DA EMPRESA VOCÊS PODEM ACIONAR A JUSTIÇA OU MINISTERIO DO TRABALHO. É UM DIREITO SEU.
    Responder
  15. essa lei serve para que trabalha com tinta e pinturas?
    Responder
  16. essa lei serve para quem trabalha com tintas e pinturas?
    Responder
  17. Prezados:

    Como esse é um tema bastante controverso,busquei algumas informações e encontrei respaldo nalgumas súmulas e Orientações Jurisprudenciais do TST.
    Atentem para o que diz a Orientação Jurisprudencial n.º 324 da SBDI-I do TST:
    " -É assegurado o adicional de periculosidade apenas aos empregados que trabalham em sistema elétrico de potência em condições de risco, ou que o façam com equipamentos e instalações elétricas similares, que ofereçam risco equivalente, ainda que em unidade consumidora de energia elétrica.- Assim, ainda que o trabalho não seja prestado em unidade fornecedora de energia elétrica, mas consumidora, é devido o adicional de periculosidade, desde que as atividades sejam desenvolvidas mediante contato com
    equipamentos e instalações elétricas similares, que ofereçam risco equivalente."
    Sendo assim,como a lei é questão de interpretação e arguição, seu direito passa a depender da capacidade e competência do advogado que constituí.
    Afinal,a lei existe e está aí pra ser cumprida.Basta ser provocada.É isso!
    Responder
  18. Prezados,

    O profissional que trabalha em rede desenergizada, não tem o direito ao adicional?

    Desde já agradeço.
    Responder

Postado por Ensinando Elétrica on

Conceitos Básico da Eletricidade


  • ENERGIA E TENSÃO ELÉTRICA
Energia: capacidade de um sistema de realizar trabalho.
Tensão elétrica: diferença de potencial entre dois pontos.
Unidade: volt, símbolo V.






  • CORRENTE ELÉTRICA :
É o resultado da aplicação de uma tensão entre dois pontos, continuamente ou durante um certo tempo.
Unidade: Ampére, símbolo A.

  • CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA
Corrente contínua é constante com o tempo (pilhas, acumuladores,circuitos eletrônicos e outros).
Corrente alternada é aquela que varia com o tempo, geralmente de forma senoidal, repetindo 60 ciclos/s ou 60 Hz (motores, geradores, transformadores, retificadores, instalações elétricas industriais e prediais.
Analogia Com Sistema Hidráulico :
Pressão para elevar um líquido para um nível superior seria a tensão.O líquido em escoamento seria a corrente.

  • POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA

Potência é o trabalho realizado em um determinado tempo.
Potência de 1 watt desenvolvida quando se realiza o trabalho de um joule, em cada segundo, contínua e uniformemente.
Unidade de potência: watt, símbolo W.
Exemplo: Uma potência de 500 W significa que foi realizado um trabalho de 500 joules em 1 segundo

O joule é a unidade de energia.
Nos circuitos de corrente alternada o joule toma o nome de:

· volt-ampére-segundo , VAs ou watt.segundo energia aparente
· Ws ou var.segundo, Vars  energias ativa ou reativa.

Unidade de energia watthora (Wh)

Quando o tempo é expresso em hora e a potência em watt a unidade de energia será de um watthora.
Relação entre o Watthora e o joule
1 Watthora = (1 joule / segundo) hora
1 hora = 3600 s
Substituindo:
1 Watthora = (1 joule / segundo) 3600 segundos = 3600 joules
Portanto:
1 Wh = 3600 J


  • POTÊNCIA APARENTE, ATIVA E REATIVA

Em corrente alternada tem-se também a potência aparente VA, a potência ativa, já vista, o W e a potência reativa o Var.
Normalmente os cálculos e avaliações em corrente alternada são feitos com essas unidades, para poder expressar, fisicamente, a existência de resistência, indutância e capacitância em um circuito.
A unidade de medida de resistência e reatância é o Ohm, símbolo .
O conjunto resistência-reatância tem o nome de impedância.
Circuitos com resistências e reatâncias têm as senóides de tensão e corrente defasadas, conforme figura 1.

Figura 1 - Senoides de tensão e corrente defasadas
Ao co-seno do ângulo de defasagem () entre a corrente e a tensão dá-se o nome de fator de potência do circuito.
A expressão da potência em corrente contínua é:

P = V I (Watt)
Em corrente alternada é:
P = V I cos  (Watt)
Exemplo: Lâmpada incandescente comum de 40 W, 127 V só apresenta resistência. Sua corrente será de:
I = P / V = 40 / 127 = 0,315 A
Uma lâmpada fluorescente de 40 W tem um reator em série.Se o reator for de baixa qualidade seu fator de potência pode ser muito baixo, até da ordem de 0,5. Nessas condições a corrente seria:
I = P / V cos  = 40 / 127.0,5 = 0,63 A,
isto é, a corrente dobrou em função do fator de potência.
A potência das usinas geradoras de eletricidade são dadas em múltiplos de W, isto é, quilowatt (kW),megawatt (MW), etc.
1kW = 1 000 W = 103 W
1MW = 1 000 000 W = 106 W
1GW = 1 000 000 000 W = 109 W
1TW = 1 000 000 000 000 W = 1012 W
Pode-se citar, como exemplo, a usina hidrelétrica de Itaipu, com uma potência instalada de
12 600 000 kw = 12 600 MW.
No Brasil, a energia é 95% gerada por usinas hidrelétricas.


  • CÁLCULO DO CUSTO DE ENERGIA ELÉTRICA

A conta de energia elétrica é dada em kWh.
Exemplo: A conta de energia de uma residência de classe média, registrou
um consumo de 372 kWh e incluindo impostos, um custo de R$ 110,70, isto é:
1 kWh custa R$ 0,297/kWh.
Nela residem 6 pessoas que levam no banho, 10 minutos cada, isto é, 60 min
ou 1h por dia.
O chuveiro elétrico da casa tem uma potência de 5400 W.
Logo o consumo de energia diário será de 5400 Wh ou 5,4 kWh, e o custo
diário será de 5,4 x 0,297 , isto é R$ 1,60 / dia. Considerando um mês de 30 dias:
R$ 48,10/mês
Pode-se notar que 43% da conta de energia é devido ao uso do chuveiro elétrico!

  • GERADOR DE CORRENTE ALTERNADA
Um gerador de corrente alternada simples é constituído de um imã fixo e de uma espira colocada no meio do imã como mostra a fig.2 abaixo. A alimentação da lâmpada é realizada através das escovas que estão em contato com os anéis que estão ligados na extremidade da espira. Ao girar a espira, há variação de fluxo magnético induzindo uma corrente, que vai  através das escovas alimentar o circuito e portanto acender a lâmpada. Esta corrente é alternada e neste caso o gerador é denominado gerador de corrente alternada.



A fig. 3  abaixo mostra o gerador de corrente alternada que funciona no mesmo princípio, isto é, o campo magnético indutor gera uma tensão na espira de campo, que ao girar da posição para a posição 2, está em um sentido e da posição 3 para 4 em outro sentido.

A espira de campo é ligada a anéis coletores para poder ser levada à armadura, de onde é fornecida em terminais, em uma placa de ligações. Da placa de ligações é que se faz a conexão com os circuitos externos, que podem ser linhas de transmissão,ou cargas localizadas


Figura 3 - Gerador de corrente alternada 




Figura 4 Linha de montagem de geradores industriais
(Figuras 3 e 4 são do site:  http://sites.uol.com.br/m.albernaz/geradores.htm)

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Diagramas de comandos elétricos

Nesse artigo veremos três diagramas de comandos e nele você irá entender o que significa é cada componente assim podendo identificar e aprimorar seus conhecimentos em simbologia de comandos elétricos.

Nesse diagrama temos um comando Partida Direta com Reversão de sentido de rotação


Veja o que cada item significa no comando lendo as setas de indicação, vejamos outro comando abaixo:


Esse comando é o mais comum e mais fácil de se aprender pois se trata de um comando partida direta para ligar motores elétricos trifásico.

Agora vejamos o Comando ESTRELA - TRIANGULO abaixo:

Você pode clicar na imagem para veja em tela grande

Único problema desse comando é que no circuito de comando esqueci de colocar um Transformador redutor de tensão de 220V para 24V e sim para depois passar pela ponte retificadora e transformar em tensão continua, de resto está tudo bem e seu comando é esse mesmo.

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Simulador de padrão de entrada


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Qual o Salario Médio de um Eletricista? pesquisamos para você.



Quanto ganha um Eletricista?

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O eletricista é um profissional habilitado a fazer instalações elétricas em ambientes residenciais, comerciais e industriais, seguindo normas técnicas e de segurança. Fazer manutenção elétrica e instalar equipamentos eletrônicos também estão entre suas funções.
Os eletricistas qualificados podem trabalhar na indústria, na construção civil, empresas petroquímicas, prestadoras de serviço, em órgãos públicos e como autônomos.


O mercado de trabalho para eletricistas está aquecido e faltam profissionais qualificados para
atender a demanda. Com isso, o eletricista com cursos técnicos e de aperfeiçoamento encontra
boas oportunidades de emprego.
Piso salarial do eletricista

Os eletricistas não possuem um piso salarial único com validade em todo o País. Os
sindicatos relacionados à categoria dos eletricistas e àqueles setores onde esses
profissionais trabalham têm acordos e convenções coletivas para definir o salário,
benefícios, adicionais e pagamento de horas extras para diversas regiões e tipos de
empresa.
Seguem exemplos de pisos salariais para eletricistas definidos por alguns sindicatos:


Trabalhadores qualificados: R$ 1.481,04 Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da
Construção e do Mobiliário de Santos (SP)
Trabalhadores não qualificados: R$ 1.074,48
Piso salarial para trabalhadores que prestam serviços na Parada, por hora:

  • Eletricista de Força e Controle: R$ 8,69
  • Eletricista de Manutenção R$ 8,69
  • Eletricista Montador: R$ 8,01
  • Eletricista Qualificado: R$ 11,02
  • Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Espírito Santo
  • Eletricista: R$ 1.731,40
  • Eletricista de Manutenção: R$ 1.834,80
  • Eletricista de Força e Controle: R$ 2.266,00
  • Eletricista Montador: R$ 2.131,80


Sindicato dos Oficiais Eletricistas e Trabalhadores na Indústria de Instalações Elétricas,
Hidráulicas, Gás e Sanitárias de Maringá (PR)


  • Ajudante: R$ 871,20
  • Meio Oficial: R$ 959,20
  • Oficial A: R$ 1.025,60
  • Oficial B: R$ 1.328,80
  • Sub Encarregado: R$ R$ 1.460,80
  • Encarregado A: R$ 1.806,20
  • Encarregado B: R$ 1.911,80
  • Encarregado Geral: R$ 2.041


Sobre o piso salarial, os trabalhadores do setor elétrico recebem ainda um adicional de 30%
de periculosidade.
Salário médio do eletricista

O levantamento salarial do site de empregos Catho indica que um eletricista ganha entre R$ 1.008,00 e R$ 2.800,77, com média salarial nacional de R$ 1.695,20. Seguem as médias
salariais para algumas funções desempenhadas por eletricistas, segundo o site:


  • Eletricista Industrial: R$ 1.883,94
  • Eletricista de Veículos: R$ 1.692,74
  • Eletricista Eletrônico: R$ 2.524,78
  • Eletricista de Instalações: R$ 1.354,21
  • Eletricista de Força e Controle: R$ 1.994,93
  • Eletricista Montador: R$ 1.652,15
  • Eletricista Montador de Painel: R$ 1.666,97
  • Eletricista Predial: R$ 1.530,61
  • Eletricista de Manutenção Industrial: R$ 2.365,85
  • Eletricista de Ar Condicionado: R$ 1.460,38
  • Eletricista de Empilhadeira: R$ 2.173,50
  • Técnico Eletricista: R$ 2.270,71
  • Meio Oficial Eletricista: R$ 1.264,83
  • Oficial Eletricista: R$ 1.386,61
  • Auxiliar de Eletricista: R$ 1.048,45
  • Mecânico Eletricista: R$ 1.959,01


De acordo com uma tabela de salários publicada pela Universidade Municipal de São Caetano
do Sul (SP), a média salarial no Estado de São Paulo é de R$ 1.827,64 para Eletricista I e R$ 2.058,03 para Eletricista II.

O eletricista pode ocupar cargos públicos em prefeituras, órgãos estaduais e federais.
Concursos recentes com vagas para eletricistas, eletricistas de manutenção e
técnicos eletricistas oferecem salários iniciais entre R$ 1.000,00 e R$ 2.300,00,
mais adicionais, gratificações e benefícios.
Sobre a carreira do eletricista

Quem deseja seguir a carreira de eletricista encontra uma grande oferta de cursos
de qualificação profissional presenciais e a distância em diversas especializações,
como por exemplo:


  • Eletricista Montador
  • Eletricista Instalador
  • Eletricidade Industrial
  • Eletricista
  • Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão
  • Eletricista de Instalações Industriais
  • Técnico Eletricista
  • Técnico em Eletrônica
  • Técnico em Eletroeletrônica
  • Técnico em Eletrotécnica
  • Técnico em Eletromecânica


Instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) oferecem
curso gratuito de eletricista em todo o País e também é possível fazer cursos gratuitos
de eletricista pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, o
Pronatec.

Entre as atividades desenvolvidas pelo eletricista, podemos citar:

Analisar e interpretar desenhos técnicos de fiação e instalações elétricas.
Instalar e fazer a manutenção de fios condutores e equipamentos elétricos.
Consertar equipamentos elétricos.
Fazer a manutenção de maquinário elétrico industrial.
Verificar a segurança de equipamentos elétricos.
Elaborar orçamentos e projetos de instalações elétricas.

Além de dominar as ferramentas e conhecimentos técnicos necessários para exercer a
profissão, um bom eletricista precisa ter características como: saber fazer cálculos e
interpretar desenhos técnicos, ter boa comunicação, ter habilidade para solucionar
problemas, ser responsável e organizado, trabalhar com segurança e, no caso de
eletricistas autônomos, empreendedorismo, bom atendimento ao cliente e capacidade
de negociação são fundamentais. Saber usar o computador também está se tornando
cada vez mais importante para os eletricistas.
O mercado de trabalho para eletricistas é favorável e está aquecido. Reportagens de
diversos jornais e revistas apontam que existe uma carência de profissionais qualificados
para atender a demanda em várias regiões do País e diferentes setores da economia.
Dos setores que pagam salários mais altos para eletricistas, a indústria de petróleo e gás
e o setor de infraestrutura são destaques. Investimentos nas áreas de
telecomunicações, automação industrial e construção civil também contribuem para
que eletricistas qualificados consigam uma boa posição no mercado e bons salários.
A empregabilidade é alta para quem faz curso técnico de eletricista, eletromecânica,
eletroeletrônica, eletrotécnica, elétrica automotiva e afins. Um estudo do Senai indica
que a maioria dos alunos de formação técnica, inclusive eletricistas, já saem do curso
com a carteira assinada. Também segundo o Senai, um técnico em eletrônica com
dez anos de experiência ganha em média R$ 5.300,00.

* Informações obtidas em novembro de 2014.

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A função do Relé termico

A função do Relé bimetálico é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja
atingido. O relé assume a proteção contra sobrecarga das cargas elétricas (motores), dos
condutores de alimentação e dos outros dispositivos de manobra.

Os relés térmicos bimetálicos de sobrecarga são construídos com a função de proteção do
sistema elétrico de potência (motores) contra sobrecarga de longa duração, falta de fase e/ou
falta de tensão. São passíveis também de auxiliar na identificação de defeitos, de atuar
disparando alarmes, sinalizações e de abrir disjuntores.

Estes dispositivos de proteção objetivam evitar o aquecimento elevado da fiação interna do
motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos.
Este aquecimento acarreta a redução da vida útil do motor e também desgasta a isolação dos
seus enrolamentos internos. 

Nota: neste trabalho, a nomenclatura completa para o relé térmico bimetálico de sobrecarga
será simplificada para relé de sobrecarga.

Principio de funcionamento

Os relés de sobrecarga têm seu princípio de funcionamento baseado na diferente dilatação de
dois elementos metálicos (lâminas), que possuem diferentes coeficientes de dilatação térmica.
As lâminas bimetálicas são envolvidas por uma bobina pela qual passa a corrente de carga.

Na ocorrência de uma falta de fase, sobrecarga ou queda de tensão acentuada,
consequentemente ocorre um aumento da corrente elétrica. Tal corrente provoca na bobina um
aquecimento, e por transferência de calor (efeito joule) o par de lâminas também é aquecido.
As lâminas unidas rigidamente (soldadas) uma à outra, então aquecidas neste momento,
dilatam-se diferentemente, provocando modificações no seu comprimento e forma. 

O aquecimento das lâminas é provocado pela corrente, que ultrapassou valores determinados. 

aquecimento excessivo de uma das duas extremidades do par bimetálico irá provocar o
curvamento da sua outra extremidade, acarretando em um pequeno movimento físico,
aproveitado para acionar (movimentar) os contatos do relé.

NOTA: As lâminas do relé de sobrecarga são denominadas de bimetal, par bimetálico ou par
termoelétrico.

Partes constituintes do relé de sobrecarga

Botão embutido e giratório. Ajusta a corrente nominal da carga. Acionado com uma
chave fenda ou Philips.

Botão VERDE, pressionável → RESET←. Botão embutido, de arrastar →TEST←.
Ambos formam o conjunto de teste para verificar se o relé está em condições normais
de atuação. O botão de TEST ao ser acionado, com o auxilio de uma ferramenta de
pequeno porte, mostra a letra T, no visor. Nesta condição, os dois contatos auxiliares
do relé são invertidos, ou seja, o aberto se fecha e o fechado se abre. Para retornar os
contatos às posições de repouso originais, pressiona-se o botão verde, RESET. Esta
ação se faz sem a necessidade da abertura da tampa protetora do relé.

Botão VERMELHO, pressionável →STOP←. Pressionando-se este botão o contato
auxiliar NC 95 – 96 seremos invertidos, ou seja, se abrirá. É um botão que testa
mecanicamente a inversão do contato NF do relé. Não atua sobre o contato NA.

Botão destrava H ou A. O relé é ajustado pela fábrica para religamento manual (H) e
com bloqueio contra religamento automático. Nesta situação, para ligar novamente a
carga devemos acionar manualmente o botão de reset (verde) do relé bimetálico. A
letra H (hand) indica posição manual e a letra A indica posição automática.

Terminal A2 para bobina do contator. Usado quando o relé bimetálico for acoplado
fisicamente aos contatos do contator, omitindo o terminal A2 da bobina. Para outras
opções de fixação do relé (painéis, trilhos) este terminal não é utilizado ou é
inexistente.

Um contato auxiliar ou de comando NC ou NF – Contato tipo fechado em repouso,
com numeração 95 - 96. 

Um contato auxiliar ou de comando NO ou NA – Contato tipo aberto em repouso, com
numeração 97 - 98.

Três contatos principais ou de carga NO ou NA – contatos abertos que dão sequência
aos três pares bimetálicos. Recebem as três fases para a alimentação da carga e
quando acionados, conduzem sua corrente nominal. Identificados pelos algarismos
1,3,5 ou as letras L1,L2,L3 (linha) para a entrada da alimentação e 2,4,6 ou T1,T2, T3
(terminal) para a saída até carga. 

Vantagens do relé de sobrecarga sobre os fusíveis:

O relé de sobrecarga compensa automaticamente as mudanças de
temperatura ambiente, porque o seu funcionamento depende da temperatura
dos seus elementos térmicos.
O relé térmico pode ser ajustado, dentro de determinada faixa de corrente.
O relé pode ser testado.
O relé possui certa inércia, não operando durante a partida.
Os fusíveis são de difícil ajuste.


Nota: Os relés bimetálicos, como elementos de proteção que são, são identificados pela letra
maiúscula F e numerados em sequência, a partir do algarismo 1.


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